Terraplanagem

Terraplanagem Sorocaba Terraplenagem Sorocaba Grupo Construtor



Terraplanagem Sorocaba Terraplenagem Sorocaba Grupo Construtor



Terraplanagem Sorocaba Terraplenagem Sorocaba Grupo Construtor



Terraplanagem Sorocaba Terraplenagem Sorocaba Grupo Construtor



Telefones: (15) 99774-8674 / (15) 3217-4503 -
Notícias - Terraplanagem Sorocaba

RSS Feed - Notícias - Mantenha-se Informado


17/10 - Acordo do Reino Unido sobre Brexit aponta para laços comerciais mais distantes com UE
FMI e Banco Mundial avaliam, porém, que acordo ajudará a reduzir as incertezas sobre o comércio e as perspectivas econômicas. Primeiro-ministro e negociadores da União Europeia chegam a um acordo sobre o Brexit O Reino Unido estará a caminho de laços econômicos mais distantes com a União Europeia, o que tornaria o país mais pobre, caso o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, ganhe apoio parlamentar para o acordo do Brexit acertado nesta quinta-feira (17). Entenda os principais pontos da nova proposta de acordo para o Brexit Comparado com o pacto que sua antecessora, Theresa May, alcançou no ano passado - que o Parlamento rejeitou três vezes -, o acordo de Johnson visa menos alinhamento regulatório com a UE e maiores barreiras comerciais entre o Reino Unido e seu maior parceiro comercial. "Isso é mais prejudicial do que o Brexit de Theresa May em termos de impacto econômico", avaliou Anand Menon, diretor para Reino Unido no Changing Europe, escritório sediado em Londres. O Ministério das Finanças do Reino Unido e quase todos os economistas externos prevêem que o aumento das barreiras comerciais fará com que a economia britânica cresça mais lentamente do que se ficasse na UE, e os danos crescem à medida que as barreiras comerciais aumentam. Com base no que se sabia dos planos de Johnson na semana passada, o Changing Europe estimou que eles tornariam os britânicos mais de 6% mais pobres em uma base per capita do que se o Reino Unido permanecesse na UE - o equivalente a 2 mil libras por ano a médio prazo. Kristalina Georgieva, diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional, chamou o acordo de "boa notícia". Já o presidente do Banco Mundial, David Malpass disse que a clareza sobre o Brexit ajudará a reduzir as incertezas sobre o comércio e as perspectivas econômicas para o Reino Unido e a UE. Mesmo com um acordo, o PIB britânico deve desacelerar, segundo Georgieva, embora tenha destacado que grande parte desse impacto já foi absorvido devido ao longo período desde a votação do Reino Unido para deixar o bloco em 2016. O FMI projeta uma alta de 1,2% no PIB do Reino Unido em 2019 e de 1,4% em 2020.
Veja Mais

17/10 - Apple continua sendo marca mais valiosa do mundo; Uber e LinkedIn estreiam na lista
Segundo ranking da Interbrand, 100 maiores marcas são avaliadas em US$ 2,1 trilhões. Facebook deixa 'top 10'. Marca mais valiosa do mundo em 2019 segundo a Interbrand, Apple vale US$ 234 bilhões REUTERS/Stephen Lam Avaliada em US$ 234 bilhões, a Apple continua sendo a marca mais valiosa do mundo, segundo o ranking Marcas Globais Mais Valiosas 2019, divulgado nesta quinta-feira (17) pela consultoria Interbrand. Google e Amazon seguem na segunda e terceira posições. Veja as 10 primeiras da lista: Apple: US$ 234,24 bilhões, alta de 9% sobre 2018 Google: US$ 167,71 bilhões, alta de 8% Amazon: US$ 125,26 bilhões, alta de 24% Microsoft: US$ 108,84 bilhões Coca-Cola: US$ 63,36 bilhões Samsung: US$ 61,09 bilhões Toyota: US$ 56,24 bilhões Mercedes-Benz: US$ 50,83 bilhões McDonald's: US$ 45,36 bilhões Disney: US$ 44,35 bilhões O Facebook, que ocupava a 9ª posição no ano passado, caiu para a 14ª. A marca apareceu no ranking pela primeira vez em 2012, no 69º lugar, e ascendeu posições nos cinco anos seguintes. No seu auge em 2017, ficou em 8° lugar com um valor de US$ 48,18 bilhões. Nesta edição, estrearam na lista o Uber, na 87ª posição, avaliado em US$ 5,71 bilhões, e o LinkedIn, na 98ª, com valor de US$ 4,83 bilhões. A marca que mais ganhou valor de 2018 para este ano foi a Mastercard, com crescimento de 25%, chegando a US$ 9,43 bilhões, no 62º lugar (salto de 8 posições). Juntas, as 100 marcas do ranking somam US$ 2,13 trilhões, alta de 5,7% sobre os US$ 2,01 trilhões apurados em 2018.
Veja Mais

17/10 - Tribunal de Justiça do Pará lança edital de concurso com salários de mais de R$ 10 mil
As inscrições poderão ser feitas no período de 22/10/2019 até 20/11/2019. Tribunal de Justiça do Pará realiza concurso público. Divulgação/TJPA O Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) lançou o edital do concurso público para o preenchimento e a formação de cadastro de reserva de 200 vagas para cargos de nível médio e superior. A remuneração chega a mais de R$ 10 mil. As inscrições poderão ser feitas no período de 22/10/2019 até 20/11/2019, às 18h (hora de Brasília-DF). Confira aqui o edital de abertura As vagas são para as seguintes áreas: Analista Judiciário: Administração; Análise de Sistema (Desenvolvimento); Análise de Sistema (Suporte); Arquitetura; Biblioteconomia; Ciências Contábeis; Comunicação Social; Direito; Economia; Enfermagem; Enfermagem do Trabalho; Engenharia Civil; Engenharia do Trabalho; Engenharia Elétrica; Estatística; Fiscal de Arrecadação; Medicina; Medicina do Trabalho; Medicina Psiquiátrica; Odontologia; Pedagogia; Psicologia; Serviço Social; Auxiliar Judiciário: Auxiliar de Consultório Dentário; Programador de Computador; Técnico em Enfermagem; Técnico em Segurança do Trabalho. Há ainda vagas para Oficial de Justiça Avaliador; Auxiliar Judiciário. Seleção A seleção para os cargos terá as seguintes fases: a) provas objetivas, de caráter eliminatório e classificatório, para todos os cargos; b) prova discursiva, de caráter eliminatório e classificatório, somente para os cargos de nível superior; c) avaliação de títulos, de caráter classificatório, somente para os cargos de nível superior. As provas objetivas, para todos os candidatos, a prova discursiva e a avaliação de títulos, somente para os candidatos aos cargos de nível superior, a avaliação biopsicossocial dos candidatos que solicitarem concorrer às vagas reservadas às pessoas com deficiência e o procedimento de verificação da condição declarada para concorrer às vagas reservadas aos candidatos negros serão realizadas nas cidades de Altamira, Belém, Marabá, Paragominas, Redenção e Santarém. As provas objetivas e a prova discursiva para os cargos de nível superior terão a duração de 5 horas e serão aplicadas na data provável de 19 de janeiro de 2020, no turno da manhã. As provas objetivas para os cargos de nível médio terão a duração de 3 horas e serão aplicadas na data provável de 19 de janeiro de 2020, no turno da tarde.
Veja Mais

17/10 - Campanha propõe R$ 0,25 a mais no preço de sanduíche para reduzir sofrimento de milhões de frangos
Segundo estudo, custo adicional permitiria que animais fossem criados com alto nível de bem-estar em vez de passarem por crescimento acelerado e de conviverem em espaços apertados. Frangos criados de maneira convencional Governo do Santa Catarina/Divulgação Basta uma moeda a mais para que milhões de animais de produção tenham uma vida melhor antes de virarem alimento em redes de fast food do Brasil, defende campanha lançada na quarta-feira (16) pela organização internacional Proteção Animal Mundial, que toma como base estudo comparativo de custos de criação de frangos no país. Segundo a entidade, ONG anteriormente conhecida como Sociedade Mundial de Proteção Animal, um sanduíche de uma rede de fast food no Brasil que usa frango criado com alto nível de bem-estar sai R$ 0,25 mais caro que aquele que contém carne de um animal criado em condições que estimulam crescimento acelerado e alta concentração de animais por metro quadrado. A pesquisa, realizada em parceria com a consultoria internacional IHS Markit, analisou custos fixos e variáveis de diferentes sanduíches de carne de frango e outros produtos de frango como nuggets. Segundo o levantamento, a carne de frango representa entre 8% e 11% do custo total do produto. "O Brasil não tem legislação específica sobre bem-estar de animais de produção e aí ficamos à mercê de quem compra os produtos. Quem impulsionará a mudança é quem consome", afirmou à Reuters a coordenadora de bem-estar animal na Proteção Animal Mundial no Brasil, Paola Rueda. A campanha da Proteção Animal Mundial é lançada em um momento de crescimento no número de consumidores que se declaram como vegetarianos ou que têm interesse em produtos alternativos à carne animal. Empresas como Fazenda Futuro, Superbom, Seara e Marfrig lançaram este ano produtos à base de plantas alternativos a itens como hambúrgueres de carne de boi e bife de frango, de olho em um mercado que está movimentando bilhões de dólares nos Estados Unidos. "Nenhuma rede fast food hoje no Brasil tem compromissos de aquisição de produtos que zelam pelo bem-estar dos animais. Estamos procurando comprometimentos no Brasil das grandes redes internacionais, que lá fora têm compromissos firmados", acrescentou ela, referindo-se a frango de corte e citando como exemplos redes como KFC , Burguer King e Subway. Crescimento acelerado Rueda comentou que atualmente o tempo médio de crescimento dos frangos no Brasil até o abate é de 42 dias, ganhando 65 gramas de peso por dia. Segundo ela, essa velocidade causa uma série de problemas aos animais e prejuízo às próprias granjas, uma vez que o desenvolvimento acelerado dos frangos gera dores crônicas e até fraturas, o que leva ao descarte. "Hoje, o frango cresce muito rapidamente por causa de melhoramentos genéticos, mas as articulações não aguentam essa velocidade de crescimento muscular. Um dos nossos pontos é que esses animais tenham um crescimento saudável, um pouco mais lento, passando de 42 para 52 dias antes do abate", disse Rueda. Espaço de criação Além do crescimento acelerado, a entidade também cita um quadro de aumento na densidade das granjas, que podem chegar a destinar um espaço menor que uma folha de papel A4 para cada frango viver. O pedido da Proteção Animal Mundial é para uma redução na média de animais por metro quadrado de 11 para 8,5. Essa redução, além de dar mais espaço às aves, ajudaria, junto com a desaceleração no crescimento, a reduzir o nível de estresse dos frangos, fortalecendo o sistema imunológico dos animais, disse Rueda. "Animal sem estresse crônico fica menos sujeito a ficar imunossuprimido e a possibilidade das bactérias se reproduzirem é menor", disse ela, citando a salmonella como exemplo. Nas contas da entidade, incluir cuidados como instalação de poleiros e fardos de feno nas granjas e garantir seis horas contínuas de escuro por dia para descanso adequado das aves, custariam 38 centavos de real a mais por quilo de ave viva. "A ideia aqui não é defender a criação de frango solto, o que geraria um custo absurdo para os produtores... O que o estudo mostra é que se mexer em todos esses outros aspectos, o bem-estar dos animais melhora muito e o custo não é tão caro." O que os restaurantes fazem? A rede Subway afirmou em comunicado que dá preferência de compra a fornecedores que compartilham do compromisso do grupo com o bem-estar animal e que todo frango servido nas lojas no país vem de aves livres de confinamento em gaiolas. "Nós já iniciamos uma transição para trabalharmos apenas com fornecedores que utilizam ovos de galinhas não confinadas em gaiolas. Nos comprometemos que até 2025 ou antes, 100% dos ovos utilizados nas fórmulas dos produtos nos restaurantes da Subway Brasil, serão de galinhas não submetidas a confinamento." Por sua vez, a KFC Brasil, franquia master da rede KFC, afirmou em comunicado que "embora alguns mercados estejam mais avançados do que outros nessas áreas (de bem estar animal), nosso objetivo é a melhoria contínua dos padrões de cuidados com animais em todo o mundo". A companhia afirmou ainda que sua política global é concentrada em quatro áreas principais de saúde e bem-estar animal: taxas de mortalidade reduzidas, saúde animal aprimorada, mobilidade animal e redução do estresse. O Burguer King Brasil afirmou que "possui políticas rígidas relacionadas ao bem estar animal que precisam ser cumpridas para que um fornecedor seja homologado. A rede reforça o seu compromisso na escolha de seus parceiros para oferecer respeito e qualidade em toda cadeia produtiva".
Veja Mais

17/10 - Reforma administrativa tem 'mais consenso' que tributária e pode ser encaminhada ainda neste mês, diz Mansueto
Para secretário do Tesouro Nacional, existe hoje 'um ambiente muito positivo' de discussão sobre os salários do funcionalismo público. 'Nível de engessamento do orçamento brasileiro não tem paralelo no mundo', diz Mansueto Almeida Alan Teixeira/BTG Pactual Divulgação A reforma administrativa tem hoje mais consenso do que a tributária, segundo o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida. A proposta que altera as regras do serviço público está bem adiantada e poderá ser encaminhada ao Congresso Nacional ainda neste mês, disse em evento nesta quinta-feira (17) em São Paulo. Déficit da União deve fechar ano em R$ 80 bilhões, prevê Paulo Guedes De acordo com o secretário, existe hoje "um ambiente muito positivo de discussão de salários, de regras de aumento salarial" do funcionalismo, por exemplo. "Tudo isso cria um ambiente positivo para se discutir a reforma administrativa", disse a jornalistas após apresentação no Brasil Financial Summit. Segundo Mansueto, a reforma deve incluir medidas para conter o crescimento dos salários de servidores públicos em âmbito federal. "O governo precisa recuperar capacidade de investimento", voltou a dizer. "A despesa obrigatória está crescendo no Brasil R$ 80 bilhões por ano." Déficit primário de 2019 deve ficar abaixo de R$ 100 bi, diz secretário do Tesouro Em sua fala, Mansueto ressaltou que, do orçamento de R$ 1,48 trilhão previsto para o próximo ano, apenas 7%, ou R$ 105 bilhões, podem ter a alocação decidida pelo Congresso, posto que 93% da despesa tem destinação obrigatória. Assim, apenas R$ 19 bilhões deverão ser destinados para investimentos. "O nível de engessamento do orçamento brasileiro não tem paralelo no mundo", disse. Ainda segundo o secretário, a reforma tributária não sairá rapidamente. "A reforma tributária não vai sair rápido, essa reforma é algo muito complexo, que não tem unidade dentro do setor produtivo", disse. "Mas nosso sistema é tão ineficaz, ele tem tantas regras, que temos espaço para, na margem, ir melhorando muita coisa, até que se consiga o consenso para fazer uma reforma tributária mais ampla." Equilíbrio fiscal dos estados O secretário do Tesouro afirmou ainda que o Plano de Equilíbrio Fiscal (PEF) dos estados, conhecido como "Plano Mansueto", pode ser votado na Câmara nos próximos 30 a 50 dias. Ele lembrou que, dos 27 estados brasileiros, 14 têm nota de classificação C, três têm nota D e dez têm notas A e B. Apenas esses últimos conseguem empréstimos com garantia da União. Os estados com nota D – Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais – têm um programa especial que é o Regime de Recuperação Fiscal. "Os outros 14 estados têm o PEF, que já foi enviado para o Congresso", afirmou. "Estive no Congresso essa semana, conversando com alguns deputados, e há perspectiva do PEF ser votado na Câmara nos próximos 30 a 50 dias.” Segundo ele, isso será muito positivo. "O PEF permite a um governador, se ele nos mostrar que vai fazer um ajuste, que vai recuperar a nota B até o final do mandato dele, até 2022, ele faz jus a um empréstimo com garantia da União, que será dividido em parcelas", explicou. As parcelas serão liberadas na medida em que os dados melhorem. "Isso é um avanço, porque, em muitos estados, no Nordeste por exemplo, estamos falando de um ajuste fiscal de R$ 1,5 bilhão, R$ 1,3 bilhão, R$ 1,6 bilhão, que dá perfeitamente para ser feito nos próximos quatro anos", afirmou. Mansueto reforçou a importância de estados fazerem suas reformas da Previdência. "Será impossível eles controlarem a despesa sem uma reforma", disse, lembrando que o Rio Grande do Sul já está tocando uma reforma da Previdência e administrativa por conta própria. Goiás também deve seguir pelo mesmo caminho. "Os estados estão tomando medidas para fazer a reforma da Previdência. Não sei se todos farão, mas todos deveriam fazer." Assim, não haveria perigo de o desequilíbrio dos estados se transformar num desequilíbrio macroeconômico. "86% da dívida dos estados no Brasil está concentrada em quatro Estados, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais", destacou Mansueto, acrescentando que, destes, São Paulo está pagando a dívida em dia e os demais devem fazer ajustes mais duros como parte do Regime de Recuperação Fiscal. "A situação não vai piorar. Não há risco de os estados, no curto prazo, causarem algum problema que afete do ponto de vista macroeconômico", concluiu. Novos produtos no Tesouro Direto Mansueto Almeida disse também que o governo está estudando incluir novos produtos no Tesouro Direto, com foco em investimentos de longo prazo a baixo custo. Essas novas alternativas poderão ser apresentadas no próximo ano. "Estamos com algumas simulações, discutindo novos produtos", afirmou. "Ainda vamos discutir com o ministro [da Economia, Paulo Guedes], mas possivelmente o Tesouro Direto será ampliado." Segundo ele, não estão em estudo novos indexadores, mas novas modalidades de aplicação para longo prazo. "Hoje você só encontra esse produto em banco, seria uma forma de oferecer produto semelhante, com custo muito baixo, para qualquer pessoa, que vai aplicar diretamente via computador ou celular." Mansueto diz que a ideia não é competir com os bancos. "Tesouro não é banco, mas a ideia é, dentro do que já existe de Tesouro Direto, ter algumas alternativas a mais, focadas em longo prazo, com a taxa de serviço próxima de zero, sem taxa de custódia." Para Mansueto, a novidade é necessária num cenário em que o país caminha para ser uma economia estável, com juros baixos e inflação controlada. "Naturalmente, algumas pessoas vão prezar muito mais a segurança, ter uma aplicação de longo prazo. Esse produto hoje, via Tesouro Direto, ainda não temos. Então, queremos focar nisso."
Veja Mais

17/10 - Zoológico de Paris exibe organismo unicelular primitivo 'imortal' que pode alcançar até 10 metros
Não é animal, planta, nem mesmo fungo, mas um organismo primitivo, que apareceu há 500 milhões de anos, antes do reino animal. 'Physarum Polycephalum' é conhecido como Blob, organismo unicelular que não é nem planta nem fungo ou animal. Stephane de Sakutin/AFP Ele não tem boca, estômago ou cérebro, mas se alimenta, se locomove e tem capacidade mnemônica. Trata-se do Blob, um curioso organismo unicelular que pela primeira vez será apresentado ao público no zoológico de Paris, anunciou nesta quinta (17) a instituição. Os novos astros do zoológico localizado no Bosque de Vincennes, que fascinam por terem 720 aparelhos sexuais e serem quase imortais, foram instalados no vivário, onde o público poderá vê-los a partir de sábado (19). Fungo resistente a medicações preocupa especialistas pelo mundo Nasa encontra material orgânico em Marte que pode ser evidência de vida no passado "Nossa missão também é mostrar os mistérios da natureza", disse Bruno David, presidente do Museu Nacional de História Natural de Paris e do Parque Zoológico. Instalado ao abrigo da luz, o Physarum polycephalum é uma massa esponjosa, amarela e viscosa, também conhecida como Blob, em alusão ao filme de 1958 com Steve McQueen, sobre uma criatura pegajosa extraterrestre que devora tudo em seu caminho. Organismo unicelular exposto no Zoológico de Paris é capaz de aprender mesmo não tendo neurônios Stephane de Sakutin/AFP Não é animal, planta, nem mesmo fungo, mas um organismo primitivo, que apareceu há 500 milhões de anos, antes do reino animal. "Não sabemos muito bem onde colocá-lo no repertório do reino de seres vivos", explicou Bruno David. Durante um tempo foi considerado um fungo, antes de unir-se nos anos 1990 aos mixomicetos, um grupo de protistas. Como é unicelular, ao iniciar seu ciclo é microscópico e, portanto, difícil de detectar em seu ambiente, à sombra em florestas temperadas ou em locais subterrâneos. Organismo Physarum Polycephalum, conhecido como Blob, exposto no Zoológico de Paris Stephane de Sakutin/AFP Resistente ao micro-ondas Mas tem vários núcleos, que podem se multiplicar ou dividir à vontade. "Blobs de todos os tamanhos podem ser criados, nenhum limite é conhecido", explicou à AFP a etóloga Audrey Dussutour, do Centro Nacional de Pesquisa Científica da França e especialista neste protista. Esse organismo pode atingir até 10 metros em laboratório, onde pode ser subdividido por corte, uma vez que os fragmentos cicatrizam. Nas câmaras de cultura do zoológico, os especialistas criam novos espécimes diariamente, a partir da mesma amostra, para poder apresentar o maior número possível ao público. Marlène Itan, uma "blobicultora" recente, irriga e alimenta todos os dias os "bebês". "Sempre mudam. Você não sabe o que vai encontrar quando chegar!", assegura. Esse organismo realmente não para de surpreender. Pode morrer de várias maneiras, mas também entrar em estado dormente, secando a si mesmo. Blob, organismo primitivo unicelular exposto no zoológico de Paris Stephane de Sakutin/AFP "Nesse estado, é quase imortal. Você pode até mesmo colocá-lo no micro-ondas por vários minutos!", de acordo com Dussutour. Uma vez que é umidificado, pode começar de novo, iniciando seu ciclo do zero, acrescenta a pesquisadora, que possui um laboratório de amostras com mais de 70 anos. Outra curiosidade: graças à corrente que circula em sua rede venosa, o Blob se move, entre um e quatro centímetros por hora. Como observá-lo através de um copo não é muito espetacular, o zoológico concebeu uma museologia interativa para vê-lo em ação através de vídeos de imagens aceleradas. Tela mostra organismo Physarum Polycephalum, no Zoológico de Paris Stephane de Sakutin/AFP Capaz de memorizar Seu sistema vascular complexo apaixona também os físicos. Alguns até tentam se inspirar para aplicá-lo nas redes elétricas. Apesar da ausência de um sistema nervoso, ele é capaz de memorizar. O zoológico mostra uma experiência que mostra como pouco a pouco ele aprende a ignorar o sal (que a priori causa repulsa a ele) colocado no caminho em direção a sua comida. Com seus 720 sexos diferentes, possui uma reprodução sexual semelhante à do fungo. "Como surgiu antes, foram os fungos e os animais que se inspiraram em seus hábitos", segundo Dussutour. O Physarum polycephalum, no entanto, é inofensivo, destacam.
Veja Mais

17/10 - Bovespa passa a cair pressionada por ações de bancos
Na véspera, a Bolsa fechou em alta de 0,89%, a 105.422 pontos – maior patamar de fechamento desde 10 de julho. A Bovespa mudou de rumo e operava em queda na tarde desta quinta-feira (17), apesar do maior otimismo nos mercados internacionais após anúncio de um acordo para o Brexit entre o Reino Unido e a União Europeia. Às 15h38, o Ibovespa caía 0,27%, a 105.135 pontos, pressionado pela queda de ações de bancos e em movimentos de realização de lucros. Veja mais cotações. Entre as principais baixas do índice, os papéis do Bradesco caíam cerca de 0,7%, e os do Itaú recuavam mais de 0,5%. A dificuldade do Ibovespa em engatar a 7ª alta seguida ocorre após o índice acumular avanço de 5,4% nos últimos seis pregões, o que o levou para perto de sua máxima histórica de fechamento, abrindo espaço para ajustes de posições por investidores para embolsar ganhos. No pregão anterior, a bolsa fechou em alta de 0,89%, a 105.422 pontos – maior patamar de fechamento desde 10 de julho. Na parcial do mês, o Ibovespa tem alta de 0,65%. No ano, o avanço chega a quase 20%. O recorde de fechamento do Ibovespa foi registrado em 10 de julho, a 105.817 pontos. A máxima intradia histórica é daquela mesma sessão, quando chegou a 106.650 pontos. Bolsas nos Estados Unidos e na Europa mostravam ganhos, após o anúncio de que o Reino Unido e a União Europeia chegaram a um novo acordo sobre o Brexit foi feito horas antes da reunião em Bruxelas que reunirá representantes europeus para apreciar e votar o acordo. Posteriormente, o texto também deve ser aprovado pelo Parlamento britânico. Boris Johnson enfrenta, porém, resistência para reunir maioria dos parlamentares para aprovar o novo texto em uma sessão extraordinária, que deve acontecer no sábado. Isso deixou os investidores cautelosos e fez com que a maioria das bolsas europeias terminasse o pregão em queda. Também na cena externa, a China disse que espera chegar a um acordo por etapas na disputa comercial com os Estados Unidos e cancelar tarifas o mais rápido possível, segundo informou nesta quinta o Ministério do Comércio. A expectativa é de que um acordo possa ser assinado durante a cúpula dos países Ásia-Pacífico, no Chile, nos dias 16 e 17 de novembro. Cenário doméstico A equipe da corretora Planner chamou a atenção para decisões importantes na pauta política na próxima semana, quando está prevista a votação da reforma da Previdência pelo plenário do Senado. Também na próxima semana começa a safra de balanços de companhias brasileiras. A XP Investimentos disse que aguarda uma temporada relativamente fraca, citando um cenário ainda desafiador para a atividade econômica.
Veja Mais

17/10 - Brasil registra saldo negativo de empresas pelo 4º ano consecutivo em 2017, diz IBGE
Levantamento do órgão aponta que país perdeu 22.932 empresas em 2017. Pesquisa mostra também que 6 em cada 10 empresas abertas em 2012 encerraram atividades em 5 anos Pelo quarto ano consecutivo, o Brasil registrou saldo negativo de empresas formais – houve mais empresas fechadas que abertas no país. O levantamento faz parte Demografia das Empresas e Empreendedorismo 2017, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com a pesquisa, em 2017 o saldo de empresas - registrado pela diferença entre entradas e saídas – permaneceu negativo, da mesma forma como ocorreu em 2014, 2015 e 2016. Em 2017, as saídas de empresas do mercado totalizaram 699,4 mil e as entradas somaram 676,4 mil. Ou seja, naquele ano o país perdeu um total de 22.932 empresas. A pesquisa analisa a dinâmica empresarial através de indicadores de entrada, saída, reentrada e sobrevivência das empresas no mercado, pessoal ocupado assalariado, estatísticas das empresas de alto crescimento e gazelas, além de indicadores relativos às unidades locais das empresas e atividades. De 2014 a 2017, o país perdeu 316,6 mil empresas, segundo o IBGE. Em 2014, foram 217.687 empresas a menos. Em 2015, 4.984 fecharam as portas. Em 2016, 71.077 empresas deixaram de existir. As 22.932 empresas que passaram a não operar mais em 2017 consolidaram o quarto ano negativo em sequência. Quantidade de empresas fechadas Arte/G1 "Os números de 2017 são melhores que os de 2016, mas ainda estão muito aquém dos índices que tínhamos no início da década de 2010, quando o número de empresas que entravam no mercado era muito maior", explicou a técnica da Coordenação de Cadastro e Classificação, Denise Guichard Freire. O ano de 2017 marcou o início da recuperação da economia brasileira, após mais de 2 anos de recessão. Em 2017, o PIB do país registrou alta de 1,1%, após retração de 3,5% em 2015 e de 3,3% em 2016. Em 2017, o Cadastro Central de Empresas (Cempre) somava 4,5 milhões de empresas ativas, que ocupavam 38,4 milhões de pessoas, sendo 31,9 milhões (83,1%) como assalariadas e 6,5 milhões (16,9%) como sócio ou proprietário. Taxa de sobrevivência após 1 ano foi de 84,8% A taxa de sobrevivência das empresas ativas no Brasil em 2017 - que estiveram em operação entre 2016 e 2017 – foi de 84,8%, o que representa 3,8 milhões de empresas. Já a taxa de entrada ficou em 15,2% e a de saída, 15,7%. Com isso, o saldo de empresas foi negativo (menos 22,9 mil). As regiões Sul (86,6%) e o Sudeste (85,0%) registraram as maiores taxas de sobrevivência de empresas, enquanto as maiores taxas de entrada e saída foram observadas nas regiões Norte (19,0% e 18,8%), Centro-Oeste (17,2% e 16,4%) e Nordeste (16,9% e 16,9%). Eletricidade e gás foi a atividade que apresentou a maior taxa de entrada de empresas no mercado em 2017 (23,3%), enquanto construção registrou a maior taxa de saída (20,8%). Do total de pessoas ocupadas (38,4 milhões) em 2017, 95,6% estavam nas empresas sobreviventes; 4,4%, nas entrantes e 3,6%, nas que saíram do mercado. O percentual de pessoal ocupado assalariado masculino foi maior nas empresas sobreviventes (60,9%) do que nas que entraram (57,6%) e nas que saíram (59,5%). Já a participação do pessoal assalariado sem nível superior foi de 85,7% nas empresas sobreviventes, 91,3% nas que entraram no mercado e 92,4% nas que saíram. 6 em cada 10 empresas abertas em 2012 encerraram atividades em 5 anos A pesquisa mostra também que seis em cada dez companhias abertas em 2012 encerraram suas atividades em 5 anos. Entre as empresas que nasceram em 2012, a taxa de sobrevivência foi de 78,9% após 1 ano de funcionamento (2013), 64,5% após 2 anos (2014), 55% após 3 anos (2015), 47,2% após 4 anos (2016) e 39,8% após 5 anos (2017). As empresas que nasceram em 2008 tiveram as maiores taxas de sobrevivência num período de cinco anos. Do total de empresas que nasceram em 2008 (558,6 mil), 81,5% sobreviveram até 2009, 70,8% sobreviveram após dois anos, 61,0% após três anos e 47,8% após cinco anos. Já as menores taxas de sobrevivência foram observadas dentre as empresas que nasceram em 2013: 71,9% sobreviveram após 1 ano, 61,0% após 2 anos, 51,5% após 3 anos e 42,6% após cinco anos. Número de assalariados No comparativo com 2016, 2017 registrou um decréscimo de 0,5% no número de empresas que fecharam e de 0,4% tanto no pessoal ocupado total (163 mil) quanto no pessoal ocupado assalariado (134,9 mil). Em 2017, as entradas de empresas no mercado representaram 829,4 mil pessoas assalariadas no mercado de trabalho formal, um ganho de 2,6%. As saídas, por sua vez, corresponderam a um total de 469,4 mil pessoas assalariadas, o que gerou uma perda de 1,5%. A diferença entre entradas e saídas resultou em um saldo positivo de pessoal assalariado de 360 mil pessoas. Na comparação com 2016, as entradas de empresas no mercado foram 4,3% maiores e ocasionaram um acréscimo de pessoal ocupado assalariado de 12,2%. As saídas de empresas, por sua vez, foram 2,8% menores e, no pessoal ocupado assalariado, redução de 7,4%. Entre as empresas sobreviventes em 2017, quase 60% têm pelo menos uma pessoa assalariada. “Já a maioria das empresas que fecham é formada apenas pelos donos e sócios”, explicou a analista da pesquisa, Denise Guichard. Empreendedorismo Em relação ao empreendedorismo, o número de empresas de alto crescimento (20.306) foi o menor da série iniciada em 2008 (30.954), enquanto o maior foi registrado em 2012 (35.206). Entre 2016 e 2017, houve redução do número de empresas de alto crescimento, tanto em termos absolutos (692 empresas) como relativos (3,3%). As empresas de alto crescimento representavam 0,5% das empresas ativas, 0,8% das empresas com pessoas ocupadas assalariadas e 4,5% das empresas com 10 ou mais pessoas ocupadas assalariadas. A Região Sudeste apresentou a maior concentração de unidades locais e de pessoal ocupado, tanto nas empresas de alto crescimento (49,2% e 50,8%) como nas empresas com 10 ou mais pessoas assalariadas (49,5% e 52,9%). Do total de empresas de alto crescimento, 11,9% eram as chamadas "gazelas", que crescem muito e rápido (2.422) – estas empregavam 198,8 mil pessoas assalariadas. A maioria dessas empresas estava na faixa de 10 a 49 assalariados (59,9%). Entre os assalariados, a maior participação era de homens (64,5%) e de pessoas sem nível superior completo (89,7%). Mobilidade Em 2016, 38,6% das empresas estavam na faixa de 0 pessoas ocupadas assalariadas; 50,4%, na faixa de 1 a 10; 9,1%, na faixa de 11 a 49; e 1,8%, na faixa de 50 ou mais. Já em 2017, o percentual era: 40,7% (faixa de 0 pessoas ocupadas assalariadas), 47,7% (faixa de 1 a 10), 8,6% (faixa de 11 a 49) e 1,7% (faixa de 50 ou mais). Com relação à mobilidade das empresas sobreviventes de 2016 para 2017, 86,3% das empresas se mantiveram na faixa de pessoal ocupado assalariado, 5% mudaram para faixa superior e 7,3% caíram para faixa inferior de pessoal assalariado.
Veja Mais

17/10 - China diz que espera alcançar pacto comercial em fases com os EUA
Expectativa é de que um acordo possa ser assinado durante a cúpula dos países Ásia-Pacífico, no Chile, nos dias 16 e 17 de novembro. O presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping, durante cúpula dos líderes do G20 realizada em junho no Japão Kevin Lamarque/Reuters A China espera chegar a um acordo por etapas na disputa comercial com os Estados Unidos e cancelar tarifas o mais rápido possível, disse o Ministério do Comércio nesta quinta-feira, acrescentando que guerras comerciais não têm vencedores. Um acordo por etapas ajudará a restaurar a confiança do mercado e reduzir a incerteza, disse o porta-voz do ministério, Gao Feng, a repórteres, acrescentando que os dois lados mantêm uma comunicação próxima. "O objetivo final das negociações de ambos os lados é acabar com a guerra comercial e cancelar todas as tarifas adicionais", disse Gao. "Isso beneficiaria a China, os EUA e o mundo inteiro. Esperamos que os dois lados continuem a trabalhar juntos, avancem nas negociações e cheguem a um acordo em fases o mais rápido possível." Em entrevista à CNBC, o assessor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, disse nesta quinta que a fase 1 do acordo comercial com a China é "séria" e vai além das compras chinesas de produtos agrícolas norte-americanos, incluindo a abertura de barreiras não-tarifárias à agricultura. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, delineou a "fase 1" de um acordo em 11 de outubro e suspendeu um aumento tarifário planejado, mas autoridades de ambos os lados disseram que muito mais trabalho precisa ser feito. Os negociadores comerciais dos EUA e da China estão trabalhando para definir um texto para a "fase um" do acordo comercial, para que seus presidentes assinem no próximo mês, disse o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, na quarta-feira. Mnuchin disse que o "objetivo" do governo Trump é que o acordo seja assinado entre os presidentes dos dois países em uma cúpula de 16 e 17 de novembro dos países da Apec em Santiago, no Chile. Representantes de menor escalão de ambos os países estão trabalhando em detalhes de um acordo agora, disse Gao. Guerra comercial: entenda as tensões entre China e EUA e as incertezas para a economia mundial A disputa comercial entre China e Estados Unidos vem causando preocupações em todo o mundo desde o começo de 2018, quando o presidente norte-americano, Donald Trump, fez o primeiro anúncio de tarifas impostas sobre produtos chineses. Desde então, foram feitas algumas tentativas de acordo, mas os rompimentos de tréguas com novos anúncios e ameaças de retaliações frustraram expectativas de solução.
Veja Mais

17/10 - BB Seguridade anuncia renúncia de presidente de conselho de administração
Carlos Motta dos Santos, atual vice-presidente do colegiado, irá assumir o cargo. A BB Seguridade, empresa de seguros e previdência do Banco do Brasil, informou nesta quinta-feira (17) a renúncia do presidente do conselho de administração, Marcelo Augusto Dutra Labuto. "Para exercer tal função, os membros do Conselho de Administração elegeram o Sr. Carlos Motta dos Santos, atual vice-presidente do órgão colegiado", disse em comunicado ao mercado. A BB Seguridade marcou para o dia 30 de outubro uma assembleia geral extraordinária (AGE) para aprovar uma redução de capital de R$ 2,7 bilhões e a possibilidade de vender ações em tesouraria, além de modificações no estatuto. Se aprovado, cada acionista deve receber aproximadamente R$ 1,35 por ação, a ser pago em 60 dias.
Veja Mais

17/10 - Dólar passa a subir em relação ao real em meio a ajustes
No dia anterior, moeda dos EUA fechou em queda de 0,25%, a R$ 4,1535. Dólar Reprodução/TV Globo O dólar passou a subir na tarde desta quinta-feira (17), em dia marcado por volatilidade em meio a ajustes de investidores, apesar do cenário externo mais tranquilo após o acordo para o Brexit entre o Reino Unido e a União Europeia. Às 15h45, a moeda norte-americana subia 0,14%, a R$ 4,159. Na máxima do dia até o momento chegou a subir 0,65%, a R$ 4,1806. Na mínima, recuou 0,63%, a R$ 4,1271. Veja mais cotações. No dia anterior, o dólar fechou em queda de 0,25%, a R$ 4,1535. Na parcial do mês, o dólar acumula queda de 1,20%, mas no ano há alta de cerca de 7%. Para Cleber Alessie Machado, operador da H. Commcor, as notícias positivas do dia não tiveram força para se sobressaírem ao pano de fundo dos últimos dias no mercado local, marcado por menor atratividade da moeda brasileira com a perspectiva de que cortes adicionais na taxa Selic tendem a aumentar a reduzir o diferencial de juros com o exterior, destaca o Valor Online. Para Jefferson Rugik, diretor superintendente da Correparti Corretora, no início da sessão o dólar mostrou queda dado o "desmanche de posições defensivas" em função da cena externa mais otimista. "No entanto, quando o dólar bateu a mínima, o valor serviu de oportunidade de saída para os fundos estrangeiros que já estão em ritmo de fuga do país", afirmou à Reuters o analista. Na quarta-feira, o Banco Central divulgou dados do fluxo cambial do país, que apontaram para um déficit de US$ 3,186 bilhões entre 7 e 11 de outubro. Os dados marcaram a nona semana consecutiva de fluxo negativo no Brasil, com o país registrando perda de 17,788 bilhões de dólares em termos líquidos no período. Segundo operadores, o fluxo de saída de capital é consequência de uma maior percepção de cortes na taxa básica de juros pelo BC, uma vez que uma nova redução da Selic pode piorar a relação risco/retorno de aplicações na renda fixa doméstica, destaca a Reuters A confirmação de um novo acordo do Brexit impulsionava os mercados financeiros da Europa nesta quinta-feira, elevando os principais índices acionários do continente a um pico de um ano e meio. A libra esterlina e o euro se valorizam frente ao dólar. a moeda britânica saltou mais de 1% contra o dólar. Já o euro atingiu níveis mais altos em quase dois meses, o chegou a subir 0,5%, para US$ 1,114. O anúncio de que o Reino Unido e a União Europeia chegaram a um novo acordo sobre o Brexit foi feito horas antes da reunião em Bruxelas que reunirá representantes europeus para apreciar e votar o acordo. Posteriormente, o texto também deve ser aprovado pelo Parlamento britânico. Boris Johnson encontra resistência para reunir maioria dos parlamentares para aprovar o novo texto em uma sessão extraordinária que deve acontecer no sábado. Na cena doméstica, investidores também se mantêm atentos ao julgamento que pode rever a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o início de cumprimento da pena após a condenação em segunda instância nesta quinta-feira.
Veja Mais

17/10 - Bolsas da Europa fecham em queda com preocupações sobre acordo do Brexit
Mais cedo, ações europeias chegaram a subir. Apenas Londres e Lisboa ficaram no azul. Reino Unido e União Europeia chegam a acordo sobre o Brexit Com exceção das bolsas de Londres e de Lisboa, as ações europeias caíram nesta quinta-feira (17), apesar de terem subido pela amanhã após o anúncio de que o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, e autoridades da União Europeia chegaram a um acordo sobre o Brexit. O otimismo dos investidores foi reduzido por conta de preocupações sobre o apoio ao pacto no parlamento britânico. Entenda os principais pontos da nova proposta de acordo para o Brexit e veja o que, segundo os críticos, pode manter entrave O índice FTSEurofirst 300 caiu 0,12%, a 1.541 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 perdeu 0,1%, a 393 pontos, depois de ganhar até 0,9% durante o pregão. As ações de empresas britânicas e irlandesas com foco doméstico – que passaram a ser vistas como um indicador do sentimento do Brexit – devolveram ganhos depois que o Partido Unionista Democrático da Irlanda do Norte (DUP) disse que votará contra o acordo em uma sessão extraordinária no sábado. O índice de mid-caps de Londres fechou apenas com leve alta de 0,16%, enquanto as ações irlandesas caíram 0,9% em meio a dúvidas sobre se o primeiro-ministro Boris Johnson conseguirá a aprovação do parlamento britânico para qualquer acordo. "Infelizmente é cedo demais. Eu não adotaria nenhuma direção nesse momento", disse Michael Bell, estrategista do JP Morgan. Após o anúncio do acordo, a libra esterlina saltou mais de 1% em relação ao dólar. A moeda do Reino Unido avançou 6% contra o dólar nas últimas seis sessões, maior série de ganhos desde outubro de 1985, de acordo com dados da Refinitiv. Em Londres, o índice Financial Times avançou 0,20%, a 7.182 pontos. Em Frankfurt, caiu 0,12%, a 12.654 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 perdeu 0,42%, a 5.673 pontos. Em Milão, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 0,23%, a 22.375 pontos. Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou baixa de 0,50%, a 9.340 pontos. Em LISBOA, valorizou-se 0,28%, a 5.013 pontos.
Veja Mais

17/10 - O que levar em consideração na hora de escolher um smartwatch?
Resistência a água, bateria, funções esportivas e de saúde. Blog apresenta algumas das funções que existem nos smarwatches, para ajudar na escolha de um modelo ideal. Quando os smartphones assumiram protagonismo entre os acessórios, diversos itens se tornaram dispensáveis. Os relógios de pulso, por exemplo, tiveram a função de mostrar as horas incorporada ao celular, o que levou muitos a prever o declínio desse objeto, que era desejo de muitos consumidores. Mas os relógios também se tornaram digitais e tiveram seu conceito reformulado pela indústria: receberam funções que, antes, estavam disponíveis apenas nos smartphones, além de novas características, muito vinculadas a esporte e saúde. Blog apresenta algumas das principais funções dos smartwatches. Fábio Tito/G1 O Apple Watch provavelmente é o wearable mais lembrado quando falamos desse acessório. A primeira geração dele serviu de inspiração para a criação de centenas de modelos similares, e outros fabricantes passaram a investir numa linha de produtos desse tipo. Os primeiros modelos eram úteis, porém limitados. Boa parte das funcionalidades eram dependentes da conectividade com o smartphone — na prática os relógios cumpriam o papel de mostradores de notificações de mensagens recebidas no celular. Nas gerações seguintes os modelos passaram a operar de maneira independente e começaram a ter até conectividade própria, com disponibilidade de rede celular e conectividade com fones sem fio. Na coluna de hoje serão apresentadas características que devem ser levar em conta na hora de escolher o smartwatch ideal. Conectividade com o celular O smartwatch, por mais que ofereça recursos próprios, se torna mais útil quando for capaz de sincronizar dados com o celular. E para que isso ocorra, o smartphone precisa ter um aplicativo compatível com o relógio. Smartwatches mais baratos podem não oferecer aplicativos oficiais. São muitos modelos que indicam sites para baixar o app de sincronia de dados. O problema de baixar esses aplicativos fora das lojas oficiais é que será preciso alterar as configurações de segurança do Android, permitindo a instalação de aplicativos a partir de fontes desconhecidas. No caso da Apple, esse download não é permitido pelo sistema. Resistência a água Um bom relógio não deve estar vulnerável a água, mas isso não significa que, necessariamente, ele tenha que servir como um acessório de mergulho. O ideal é que ele seja capaz de suportar pequenas imersões na água sem que isso comprometa o seu funcionamento. Deve vir indicado no manual do fabricante qual é a capacidade suportada de imersão. Veja as métricas nesses casos: 3 ATM ou 30 metros: suporta respingos de água, como chuva ou no momento de lavar as mãos. 5 ATM ou 50 metros: permite que você tenha um contato um pouco maior com a água, como durante a lavagem do seu carro. 10 ATM ou 100 metros: apesar de não ser indicado para mergulhos em grandes profundidades, possibilita que você entre no mar e na piscina por um período mais prolongado. 15 ATM ou 150 metros: é possível mergulhar (quando não tiver usando equipamentos) em profundidades maiores e também praticar esportes aquáticos. 20 ATM ou 200 metros: muito resistente, permite mergulhar com equipamentos em grandes profundidades. Autonomia de bateria Um dos pontos fracos encontrados na primeira geração de smartwatches, era a autonomia da bateria. Boa parte dos modelos requeriam que a bateria fosse carregada durante a noite. Essa limitação impedia que fosse usada a função de monitoramento do sono, pois para que ela coletasse dados do usuário enquanto ele estivesse dormindo, seria preciso estar usando o relógio. O tempo de duração varia conforme o uso das funções do relógio e a permanência em que ele ficar sincronizando dados pelo Bluetooth. Ajustes no brilho da tela, ativação do display para exibição da hora, entre outras configurações ajudam a economizar energia. Existem alguns modelos que utilizam bateria não recarregável, e que podem ser usados durante meses e após a bateria precisa ser substituída por um relojoeiro. Geralmente esses modelos possuem um display muito semelhante ao de um relógio digital convencional, para poupar energia da bateria. O leitor deve ficar muito atento a esse quesito. Quanto maior for a autonomia da bateria, melhor. Autonomia da bateria depende das características e funções do smartwatch. Thiago Lavado/G1 Durabilidade e materiais A qualidade dos componentes usados na construção do relógio é fundamental para uma maior durabilidade, principalmente o material empregado na construção da tela. Os smartwatches podem ser feitos de vários materiais, como aço inoxidável, alumínio, PVC, fibra de carbono. Isso influencia diretamente no conforto de usá-lo e também na resistência a pequenos impactos. A tela é um dos itens mais sensíveis, e a sua resistência também deve ser levada em consideração. É possível encontrar modelos com tela Gorilla Glass, safira, vidro. A maioria dos modelos de entrada apresentam telas Gorilla Glass. A pulseira também é um item que não deve ser ignorado. Alguns modelos oferecem a possibilidade de opções personalizada, para fazer esportes ou com uma cara mais social, com materiais e cores diferentes. É importante verificar a disponibilidade e custo das peças de reposição. Funcionalidades e aplicativos Não basta ser um relógio bem construído, com uma boa autonomia de bateria, se ele não oferecer funcionalidades relevantes, pois são elas que determinam o quanto ele será útil. Os principais sistemas operacionais que equipam os relógios inteligentes são os seguintes: Android Wear; Tizen for Wearables; WebOS; FitbitOS; WatchOS; Amazfit OS; Cada uma dessas plataforma oferece a possibilidade de instalar os seus aplicativos. Os modelos de relógios mais simples utilizam um sistema operacional capaz apenas de realizar as funções básicas e sincronização de dados com o celular — não é possível baixar e instalar aplicativos no próprio relógio. Poder instalar apps adicionais, aumenta a disponibilidade de funções para o smartwatch. Veja algumas das funções nos aparelhos. Acelerômetro É o sensor principal para a coleta de dados relacionados ao movimento. Essas informações são utilizadas nas funções de controle do sono, contador de passos, exibição de notificações. Aplicativos para prática de esportes Os aplicativos correspondem as funcionalidades do relógio, para quem pretende usá-lo para gerenciar a prática de atividades esportivas (corrida, ciclismo, natação, caminhada), é importante avaliar o funcionamento de cada app. Alguns modelos mais completos permitem baixar e instalar aplicativos adicionais. O monitor de sedentarismo, por exemplo, exibe um alerta baseado no tempo de inatividade do usuário. Já o contador de passos é uma outra maneira de coletar dados e indicar o quanto o usuário é ativo. Especialistas recomendam 10 mil passos por dia. Monitor do sono É um recurso que indica as interrupções que ocorreram durante o período de sono, para a coleta de dados é necessário estar usando o relógio. Os dados são apresentados pelo aplicativo de gerenciamento do dispositivo ou por aplicativos específicos, feitos para esse fim. Esse tipo de indicador serve para aferir a qualidade do sono "profundo". A qualidade do sono representa mais saúde e o relógio ajuda a evidenciar algum tipo de distúrbio na qualidade do repouso. Gravador de voz A opção de gravador de voz não está presente em todos os modelos, pois ela depende de uma capacidade de armazenamento de dados adicional. É preciso verificar no manual do aparelho sobre a disponibilidade desse recurso. GPS É um item indispensável para quem faz caminhadas ou corridas de rua. As informações são coletadas e apresentadas no app que gerencia os recursos do relógio. A precisão do GPS é desejável para fazer um histórico preciso da atividade, apresentar estatísticas do desempenho. Nem todos os relógios oferecem essa função, pois aumenta consideravelmente o preço. Monitor de batimentos cardíacos A medição do número de batimentos é feita com a ajuda dos LEDs, que ficam piscando interruptamente durante centenas de vezes por segundo. Eles servem para identificar a intensidade em que o fluxo sanguíneo corre pelas veias, então o sensor do smartwatch detecta e contabiliza esse número, fazendo o cálculo entre o intervalo de tempo em cada batida. A coleta de dados vitais é um recurso presente em boa parte dos relógios inteligentes. Alguns oferecem a leitura do quantidade de batimentos cardíacos, pressão sanguínea e até eletrocardiograma (ECG). Já existem modelos que contam com um chip de inteligência artificial para a medição e monitoramento da biometria cardíaca — esses podem indicar anormalidades e ajudam na prevenção de doenças. Mas a leitura dos dados vitais, para não haver distorções, requer que o usuário siga todas as instruções do fabricante. Além das funções descritas acima, cada fabricante adiciona os seus próprios recursos, e cabe ao leitor avaliar se vale a pena pagar mais caro em detrimento de funcionalidades que talvez nem serão usadas. Além dos smartwatches, também é possível encontrar smartbands (pulseiras inteligentes), que são dispositivos com as principais funções presentes nos relógios inteligentes. Smartbands têm algumas funções que estão presentes nos smartwatches por um preço mais acessível. André Paixão/G1 Custo e benefício Os recursos de hardware nem sempre são exaltados pelos fabricantes: nos modelos baratos sequer é possível saber a quantidade de memória RAM, modelo de processador, capacidade de armazenamento e até mesmo o sistema operacional. Esse conjunto de especificações, determina quais funções um smartwatch será capaz de executar — quanto mais avançadas, mais caro será o relógio. O material empregado na fabricação influencia, mas são esses detalhes técnicos que determinam os benefícios que um relógio poderá oferecer em termos de funções. As funções básicas são oferecidas por todos, mas maior desempenho, tamanho da tela, recursos avançados, só estão presentes nos modelos mais caros. Selo Ronaldo Prass Ilustração: G1
Veja Mais

17/10 - Libra e euro se valorizam frente ao dólar após anúncio de acordo para o Brexit
Moeda britânica saltou mais de 1% contra o dólar. Já o euro atingiu níveis mais altos em quase dois meses, o chegou a subir 0,5%, para US$ 1,114. Primeiro-ministro e negociadores da União Europeia chegam a um acordo sobre o Brexit A libra esterlina saltou mais de 1% contra o dólar nesta quinta-feira (17), após o anúncio de que o Reino Unido alcançou um acordo para o Brexit com a União Europeia A moeda do Reino Unido avançou 6% contra o dólar nas últimas seis sessões, maior série de ganhos desde outubro de 1985, de acordo com dados da Refinitiv. Já o euro atingiu níveis mais altos em quase dois meses contra o dólar nesta quinta-feira, elevando a moeda acima de 1,11 dólar pela primeira vez em um mês. Nesta quinta-feira, o euro chegou a subir 0,5%, para US$ 1,114. Contra uma cesta de seus rivais, o dólar caía 0,4%, para 97,496, nível mais baixo desde o final de agosto. O dólar também sofreu no início das negociações no Reino Unido devido aos dados fracos dos EUA. Entenda a situação da economia britânica diante do Brexit O Reino Unido e a União Europeia chegaram a um novo acordo sobre o Brexit, anunciaram na manhã desta quinta-feira o premiê britânico, Boris Johnson, e o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, após uma maratona de negociações para evitar um divórcio sem acordo. O anúncio foi feito horas antes da reunião em Bruxelas que reunirá representantes europeus para apreciar e votar o acordo. Posteriormente, o texto também deve ser aprovado pelo Parlamento britânico. Boris Johnson encontra resistência para reunir maioria dos parlamentares para aprovar o novo texto em uma sessão extraordinária que deve acontecer no sábado. O Partido Unionista Democrático (DUP), da Irlanda do Norte, já afirmou que não apoiará o acordo. Os mercados monetários da zona do euro retiraram praticamente todas as apostas em um corte de 10 pontos-base na reunião de dezembro do BCE, contra com uma chance de 10% na terça-feira, quando os negociadores estavam se aproximando de um projeto de acordo do Brexit, destaca a Reuters.
Veja Mais

17/10 - Governo exonera general da presidência do Incra e nomeia pecuarista para o posto
Antigo presidente estava no posto desde fevereiro. Novo presidente do instituto, Geraldo José da Câmara Ferreira de Melo Filho é sócio de fazenda e ex-assessor de Onyx Lorenzoni. O governo federal publicou nesta quinta-feira (17) a exoneração do general do Exército João Carlos de Jesus Corrêa da presidência do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). No lugar dele, foi nomeado para o cargo o economista e pecuarista Geraldo José da Câmara Ferreira de Melo Filho. A troca no comando do Incra foi publicada na edição desta quinta do “Diário Oficial da União”. O Incra é responsável por executar a reforma agrária e o ordenamento fundiário nacional. Desde o início do governo Bolsonaro, o órgão é subordinado ao Ministério da Agricultura. Nos governos anteriores, o instituto era vinculado à Casa Civil. Em julho, Geraldo José da Câmara Ferreira de Melo Filho havia sido nomeado para o cargo de assessor especial do gabinete do ministro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e atuava como secretário-adjunto de Relacionamento Externo da pasta. Agora, assumirá o comando do Incra. Ele é sócio de uma empresa proprietária de duas fazendas com sedes em Minas Gerais e na Bahia destinada à criação de bovinos. O novo presidente do Incra é filho do ex-governador do Rio Grande do Norte Geraldo Melo. O nome dele também aparece na lista de integrantes de associações de pecuaristas criadores de gado das raças zebu, como a guzerá. Em 2014, ele integrava a chapa que venceu a eleição para comandar a Associação dos Criadores de Guzerá do Brasil (ACGB). Na entidade, Geraldo José da Câmara Ferreira de Melo Filho atuou como diretor-técnico. Ele também foi conselheiro consultivo representante do Rio Grande do Norte da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), integrando a equipe com mandato de 2013 a 2016.
Veja Mais

17/10 - Confecções diversificam economia de Franca e dão base a novo polo na Capital do Calçado Masculino
Depois de 15 anos em fábricas de sapatos, coordenadora de produção encontrou vocação para área têxtil. 'Aprendi aqui mesmo', diz. Com alta do mercado fitness, setor busca reconhecimento nacional. Elaine Cristina de Oliveira Melo, coordenadora de produção da Larulp, em Franca (SP) Igor do Vale/G1 Elaine Cristina de Oliveira Melo tem 41 anos, 15 deles dedicados ao trabalho em oito indústrias de calçados de Franca (SP), da colagem ao pranchamento. Há cinco, é coordenadora de produção em uma fábrica, não de sapatos, mas de roupas fitness e casuais. "Eu já vim direto para costurar. Aprendi aqui mesmo, na prática", diz. O setor que hoje a emprega, segundo o Ministério da Economia, movimenta 562 empresas e é um dos que protagonizam, ao lado do setor de serviços, uma diversificação da economia na Capital do Calçado Masculino. O G1 publica esta semana a série "Franca Transformação", sobre as mudanças da economia de Franca, historicamente conhecida como um dos principais polos calçadistas do país. Confecção da Larulp, em Franca (SP) Igor do Vale/G1 Não é recente a atuação das confecções da cidade, que inclusive conta com uma faculdade de moda. Mas foi a partir de 2013 que seu protagonismo ficou mais evidente por meio de iniciativas como a criação de um núcleo de desenvolvimento específico, o de Indústrias Confeccionistas de Franca (Incofran), que aos poucos tenta estabelecer um polo reconhecido em todo o país. Hoje, o grupo é formado por 12 empresas, focadas em moda fitness, casual e lingerie. "A gente vê que existe esse potencial, tanto que a gente tem apoiado muito o segmento com vários tipos de ações. Em Franca, as pessoas quiseram sair da zona de conforto, sair do calçado para ter outro meio de sobrevivência. Muitos que eram pespontadores foram para o setor de confecção", afirma Cláudia Neves, gestora do Incofran. Diretora comercial da Larulp, Mariana Zani aprendeu o ofício com os pais, fundadores da empresa há 15 anos, e hoje comanda os negócios direcionados à produção de roupas de academia, moda casual e king size. Diretora comercial da Larulp, Mariana Zani, em Franca (SP) Igor do Vale/G1 Com clientes concentrados no interior de São Paulo e Sul de Minas Gerais, a fábrica de médio porte tem 60 funcionários que produzem até 20 mil peças de roupas por mês, além de 350 consultores espalhados que impulsionam as vendas, 99% delas direcionadas ao público feminino. No primeiro trimestre, a empresa registrou crescimento de 14% em relação ao ano passado e espera fechar o ano com um faturamento na casa dos R$ 7 milhões. O otimismo, concretizado nos números que destoam das projeções do universo calçadista, convive com as incertezas da política e da macroeconomia, mas ganha força em fatores de consumo, avalia Mariana. O apelo das vendas direcionadas por meio das consultoras também contribui, segundo ela. "Hoje a roupa de academia vai além da academia. É uma praticidade que as mulheres têm, por exemplo, com uma calça legging preta. Você põe, faz uma caminhada de manhã, vai ao supermercado, vai ao banco, faz toda a sua rotina. Hoje o nosso foco é conforto", diz. Entre altos e baixos da economia, o potencial de consumo dentro do segmento feminino levou a empresária Elizabeth Moraes a iniciar há dez anos as atividades da Joyce Prado, confecção focada em moda praia. A empresária Elizabeth Moraes, da confecção Joyce Prado em Franca (SP) Igor do Vale/G1 "Passamos por momentos bons, ruins, e agora é como se o avião já estivesse levantando voo. A gente teve que se adequar devido à demanda do mercado, às políticas econômicas", afirma. Com três funcionários e uma capacidade instalada de produzir duas mil peças por mês, a confecção dela é pequena no porte, mas não nas estimativas de crescimento, que são da ordem de 30% em relação a 2018. "A gente vê que as mulheres gostam muito de estar sempre na moda, sempre comprando algo. Tem cliente que chega aqui, quer levar algo e acaba levando muito mais do que acaba querendo", diz. Confecções ganham espaço em Franca (SP) na crise do calçado Igor do Vale/G1 Mão de obra Em uma cidade onde grande parte da população já passou pelo chão de uma fábrica de sapatos ou pelos corredores de uma banca de pesponto, essa migração soa quase que natural e parece ser vantajosa, mas não garante uma qualificação imediata nas funções desempenhadas em uma confecção. "A contratação de mão de obra não é fácil. Existe inclusive potencial de mercado e não tem mão de obra qualificada, apesar de na cidade ter o Senai que oferece cursos", afirma Cláudia, do Incofran. A fabricação têxtil é uma das capacitações atualmente mais procuradas pelos alunos do Senai, fundado há 45 anos inicialmente com o intuito de atender a indústria calçadista, confirma o diretor Wagner Lopes Muiños. "A diversificação da economia de Franca tem se notado nos últimos anos. Nós temos uma demanda grande pela área de vestuário", diz. Na Larulp, 40% dos funcionários já passaram por uma produção calçadista. Pessoas em sua maioria de até 40 anos que viram no setor uma oportunidade de traçar uma carreira um pouco mais estável, afirma o gerente de produção Márcio Antônio Ferreira. Os conhecimentos acumulados em processos industriais ajudam, mas, via de regra, precisam ser atualizados, segundo ele. O gerente de produção Márcio Antônio Ferreira, da Larulp, em Franca (SP) Igor do Vale/G1 "A única coisa que é mais ou menos semelhante é o funcionamento das máquinas. A pessoa às vezes já trabalhou e vai saber como operar uma máquina de confecção, só que vai ter que começar do zero, porque é totalmente diferente a linha de produção", explica. Para Elaine, mudar de área representou lidar com menos produtos químicos. "É mais delicado, é mais gostoso de se trabalhar", diz. Na Joyce Prado, geralmente quem entra tem conhecimentos básicos adquiridos em um curso de nível técnico, mas acaba aprimorando aos poucos, pela prática. "A pessoa está acostumada com o sapato, que talvez seja mais fácil de lidar e o tecido não. A gente trabalha com tecidos leves, são coisas que precisam ter um certo manuseio e a pessoa também tem que gostar", afirma Elizabeth. Confecção da Larulp, em Franca (SP); setor de confecções ganha espaço na terra do calçado Igor do Vale/G1 Há nove anos na confecção de Elizabeth, a costureira Viviane Aparecida Ribeiro Mendonça, de 32 anos, acredita que a fabricação de roupas é um segmento em expansão na cidade. Depois de encarar o fantasma do desemprego, ela acredita que a experiência adquirida na área proporciona mais perspectivas que o calçado. "Hoje eu posso sair e procurar em outro lugar, se eu ficar desempregada, como costureira, porque eu aprendi aqui, faço corte, área de expedição. É um setor mais amplo, que você consegue manter um serviço muito mais fácil", diz. Desfile da edição 2019 do Franca Mais Moda Wilker Maia/Divulgação ACIF Desafios A forte demanda impulsionada por apelos como a moda fitness, a disponibilidade de cursos de capacitação e a busca por aprimoramento abrem caminhos favoráveis para as empresas, mas o setor ainda esbarra na desconfiança, na forte concorrência das grandes marcas brasileiras e nas oscilações da economia, diz Cláudia Neves. "Quando algum fornecedor, alguma pessoa interessada liga para Franca e percebe o DDD 16, já passa aquela insegurança, porque remete ao calçado", afirma. Confecção da Larulp, em Franca (SP) Igor do Vale/G1 Com o objetivo de reforçar o potencial desse novo polo e de divulgar a qualidade dos produtos, os empresários realizam há três anos o Franca Mais Moda, feira com exposição de marcas, desfiles e rodadas de negócios. Na terceira edição, a visitação registrada foi 16% maior na comparação com 2018 e deixou evidências de que existe um mercado a ser explorado. "A gente quer quer isso tome corpo. A Acif [Associação de Comércio e Indústria] tem feito de tudo pra fortalecer esse evento, para que Franca se torne um polo de confecção forte, reconhecido, para passar credibilidade tanto para a cidade quanto para o estado e para o país", afirma Cláudia. Cláudia Neves, gestora do Incofran, em Franca (SP) Andressa Alves/ACIF Initial plugin text Veja mais notícias da região no G1 Ribeirão Preto e Franca
Veja Mais

17/10 - O que fazer quando aplicativos são removidos do Google Play?
Blog também responde dúvida sobre uso indevido do número de telefone. Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.), envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. A coluna responde perguntas deixadas por leitores às quintas-feiras. Aplicativos removidos do Google Play Ontem li no G1 a matéria sobre apps removidos do Google Play. Porém, a minha intenção ao abrir a matéria para ler era verificar se por um acaso eu teria algum desses apps instalados no meu celular, mas, me deparei com uma lista que não ajuda o leitor nesse sentido. A matéria ficou um pouco sem sentido e tenho certeza que demais usuários caíram na mesma situação. Enfim, há 172 aplicativos que foram excluídos na loja, que prejudicam os usuários e roubam informações, comprometendo a segurança e não sabemos se usamos algum desses aplicativos. Seria possível informar? – Thiara Marinho Thiara, você leu apenas um texto sobre aplicativos removidos do Google Play. Mas o blog não tratou desse assunto uma única vez, e existem vários outros, que você pode conferir aqui e aqui, por exemplo. Isso significa que são centenas — ou até milhares — de aplicativos sendo removidos, alguns deles com nomes idênticos ou muito parecidos com o de aplicativos oficiais. Na prática, não vale a pena você verificar esses aplicativos manualmente — a lista completa (se existisse uma) seria imensa. De qualquer forma, qualquer lista será sempre incompleta ou terá informações imprecisas. O Play Protect realiza verificações periódicas em busca de aplicativos nocivos instalados no seu smartphone. Não é preciso fazer verificações manuais. Reprodução O que você deve observar é se o seu celular está com alguns dos problemas associados aos aplicativos falsos, tais como anúncios em tela cheia em momentos inoportunos, apps cujos ícones sumiram da lista, contratação de serviços de SMS não solicitados e assim por diante. Novos golpes podem surgir ao longo do tempo — um dos mais recentes é o de assinatura, em que o aplicativo cobra um valor exorbitante por uma função simples. O Android dispõe de um recurso de segurança chamado Play Protect que analisa os aplicativos instalados e aponta aplicativos inseguros ou que podem apresentar comportamento indesejado. O Play Protect realiza verificações automáticas em seu aparelho. Para conferir se ele está funcionando e se algum app nocivo foi encontrado, siga estes passos: Abra o aplicativo da Google Play Store em seu celular; Toque no menu três barras; Clique então em "Play Protect". O Play Protect é de responsabilidade do Google e a lista de aplicativos bloqueados na Play Store ajuda a melhorar o filtro do Play Protect, segundo o próprio Google informa em seus relatórios. Como todo programa de segurança, o filtro do Play Protect não é perfeito. Se você estiver com alguma suspeita específica, procure um segundo programa antivírus para analisar seu telefone. Na maioria dos casos, porém, isso não é necessário. Se você identificar algum problema que persiste apesar desse sistema de proteção, restaure o celular para as configurações de fábrica. Rede de telefonia não dispõe de proteções contra a falsificação de origem de chamada. Se você tiver evidências de que seu número foi usado de forma indevida, procure a polícia. Thiago Lavado/G1 Número de telefone 'roubado' Temos uma linha de celular comercial e, alguém, não sabemos quem e como, usa nosso número para fazer simulação de chamadas, isto é, dá um toque e desliga. A seguir, a pessoa retorna informando que recebeu uma chamada do nosso número querendo saber do se se trata. Isso perdura há mais de 6 meses, com até 10 chamadas ao dia. Já reclamamos com a operadora e ela informa não existir nada de anormal na linha. Acontece que, alguns dão o print da tela, confirmando como "aparentemente ser nosso número". Outras xingam com ofensas temerosas. É uma linha comercial com mais de 10 anos, então não podemos trocá-la. Como agir? – Carlos Infelizmente, você não pode fazer muita coisa sozinho e vai precisar da ajuda de um advogado. Também procure a polícia e registre um boletim de ocorrência. A rede de telefonia não tem muitas proteções para impedir a falsificação do número de origem de uma chamada. Na prática, alguém pode usar seu número mesmo sem usar sua linha. Como as pessoas em geral não sabem disso, você pode ser responsabilizado pelo mau comportamento de algum terceiro. É possível que alguém tenha cometido um engano na configuração do número, mas isso pode ter sido intencional também. É bastante provável que essas chamadas não estejam partindo da sua operadora de telefonia. Para descobrir a origem dessas chamadas, será preciso uma investigação na Justiça. Seu objetivo será chegar à operadora que está realizando essas chamadas, e a operadora (que pode ser um prestador de serviços VoIP, por exemplo) poderá identificar o assinante (cliente) que está usando um número de origem de chamada indevidamente. A data, a hora exata e o número de destino das chamadas vão ajudar a rastrear as ligações, então reúna todos os dados possíveis — inclusive os "prints" que mostram essas informações e as reclamações que você recebeu. Dúvidas sobre segurança digital? Envie um e-mail para g1seguranca@globomail.com. Selo Altieres Rohr Ilustração: G1
Veja Mais

17/10 - Prefeitura de Sinop (MT) lança seletivo para contratação de 312 professores
As inscrições serão realizadas no site da prefeitura a partir do dia 21 de outubro até o dia 1º de novembro. Sinop fica a 503 km de Cuiabá Prefeitura de Sinop A Prefeitura de Sinop, a 503 km de Cuiabá, lançou um edital de processo seletivo para contratar 312 professores. A remuneração é de R$ 3.029,29. As inscrições serão realizadas no site da prefeitura a partir do dia 21 de outubro até o dia 1º de novembro. A inscrição será feita pela internet. Segundo a prefeitura, são ofertadas 312 vagas, das quais 300 para licenciados em pedagogia (sendo 30 para pessoas com deficiência), 02 para licenciados em história, 02 para letras, 02 para matemática, 02 para geografia, 02 para ciências e 02 para educação física. A avaliação dos candidatos será realizada por meio de aplicação de provas escritas objetivas, de caráter classificatório/eliminatório, em 1º de dezembro. Os aprovados atuarão no ano letivo de 2020 tanto nas EMEI's quanto nas EMEB's.
Veja Mais

17/10 - Saques de até R$ 500 do FGTS para não correntistas da Caixa começam na sexta
No total, 4,1 milhões de pessoas nascidas em janeiro devem retirar o total de R$ 1,8 bilhão do Fundo de Garantia; prazo dos saques vai até 31 de março de 2020. Tira-dúvidas sobre os saques do FGTS A Caixa Econômica Federal libera a partir de sexta-feira (18) os saques de até R$ 500 do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para não correntistas do banco nascidos em janeiro. Trata-se de uma nova etapa de saques, que começaram em setembro e alcançaram primeiro os correntistas da Caixa, com crédito automático em conta. Neste primeiro lote de não correntistas, 4,1 milhões de pessoas devem retirar o total de R$ 1,8 bilhão. No total, incluindo todos os lotes, os trabalhadores que não são correntistas da Caixa somam 62,5 milhões de pessoas, que poderão sacar em torno de R$ 25 bilhões. O saque imediato de até R$ 500 não tem relação com o saque-aniversário, que só começa a ser pago em abril de 2020 (veja mais informações abaixo). SAIBA TUDO SOBRE A LIBERAÇÃO DOS SAQUES DO FGTS Essa liberação abrange contas vinculadas do FGTS que ainda estão recebendo depósitos do empregador atual e também de empregos anteriores, as chamadas contas inativas. A Caixa estendeu o horário de 2.302 agências nesta sexta (18) e na segunda (21) e terça-feira (22) para realizar os pagamentos, solucionar dúvidas, promover acertos de cadastro e emitir a senha do Cartão Cidadão: As agências que têm horário de abertura às 10h abrirão às 8h; As agências que têm horário de abertura às 9h abrirão uma hora mais cedo e terão o horário de funcionamento estendido em 1 hora; As agências que têm horário de abertura às 11h abrirão às 9h; As agências que têm horário de abertura às 8h permanecem abrindo às 8h e terão horário de funcionamento estendido em 2 horas; No sábado, as agências abrem das 9h às 15h. A lista das agências com horário especial de atendimento está no site fgts.caixa.gov.br. A maior parte dos saques deste primeiro lote de não correntistas será no Sudeste (1,8 milhão de trabalhadores devem sacar R$ 860 milhões). Calendário para quem não tem conta poupança na Caixa: Aniversário em janeiro: saque a partir de 18/10/2019 Aniversário em fevereiro: saque a partir de 25/10/2019 Aniversário em março: saque a partir de 08/11/2019 Aniversário em abril: saque a partir de 22/11/2019 Aniversário em maio: saque a partir de 06/12/2019 Aniversário em junho: saque a partir de 18/12/2019 Aniversário em julho: saque a partir de 10/01/2020 Aniversário em agosto: saque a partir de 17/01/2020 Aniversário em setembro: saque a partir de 24/01/2020 Aniversário em outubro: saque a partir de 07/02/2020 Aniversário em novembro: saque a partir de 14/02/2020 Aniversário em dezembro: saque a partir de 06/03/2020 Começam na 6ª feira (18) os saques do FGTS para quem não tem conta na Caixa Saques de correntistas da Caixa De acordo com balanço da Caixa, cerca de 36,9 milhões de correntistas tiveram liberados R$ 15,2 milhões na conta nos três lotes de pagamento. A maior parte dos saques foi na região Sudeste: 17,4 milhões sacaram R$ 7,5 bilhões, seguida da região Nordeste, onde R$ 3 bilhões foram sacados por 8,1 milhões de trabalhadores. Os correntistas que não quiserem fazer a retirada têm até o dia 30 de abril de 2020 para informar ao banco que prefere manter o dinheiro no Fundo de Garantia. Nesse caso, mesmo que o crédito tenha sido feito na conta, a Caixa tem até 60 dias para retornar os valores para a conta vinculada de FGTS. Todos os trabalhadores, independente do aniversário, sendo correntistas ou não da Caixa, podem sacar o dinheiro até o dia 31 de março de 2020. A Caixa alerta, entretanto, que à medida que o trabalhador vai adiando seu saque, ele ficará sujeito ao efeito cumulativo dos outros calendários, o que acumulará mais pessoas para receber e portanto poderá enfrentar mais filas. Saiba como consultar o saldo do FGTS dentro do limite de R$ 500 Funciona Assim: Entenda a liberação dos saques do FGTS De acordo com balanço do Ministério da Economia, a liberação dos saques de até R$ 500 do FGTS será maior nos meses de setembro e outubro - serão R$ 17,7 bilhões liberados para 44,3 milhões de pessoas, de um total de R$ 39,8 bilhões para 96,5 milhões de pessoas. Os meses de setembro e outubro englobam os depósitos automáticos para correntistas da Caixa e o início dos saques para quem não é correntista e nasceu em janeiro e fevereiro. O valor sacado será de até R$ 500 por conta vinculada de titularidade do trabalhador, limitado ao valor do saldo tanto das contas ativas como inativas. Por exemplo: se ele tiver duas contas, uma com saldo de R$ 1.000 e outra com saldo de R$ 2.000, ele poderá sacar R$ 500 de cada uma delas. Se tiver R$ 70 na conta, poderá retirar o valor total. Veja mais exemplos abaixo: Exemplos de saques de até R$ 500 por contas do FGTS Reprodução/Caixa Como serão os saques para quem não tem conta poupança na Caixa Valores de até R$ 100 por conta: saque será feito nas lotéricas, com CPF e documento de identificação. Valores de até R$ 500 por conta: saque nas lotéricas ou correspondentes Caixa Aqui, com documento de identificação e Senha Cidadão ou Cartão Cidadão e senha. Caso não possua o Cartão do Cidadão, poderá sacar nos caixas eletrônicos da Caixa utilizando o CPF e a Senha Cidadão. Em caso de saque na agência, deve apresentar documento de identidade com foto, número do CPF e Carteira de Trabalho ou Cartão Cidadão e senha. O saque imediato no valor de até R$ 500 não impede o direito do trabalhador ao saque do FGTS por motivo de rescisão contratual nem tira o direito a receber a multa dos 40% sobre o valor, bem como não impede o saque para as demais modalidades como aposentadoria, aquisição da casa própria e doença grave. Ninguém é obrigado a sacar o dinheiro do FGTS. Se não houver a retirada, o dinheiro permanece no fundo, ganhando rentabilidade. No ano passado, por exemplo, as contas do FGTS renderam 6,18% com os juros fixos de 3% ao ano mais TR e a distribuição de 100% do lucro líquido do fundo (R$ 12,2 bilhões, pagos em agosto deste ano, sobre o saldo de dezembro de 2018). Portanto, as contas do FGTS renderam mais que a poupança e o CDB, que em 2018 tiveram rendimentos de 4,62% e 6,06%, respectivamente. Saque-aniversário Trabalhadores já podem aderir ao saque-aniversário do FGTS O recebimento do saque imediato de até R$ 500 por conta de FGTS não gera adesão ao saque-aniversário. Os interessados em aderir a esses saques anuais podem comunicar a decisão à Caixa Econômica Federal desde o dia 1º de outubro deste ano. Entenda o saque-aniversário do FGTS Nesse caso, os saques serão anuais e começarão em abril de 2020, de acordo com o mês em que o beneficiário nasceu. Veja o calendário do saque aniversário: Nascidos em janeiro e fevereiro – saques de abril a junho de 2020; Nascidos em março e abril – saques de maio a julho de 2020; Nascidos em maio e junho – saques de junho a agosto de 2020; Nascidos em julho – saques de julho a setembro de 2020; Nascidos em agostos – saques de agosto a outubro de 2020; Nascidos em setembro – saques de setembro a novembro de 2020; Nascidos em outubro – saques de outubro a dezembro de 2020; Nascidos em novembro – saques de novembro de 2020 a janeiro de 2021; Nascidos em dezembro – saques dezembro de 2020 a fevereiro de 2021. A partir de 2021, o saque deverá ser feito no mês do aniversário até os dois meses seguintes. O valor do saque anual será um percentual do saldo de todas as contas do trabalhador. Para contas com até R$ 500, será liberado 50% do saldo, percentual que vai se reduzindo quanto maior for o valor em conta. Para as contas com mais de R$ 500, os saques serão acrescidos de uma parcela fixa. Portanto, os cotistas com saldo menor poderão sacar anualmente percentuais maiores. Limite dos saques anuais do FGTS Reprodução/Ministério da Economia O trabalhador ficará impedido de retirar o valor integral do FGTS na rescisão do contrato de trabalho. No entanto, ele continua tendo direito ao pagamento da multa dos 40% em cima do valor total. Em caso de arrependimento, o trabalhador só poderá retornar ao chamado saque-rescisão após dois anos a partir da data de adesão ao saque-aniversário. No entanto, o trabalhador que optar pelo saque-aniversário continuará tendo direito à retirada o saldo do FGTS para a casa própria, em caso de doenças graves, de aposentadoria e de falecimento do titular e para as demais hipóteses previstas em lei para o saque. Initial plugin text
Veja Mais

17/10 - Calendário PIS-Pasep 2019-2020: pagamento de abono salarial para nascidos em outubro começa nesta quinta
Pagamentos irão até junho de 2020. Quem nasceu nos meses de julho a dezembro receberá o benefício ainda no ano de 2019. Calendário do PIS Pasep Reprodução/TV Globo Começa a ser pago nesta quinta-feira (17) o abono salarial PIS do calendário 2019-2020, ano-base 2018, para os trabalhadores da iniciativa privada nascidos em outubro. O PIS é pago na Caixa Econômica Federal. Também será liberado o Pasep, que é pago para servidores públicos por meio do Banco do Brasil, para quem tem final da inscrição 3. Quem nasceu nos meses de julho a dezembro ou tem número final de inscrição entre 0 e 4 receberá o benefício ainda no ano de 2019. Já os nascidos entre janeiro e junho e com número de inscrição entre 5 e 9 receberão no primeiro trimestre de 2020. Em qualquer situação, o recurso ficará à disposição do trabalhador até 30 de junho de 2020, prazo final para o recebimento. O valor do abono varia de R$ 84 a R$ 998, dependendo do período trabalhado formalmente em 2018. No caso do PIS, mais de 1,8 milhões de trabalhadores receberão o abono em outubro, totalizando R$ 1,3 bilhões, segundo a Caixa. No total, serão cerca de R$ 16,5 bilhões para mais de 21,6 milhões de beneficiários do PIS até o final do calendário. Calendário de pagamento do PIS Reprodução/DOU Calendário de pagamento do Pasep Reprodução/DOU Quem tem direito Tem direito ao abono salarial quem recebeu, em média, até dois salários mínimos mensais com carteira assinada e exerceu atividade remunerada durante, pelo menos, 30 dias em 2018. É preciso ainda estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter os dados atualizados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), ano-base 2018. Trabalhadores da iniciativa privada retiram o dinheiro na Caixa Econômica Federal, e os servidores públicos, no Banco do Brasil. É preciso apresentar um documento de identificação e o número do PIS/Pasep. No caso do PIS, para quem é correntista da Caixa, o pagamento é feito 2 dias antes do restante dos outros trabalhadores. Já no caso do Pasep, o crédito em conta para correntistas do Banco do Brasil será efetuado a partir do 3º dia útil anterior ao início de cada período de pagamento. Valor depende dos meses trabalhados O valor do abono é associado ao número de meses trabalhados no exercício anterior. Portanto, quem trabalhou um mês no ano-base 2018 receberá 1/12 do salário mínimo. Quem trabalhou 2 meses receberá 2/12 e assim por diante. Só receberá o valor total quem trabalhou o ano-base 2018 completo. Por exemplo, se o período trabalhado foi de 12 meses, vai receber o valor integral do benefício, que é de um salário mínimo (R$ 998). Se trabalhou por apenas um mês, vai receber o equivalente a 1/12 do salário (R$ 83), e assim sucessivamente. Para saber se tem direito e como sacar Para sacar o abono do PIS, o trabalhador que possuir Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir aos terminais de autoatendimento da Caixa ou a uma casa lotérica. Se não tiver o Cartão do Cidadão, pode receber o valor em qualquer agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação. Informações sobre o PIS também podem ser obtidas pelo telefone 0800-726-02-07 da Caixa. O trabalhador pode fazer uma consulta ainda no site www.caixa.gov.br/PIS, em Consultar Pagamento. Para isso, é preciso ter o número do NIS (PIS/Pasep) em mãos. Veja como localizar o número do PIS na internet Os servidores públicos que têm direito ao Pasep precisam verificar se houve depósito em conta. Caso isso não tenha ocorrido, precisam procurar uma agência do Banco do Brasil e apresentar um documento de identificação. Mais informações sobre o Pasep podem ser obtidas pelo telefone 0800-729 00 01, do Banco do Brasil.
Veja Mais

17/10 - Ministra anuncia antecipação do seguro-defeso para pescadores devido a vazamento de óleo
Defeso é o período em que a pesca é proibida devido à reprodução das espécies. Pedido para receber o benefício deve ser feito pelos governos dos estados atingidos pelo óleo no litoral. Levantamento do Ibama registra 161 localidades afetadas por vazamento de óleo A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, informou nesta quarta-feira (16) que o governo federal antecipou de novembro para este mês o pagamento do seguro-defeso aos pescadores artesanais prejudicados pelo vazamento de óleo que atingiu oo litoral nordestino. O anúncio foi feito no Senado, após reunião da ministra com parlamentares do Nordeste para discutir a situação dos trabalhadores da pesca na região. O seguro é um benefício previdenciário, no valor de um salário mínimo mensal, destinado aos pescadores profissionais que ficam impossibilitados de pescar devido ao defeso (período de reprodução das espécies, quando a pesca é proibida). De acordo com o Ministério da Agricultura, o mês da antecipação depende do período do defeso. Na pesca marinha, varia de acordo com a pasta. O período de defeso do camarão, por exemplo, começa em 12 de dezembro, informou o ministério. “O seguro-defeso que começaria a partir de novembro, nas aldeias e nos estados onde está tendo o problema, nós vamos fazer em conjunto para poder antecipar, para que os pescadores possam parar de pescar esse peixe que não está apropriado ao consumo e também não deixem de ter renda para sua sobrevivência”, declarou Tereza Cristina. De acordo com a ministra, ainda não se sabe quantos profissionais da pesca foram prejudicados pelo vazamento nem o impacto econômico para o setor. Para requerer o benefício, o secretário de Aquicultura e Pesca, Jorge Seif Júnior, afirmou que os governos estaduais precisam informar ao Ministério da Agricultura quais localidades foram afetadas pelo óleo, a fim de que a pasta acione o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), responsável pelo pagamento do seguro. “As secretarias dos estados, secretarias de agricultura, precisam acionar o governo federal e a partir daí nós vamos operacionalizar junto ao INSS, ministério da Economia essa antecipação, ou seja, existe uma necessidade da provocação dos estados, porque eles estão nas pontas e sabem as áreas que foram afetadas. Cruzaremos isso com o ministério do Meio Ambiente para fazer o pagamento”, explicou.
Veja Mais

17/10 - BNDES decide executar garantias depois de calote da Prefeitura do Rio
Prestações em aberto somam R$ 282 milhões, sendo R$ 12 milhões referentes a juros e mora por atraso. Sede do BNDES no centro do Rio de Janeiro. REUTERS/Sergio Moraes O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) notificou as instituições financeiras responsáveis por operar as garantias dos financiamentos ao município do Rio de Janeiro, com vistas à sua execução. Em nota, o banco de fomento informou que em 16 de setembro a Prefeitura do Rio não quitou parcelas de contratos de financiamento com a instituição. Ontem, o município deixou de honrar outras parcelas. As prestações em aberto somam R$ 282 milhões, sendo R$ 12 milhões referentes a juros e mora pelo atraso. “Os contratos possuem valores diversos e vencimentos em datas diferentes”, diz a nota do BNDES. A notificação inicial para executar as garantiras foi feita em 23 de setembro, após confirmação da prefeitura de que não quitaria os débitos. Entre as garantias, estão o Fundo de Participação dos Municípios e as parcelas do ICMS e do IPVA que são repassadas pelo Estado do Rio ao município. “O BNDES acredita no seu propósito e continuará trabalhando para oferecer soluções financeiras que possibilitem aos governos municipais e estaduais investirem para melhorar as condições de vida da população. O BNDES reitera que está disposto a negociar, quando os pagamentos forem retomados”, diz o banco em comunicado. Na nota, o BNDES lembra que os recursos foram destinados a investimentos relevantes com benefícios a grande parte da população carioca, sendo a maior parte direcionada a obras de mobilidade urbana por toda a cidade. “Nos últimos anos, o banco e sua equipe não mediram esforços, em parceria com o Tesouro Nacional, para reescalonar a dívida do município do Rio e manteve constantes tratativas para melhor equacioná-las. Assim, as conversas relativas à renegociação da dívida estavam bem avançadas e a contratação do reescalonamento estava prevista para ocorrer até dezembro de 2019, após todas as aprovações necessárias tanto no BNDES quanto no Tesouro Nacional”, diz a instituição. Desde 2004, o BNDES desembolsou cerca de R$ 5,4 bilhões referentes a diversos contratos com a Prefeitura do Rio, com diferentes finalidades. Entre as iniciativas apoiadas estão: a implantação do BRT Transcarioca, do BRT Transolímpica e ligação com o BRT Transbrasil, do BRT Transoeste Lote 0 (ligação da Estação de metrô do Jardim Oceânico com o Terminal Alvorada) e do Terminal de Integração do Metrô com o BRT; duplicação do Elevado das Bandeiras (Elevado do Joá); extensão do Túnel Expresso Marcelo Alencar (Túnel do Porto); ampliação do Parque Madureira; implantação do programa Bairro Maravilha Olímpico (obras de melhorias da infraestrutura urbana em 47 bairros); ampliação do Terminal Alvorada; implantação do Terminal Marechal Fontenelle, na região de Deodoro; melhorias na infraestrutura de mobilidade urbana no entorno do Engenhão; modernização da administração tributária (sistemas de gestão de impostos, recadastramento imobiliário, georreferenciamento etc); projeto de inclusão social e produtiva dos catadores de materiais recicláveis, por meio da ampliação do programa de coleta seletiva; ampliação do sistema de coleta de esgoto sanitário e implantação de unidade de tratamento no bairro de Vila Kennedy; investimentos em projetos de saneamento em comunidades carentes do município.
Veja Mais

17/10 - Para ajudar estados, Senado aprova projeto que adia uso de créditos do ICMS por empresas
Início do uso dos créditos do tributo estava previsto para o ano que vem. Projeto adia o início da compensação para 2033. Este é o sexto adiamento do prazo. O Senado aprovou nesta quarta-feira (16), por 57 votos a 1, um projeto que adia o início do uso dos créditos do ICMS por empresas. O texto altera a Lei Kandir, segundo a qual a compensação começaria a ser feita no ano que vem. A proposta aprovada pelos senadores prorroga o início do uso dos créditos para 2033. É a sexta vez que o prazo é adiado, o que faz com que os créditos até hoje nunca tenham sido pagos às empresas. As compensações se referem a gastos com energia elétrica, serviços de comunicação e insumos utilizados pelos estabelecimentos e que não se destinam ao produto final. A proposta, de autoria do senador Lucas Barreto (PSD-AP), segue para análise da Câmara dos Deputados. Defensores do projeto dizem que a medida é necessária porque o início da compensação em 2020 seria “insuportável” às finanças dos estados, principalmente daqueles que enfrentam crises econômicas. Relator do texto, o senador Cid Gomes (PDT-CE) disse que a proposta é um pedido do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que tem entre os integrantes os secretários estaduais de Fazenda. “O estado mais interessado nessa matéria é São Paulo, que tem 20% das exportações brasileiras. E acaba de me dizer agora o senador José Serra (PSDB-SP) que, se essa matéria não for prorrogada, o impacto nas finanças públicas de São Paulo será de R$10 bilhões ao ano”, declarou Cid Gomes. “Nós estamos prorrogando uma situação já posta. Se isso não for prorrogado, os estados terão um impacto [...]. Ainda há tempo de se impedir essa tragédia com os estados brasileiros”, acrescentou o parlamentar do Ceará. A senadora Kátia Abreu (PDT-TO) criticou a proposta e lembrou que o Senado tem aprovado medidas que aumentam as receitas dos estados, como a divisão de recursos do megaleilão do petróleo, previsto para novembro. “Nós estamos dando mais 13 anos aos Governos para devolverem crédito dos empresários, crédito devido aos empresários, já há bastante tempo. Nós estamos renovando ainda o calote por mais 13 anos para as empresas do Brasil. Eu sei que os governadores estão em dificuldade, mas estão recebendo agora royalties, estão recebendo um monte de benefícios agora desta Casa. E os empresários? Nós vamos dar o que a eles? Menos esperança e menos força?”, indagou a pedetista.
Veja Mais

17/10 - Eletrobras estima entrada de até R$ 5,1 bilhões com eventual aumento de capital
Nesse cenário, um mínimo de R$ 4,05 bilhões seria integralizado pela União, controladora da empresa. A Eletrobras estimou nesta quarta-feira (16) que poderá levantar até R$ 5,1 bilhões com um planejado aumento de capital por subscrição de até R$ 9,98 bilhões, segundo uma apresentação da empresa divulgada ao mercado. Nesse cenário, um mínimo de R$ 4,05 bilhões seria integralizado pela União, controladora da empresa, por meio da capitalização de Adiantamentos para Futuro Aumento de Capital (AFACs). O montante máximo inclui a participação de fundos do governo, BNDES/BNDESpar e 100% dos minoritários. No cenário em que 60% dos minoritários participem, além da União, a entrada de recursos seria de 1,9 bilhão de reais. Na véspera, a estatal informou a aprovação pelo seu conselho de administração de convocação de assembleia de acionistas em 14 de novembro para deliberar sobre o tema. A estatal havia informado antes que as ações emitidas na operação terão preço unitário de R$ 35,72 para novos papéis ordinários e de R$ 37,50 para os preferenciais de classe B. O valor foi definido com base na média ponderada dos últimos 30 pregões da bolsa B3 antes de 7 de outubro pelo volume de ações negociadas no período, considerando-se deságio de 15%. Os acionistas terão direito de preferência para subscrevernovas ações na proporção de suas participações da companhia. A Eletrobras adicionou que os novos recursos levantados com a operação visam a reforçar o caixa e fazer frente a seu Plano de Negócios e Gestão 2019-23, incluindo despesas com planos de desligamento, reperfilamento de dívida e desalavancagem. Na apresentação desta quarta, a Eletrobras reforçou a opção de acionistas com direitos a dividendos referentes a 2018 ainda não pagos usem esses créditos para subscrever ações no aumento de capital, o que pode evitar desembolso de caixa pela empresa. No melhor cenário, a saída de caixa evitada, com dividendos capitalizados, seria de R$ 801 milhões. Na outra hipótese, mais conservadora, a saída evitada seria de R$ 322 milhões. Além da aprovação pela assembleia, a operação depende da emissão de decreto presidencial, que deve ser emitido até a data da assembleia, segundo proposta da administração da Eletrobras. Pelo cronograma, a conclusão do processo do aumento de capital acontecerá em dezembro. A Eletrobras negou notícias de que o aumento de capital ocorrerá por falta de apoio no Congresso ao processo de desestatização da empresa, previsto para 2020.
Veja Mais

17/10 - Ainda há trabalho a ser feito em acordo comercial com a China, diz secretário do Tesouro dos EUA
Steven Mnuchin afirmou ainda que os EUA não decidiram como lidar com as tarifas sobre US$ 156 bilhões em produtos chineses programadas para entrar em dezembro. Negociadores comerciais chineses e norte-americanos ainda possuem trabalho a fazer no acordo comercial de "fase um" antes da assinatura pelos presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, no mês que vem, disse nesta quarta-feira (16) o secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin. Mnuchin afirmou a repórteres que não houve convite da China para que autoridades norte-americanas viajem a Pequim para mais negociações sobre o acordo, mas que ele e o representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer, estão preparados para viajar caso seja necessário. Ele também disse que o governo Trump não tomou decisões sobre como lidar com as tarifas planejadas sobre US$ 156 bilhões em produtos chineses, programadas para entrar em vigor em 15 de dezembro. Guerra comercial: entenda as tensões entre China e EUA e as incertezas para a economia mundial 'Início' de um acordo Na semana passada, o presidente Donald Trump disse que os Estados Unidos chegaram à primeira fase de um acordo comercial com a China. A declaração foi feita a jornalistas na Casa Branca, após negociações com o vice-premiê chinês, Liu He. Mas, nesta quarta, Trump afirmou que não deve assinar qualquer acordo comercial com a China até se reunir com o presidente chinês, Xi Jinping, no Fórum da Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico (Apec) no Chile. A disputa comercial entre China e Estados Unidos vem causando preocupações em todo o mundo desde o começo de 2018, quando o presidente norte-americano, Donald Trump, fez o primeiro anúncio de tarifas impostas sobre produtos chineses. Desde então, foram feitas algumas tentativas de acordo, mas os rompimentos de tréguas com novos anúncios e ameaças de retaliações frustraram expectativas de solução.
Veja Mais

16/10 - Melancia era cultivada no Egito há mais de 5 mil anos
Brasil produz 2 milhões de toneladas da fruta todos os anos. Elas geram uma renda de mais de R$ 1 bilhão para os agricultores. Melancia é uma fruta africana: conheça mais sobre ela A melancia é uma fruta africana. No Egito, era cultivada há mais de 5 mil anos. E hoje é produzida em muitos países. Das plantações brasileiras saem, todos os anos, 2 milhões de toneladas. Elas geram uma renda de mais de R$ 1 bilhão para os agricultores. A melancia é hidratante, é fonte de vitaminas e sais minerais, e pode ser consumida como sobremesa, na gelatina, no suco, na salada, na compota. Além disso, das sementes, é possível extrair farinhas para a produção de pães.
Veja Mais

16/10 - B3 obtém vitória no Carf sobre caso avaliado em R$ 3,3 bilhões
Empresa contestou uma multa aplicada pela Receita Federal, que questionou a amortização do ágio gerado na incorporação da Bovespa pela então BM&F em março de 2008. A B3 informou nesta quarta-feira (16) que obteve decisão favorável no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) envolvendo ágio na incorporação da Bovespa, há cerca de uma década, num processo avaliado em cerca de R$ 3,3 bilhões. Sede da B3, a bolsa brasileira, no Centro de São Paulo Divulgação/B3 A câmara baixa do Carf proferiu decisão favorável ao recurso apresentado pela B3, informou a companhia em comunicado. A empresa contesta uma multa aplicada pela Receita Federal, que questionou a amortização, para fins fiscais, nos exercícios de 2012 e 2013, do ágio gerado na incorporação da Bovespa pela então BM&F, em março de 2008, que deu origem à B3. "Segundo a opinião de nossos assessores legais, a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional pode apresentar recurso da decisão", afirmou a B3 no documento.
Veja Mais

16/10 - Tire dúvidas sobre a MP que permite a negociação de dívidas com a União
Na cobrança da dívida ativa, MP prevê descontos de até 70% do total do débito para pessoa física e micro ou pequena empresa, com parcelamento em até cem meses. O presidente Jair Bolsonaro assinou na quarta-feira (16) uma medida provisória com regras para incentivar acordos entre a União e seus devedores, a fim de quitar dívidas tributárias. A “MP do Contribuinte Legal”, como o governo a batizou, regulamentou a “transação tributária”. No caso de cobrança da dívida ativa, a medida prevê descontos de até 50% sobre o total do débito, percentual que poderá chegar a 70% para pessoa física e micro ou pequena empresa. A MP valerá como lei ao ser publicada no “Diário Oficial da União”, o que está previsto para esta quinta (17). A medida terá de ser aprovada em 120 dias por deputados e senadores, sob o risco de deixar de valer. Perguntas e respostas O que é transação tributária? A MP regulamenta a "transação tributária", prevista no Código Tributário Nacional. Segundo o artigo 171 do código, a lei permite que credor e devedor, no caso União e contribuinte, negociem um acordo a fim de efetivar o pagamento da dívida tributária. Quem poderá participar da negociação? Pessoas físicas e jurídicas poderão negociar com a União, autarquias e fundações. A negociação, com pagamento parcelado e descontos, prevê condições mais favoráveis para pessoa física e micro ou pequenas empresas. Já é possível fechar acordos? Ainda não. A MP assinada por Bolsonaro autoriza que os órgãos da União façam as negociações com os devedores. Segundo o governo, cada órgão precisará definir as regras e condições para buscar o acordo com os contribuintes. Qual a intenção do governo? O governo pretende receber ao menos parte de uma dívida trilionária – o estoque da dívida ativa é de cerca de R$ 2,2 trilhões, segundo a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). A negociação também visa reduzir o número de processos no âmbito administrativo e judicial. Como funcionará a transação tributária? A União poderá celebrar acordos com os devedores em duas modalidades: cobrança da dívida ativa da União e contencioso (litígio) tributário. Nesse caso, as duas partes terão de ceder para fechar o acordo. Segundo o governo, as negociações poderão ser feitas de forma individual ou por adesão na cobrança da dívida ativa e por adesão nos casos de contencioso. O Ministério da Fazenda e a PGFN ainda definirão parâmetros para permitir as negociações. Quanto o governo pretende arrecadar? Segundo o Ministério da Economia, em uma estimativa “conservadora”, a transação tributária poderá arrecadar cerca de R$ 15 bilhões em três anos, menos de 1% do total devido. R$ 5,5 bilhões em 2020 R$ 5 bilhões em 2021 R$ 4,4 bilhões em 2022 O que é dívida ativa da União? O termo “dívida ativa da União” corresponde a todas as dívidas cobradas e não pagas dos contribuintes com o governo federal. Esses débitos podem ser tributários (Imposto de Renda de Pessoa Juríca, Cide, Confins, PIS-Pasep, ISS ou outro imposto federal) ou não tributários (empréstimos compulsórios, foros, laudêmios, alugueis e custas processuais, por exemplo). Quando a fatura é inscrita em dívida ativa, isso significa que a Fazenda Nacional não conseguiu cobrar aquela fatura pelas vias normais. Com isso, passa a incidir uma multa de 20% sobre o valor original. Se o pagamento for feito entre a inscrição e a judicialização, o contribuinte pode descontar metade dessa multa. Qual o perfil do devedor para negociação da cobrança da dívida ativa? O governo prioriza nesse tipo de acordo débitos com menores chances de pagamento, classificados como “C” ou “D” no rating da dívida ativa da União (o ranking vai de A a D, conforme a chance de pagar a dívida). Os devedores não podem ter praticado atos fraudulentos ou de concorrência desleal, devem reconhecer expressamente o débito junto à União e não podem ter alienado bens ou direitos sem prévia comunicação ao fisco, quando exigido por lei. O governo informou que os acordos poderão auxiliar na regularização das dívidas de 1,9 milhão de devedores, cujos débitos com a União superam R$ 1,4 trilhão. Qual o desconto máximo na negociação da dívida? A negociação não inclui multas criminais ou decorrentes de fraudes fiscais. O desconto será de até 50% do total da dívida, percentual que poderá chegar a 70% para pessoa física e micro ou pequena empresa. Esse desconto só envolve os acréscimos da dívida (juros, multas e encargos), sem perdoar o valor original do débito. Assim, o desconto máximo vai depender de como essa dívida é composta. Se a maior parte do débito for resultante de juros e multas, o contribuinte poderá receber um abatimento maior. Se a maior parte for o valor “original” da fatura, o desconto tende a ser menor. No caso de uma dívida total de R$ 1 mil, por exemplo, o desconto poderá chegar a até R$ 700 – desde que haja R$ 700 pendentes de juros, multas e encargos. Se desses R$ 1 mil, R$ 800 forem o valor “original”, o desconto máximo ficará em R$ 200 (os 20% adicionais). O desconto não poderá incidir sobre os R$ 800 da dívida original. Em quantas parcelas será possível fazer o pagamento da dívida ativa? O parcelamento poderá ser feito em até 84 meses. Micro ou pequena empresas poderão parcelar os débitos em até cem meses. O governo prevê a possibilidade de conceder um período de carência para o início do pagamento. O que é contencioso tributário? O "contencioso tributário" se dá quando o contribuinte aciona o poder público para contestar uma cobrança, tributária ou não. Quando o governo lança essa cobrança, o contribuinte tem 30 dias para contestar a fatura. Ele pode fazer isso em um processo administrativo (impugnação) ou pela via judicial. Qual o público para negociação de contencioso tributário? As negociações contemplarão dívidas tributárias que estão em discussão no âmbito administrativo e judicial, nos casos em que as controvérsias são consideradas “relevantes e disseminadas”, em razão da complexidade do sistema tributário do país. O Ministério da Economia avalia que poderá encerrar “milhares de processos”, que envolvem valor superior a R$ 600 bilhões no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). Ainda há outros R$ 40 bilhões referentes a processos judiciais, garantidos por seguro ou fiança. Em quantas parcelas será possível fazer o pagamento do acordo de contencioso? Editais que serão lançados pela União poderão prever descontos e prazo de até 84 meses para pagamento. Os editais definirão as teses que serão alvo da negociação de litígios administrativos e judiciais e as condições de adesão. A negociação não poderá contrariar decisão judicial definitiva e não autorizará a restituição de valores já pagos ou compensados.
Veja Mais

16/10 - Crise na Venezuela: o que é possível comprar com o novo salário mínimo aprovado por Maduro
O preço de um quilo de queijo à venda em supermercado em Caracas custa quase o valor de um salário mínimo. O governo venezuelano aprovou um novo aumento no salário mínimo, que agora será de 300 mil bolívares soberanos, cerca de 18 dólares ou R$ 75, de acordo com a taxa de câmbio no mercado paralelo, a mais utilizada. O anúncio foi feito no Twitter pelo deputado da Assembleia Nacional Constituinte e ex-ministro do Trabalho Francisco Torrealba. Torrealba explicou que os 300 mil bolívares serão divididos em 150 mil do salário mais outros 150 mil da chamada "cesta ticket socialista", um bônus para comprar alimentos que é entregue aos trabalhadores. O anúncio logo despertou críticas. O líder da oposição Juan Guaidó descreveu a medida como "insuficiente" e disse que "é um salário mínimo que ninguém ganha na Venezuela". Initial plugin text E não faltou quem fizesse piadas nas redes sociais. A Venezuela sofre há anos com a hiperinflação, um forte aumento nos preços que corroeu fortemente o poder de compra da população. O custo das proteínas A BBC News Mundo visitou um supermercado em Caracas nesta terça-feira (15/10) para ver o que pode ser comprado pelo valor do novo salário mínimo. Um litro de leite, para mencionar um item amplamente consumido pelas famílias, custava no estabelecimento, localizado em uma área de classe média da cidade, 38 mil bolívares. Um quilo de arroz custava 21 mil bolívares, enquanto o de sal era 18 mil. Produtos que podem ser comprados com um salário mínimo venezuelano no mercado BBC Comprar proteínas atinge um novo patamar. O quilo do frango picado custava 50 mil bolívares, enquanto a dúzia de ovos, 35 mil. Desta forma, se uma pessoa comprar dez pacotes com 12 ovos cada, o salário mensal acaba. Se alguém quer se dar ao luxo de comprar queijo, as coisas ficam ainda mais complicadas. O único que estava à venda no mercado custava 290 mil bolívares por quilo. Ou seja, um quilo desse queijo consumiria quase toda a renda de um trabalhador que recebe salário mínimo. Embora seja verdade que muitos funcionários venezuelanos recebam quantias mais altas ou outras remunerações por seus serviços, o salário mínimo segue sendo o que, em muitos casos, trabalhadores do setor privado e funcionários públicos recebem em troca de sua mão-de-obra. O preço de 1 quilo de queijo é quase equivalente a um salário mínimo na Venezuela BBC A Venezuela vive há anos uma grave crise, que se reflete na severa contração de sua economia. Segundo o Banco Central da Venezuela (BCV), o país perdeu mais da metade de seu PIB desde que Nicolás Maduro chegou ao poder em 2013. Muitos especialistas, assim como a oposição e seus aliados internacionais liderados pelos Estados Unidos, culpam a má administração econômica do governo pela crise. Já a Venezuela, embora admita erros, diz que o país sofre uma "guerra econômica" liderada pelos Estados Unidos em retaliação a seu compromisso com o socialismo e qualifica de "bloqueio" as sanções impostas pelo governo de Donald Trump. 'Repetitivo e inútil' Uma das consequências dos desequilíbrios da economia é a hiperinflação, que em 2018 subiu para 130.060%, de acordo com os dados do BCV. Para lidar com o aumento descontrolado dos preços, tornou-se comum o governo aumentar o salário mínimo, apesar de muitos especialistas alertarem que essa medida só faz engordar a espiral inflacionária. Para Luis Vicente León, presidente da consultoria Datanálisis, se a medida não for acompanhada de outras mudanças fundamentais na economia, o aumento se torna um "exercício repetitivo e inútil". No atual contexto de hiperinflação, o bolívar se torna cada vez mais escasso. As transações em dólares americanos estão se tornando cada vez mais frequentes na Venezuela, embora o governo não tenha regulamentado seu uso. O acesso à moeda tornou-se uma dificuldade adicional para os venezuelanos mais desfavorecidos. Segundo dados das Nações Unidas, mais de 4 milhões de venezuelanos deixaram o país, no que é considerado "o maior êxodo da história recente da América Latina e do Caribe", o que dá uma ideia da magnitude da crise no país da América do Sul.
Veja Mais

16/10 - Ministério da Agricultura recupera recursos para o seguro rural após desbloqueio de verbas do governo
Com liberação, subsidio aos agricultores passa de R$ 370 milhões para R$ 420 milhões em 2019, mas ainda abaixo do prometido para o ano. Com a liberação de recursos do governo federal anunciada nesta semana, o Ministério da Agricultura informou nesta quarta-feira (16) que recuperou recursos para subsidiar o seguro rural em 2019, passando de R$ 370 milhões para R$ 420 milhões. A definição de como o dinheiro será aplicado ocorrerá no fim do mês. Indenizações do seguro rural subsidiado batem recorde em 2018 O seguro rural indeniza o produtor em caso de prejuízos por problemas climáticos ou derrubada de preços, por exemplo (leia mais abaixo). Orçamento menor O orçamento previsto para o seguro rural este ano era de R$ 440 milhões. Porém, o governo anunciou em março o bloqueio de R$ 70 milhões em março. Com o anúncio desta quarta-feira, restam ainda R$ 20 milhões bloqueados para o subsídio. Para o próximo ano, o governo federal prometeu R$ 1 bilhão para o segundo rural, mas o dinheiro ainda depende da aprovação do Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2020 que está tramitando no Congresso Nacional. Em 2018 (últimos dados fechados), esse mercado movimentou R$ 2 bilhões em apólices no Brasil. A parcela subsidiada somou R$ 862,9 milhões, sendo R$ 370,6 milhões bancados pelo governo e R$ 492,3 milhões pelos segurados. O restante (R$ 1,12 bilhão) foi contratado diretamente pelos agricultores junto às seguradoras, sem ajuda estatal. Como funciona o seguro rural? Assim como o seguro automotivo reembolsa parte do valor do carro ao motorista em caso de roubo ou acidente, o seguro rural garante ao produtor uma indenização por prejuízos na lavoura ou rebanho causados por problemas climáticos ou pela derrubada dos preços, por exemplo. A lógica é a mesma: o beneficiário paga uma quantia anual para ter direito a receber um determinado valor se algo inesperado ocorrer dentro daquele período. O seguro rural no Brasil ganhou relevância no país a partir da instituição da política de subsídios. Em dezembro de 2003, a Lei 10.823 criou o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) – foi quando governo assumiu o compromisso de ajudar o produtor rural a pagar uma parte do valor da apólice do seguro. O percentual de auxílio varia conforme a cultura, a região e riscos envolvidos.
Veja Mais

16/10 - Governo marca 2 leilões para contratação de termelétricas para março de 2020
Licitação visa substituição de usinas a diesel antigas que estão com contratos por vencer por outras mais eficientes, movidas a gás natural e carvão. O Ministério de Minas e Energia marcou para 31 de março de 2020 dois leilões para contratar termelétricas. As licitações, que serão realizadas "sequencialmente", visam a substituição de usinas a diesel antigas, cujos contratos vencerão nos próximos anos, por unidades mais eficientes e menos poluentes, movidas a gás natural e carvão. Um dos leilões será no formato conhecido como A-4, para entrega dos empreendimentos a partir de 2024, enquanto o outro será um A-5, com prazo de cinco anos para a implementação dos projetos, segundo diretrizes publicadas pela pasta no Diário Oficial da União desta quarta-feira (16). A concorrência oferecerá contratos para a venda da energia por 15 anos para os empreendimentos vencedores. Poderão participar da disputa tanto usinas existentes, que poderão investir em "retrofit" para aumentar a eficiência e na troca de combustível por opções de menor emissão, quanto novos projetos de gás e carvão. Segundo o Ministério de Minas e Energia, a iniciativa está alinhada ao programa Novo Mercado de Gás, do governo federal, que vista aumentar a competição no setor de gás e reduzir custos do insumo.
Veja Mais

16/10 - WhatsApp traz novidades para iPhone: tocar áudio pela notificação e envio de memojis
Outra novidade é que as edições de foto agora podem ser feitas depois do envio da imagem. A nova versão do WhatsApp no iOS, sistema operacional dos iPhones, traz facilidades para os usuários e incorpora também recursos da Apple ao aplicativo. As novidades estão disponíveis na versão 2.19.100 do aplicativo, que já pode ser baixada na App Store. Quem é fã dos áudios não precisa mais nem abrir o aplicativo pra ouvir: quando receber uma mensagem desse tipo é só clicar pressionar por um pouco mais de tempo a notificação (o que a Apple chama de "3D Touch"), que será possível reproduzir o áudio ali mesmo. Agora é possível ouvir áudios do WhatsAppa partir de uma notificação no iOS. Reprodução Também é possível editar fotos depois do envio. Basta clicar na foto e no ícone de edição, que é simbolizado por um rabisco, na parte debaixo da tela. Isso vai permitir usar o lápis na imagem, cortar ou escrever um texto. Após a edição, o aplicativo reenvia uma novo foto automaticamente. A última adição ao app para Android transforma em figurinhas os memojis — espécie de emojis que a Apple permite que o usuário crie e customize. Originalmente feitos para serem usados no iMessage, mensageiro da Apple que já vem no iPhone, eles agora podem ser importados pelo WhatsApp automaticamente. Para usá-los é só clicar no botão de emojis na conversa, que eles vão aparecer do lado esquerdo do teclado. WhatsApp permite enviar os Memojis como figurinhas no iOS. Reprodução
Veja Mais

16/10 - Após três meses sem quórum, Cade retoma sessão de julgamentos
Três dos quatro conselheiros indicados pelo presidente Jair Bolsonaro tomaram posse. Luis Braido já foi aprovado pelo Senado Federal, mas ainda não foi nomeado. Três meses depois, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) voltou a ter sessão de julgamento nesta quarta-feira (16), após três meses. A sessão contou com a presença de três novos conselheiros: Sérgio Costa Ravagnani, Luiz Augusto Azevedo de Almeida Hoffmann e Lenisa Rodrigues Prado. Com as posses, o tribunal do Cade está quase completo, com apenas uma cadeira vaga. Luis Henrique Bertolino Braido, que também foi aprovado pelo Senado Federal, ainda não foi nomeado. O Cade estava sem quórum para julgamento desde o dia 16 de julho, com o fim do mandato de Paulo Burnier. Vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, o Cade é responsável pela análise de fusões de empresas e pelo julgamento de infrações, como a prática de cartéis, a combinação de preços entre empresas. As quatro indicações de Bolsonaro para o Cade foram cercadas de intensas negociações. Em maio, o presidente chegou a encaminhar ao Senado dois nomes para o Cade. Os dois haviam sido indicados pelos ministros da Justiça, Sergio Moro, e da Economia, Paulo Guedes. No entanto, as indicações tiverem resistência no Senado. Parlamentares alegaram que não foram ouvidos pelo governo sobre os nomes. No início de agosto, o presidente retirou as indicações e fez as novas. Senado aprova indicações políticas para o CADE
Veja Mais

16/10 - Ministérios da Agricultura e Justiça assinam acordo para combater a 'venda casada' no crédito rural
Segundo governo, instituições financeiras condicionam o empréstimo subsidiado à contratação de outros serviços bancários, o que aumenta os custos da atividade. Sergio Moro e Tereza Cristina durante assinatura da cooperação técnica para evitar a 'venda casada' no crédito rural Marcelo Camargo/Agência Brasil Os ministérios da Agricultura e da Justiça assinaram nesta quarta-feira (16) um acordo de cooperação técnica para ações de combate à venda casada e proteção ao produtor na tomada de crédito agrícola, informaram as pastas em nota. Agricultores terão crédito de R$ 225 bilhões nesta safra De acordo com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, apesar de a legislação já prever medidas contra a venda casada, o agricultor se sente constrangido a adquirir outros produtos financeiros para conseguir ter acesso ao crédito com taxa de juros subsidiada. Segundo ela, o combate à venda casada significará redução de custo para o produtor e melhoria da competitividade do agronegócio brasileiro. Na venda casada, instituições financeiras condicionam o crédito rural à contratação de outros serviços bancários, como consórcios e seguros --o que, de acordo com o Ministério da Agricultura, tem "gerado situações de constrangimento ao agricultor nas negociações". "A aquisição indesejada de produtos e serviços financeiros como condição para contratação do crédito rural anula boa parte dos esforços do estado em proporcionar acesso ao crédito para o produtor rural", disse em nota o secretário adjunto de Política Agrícola, José Ângelo Mazzillo Júnior. O acordo entre as pastas visa estimular o produtor a denunciar instituições que promovam a venda casada, acrescentou o comunicado. O ministro Sergio Moro disse que a ideia é proteger a livre escolha do produtor. Ele pediu que os produtores denunciem a prática para que o governo saiba a dimensão do problema. "Esta é uma iniciativa simples que visa proteger o produtor rural de práticas abusivas quando ele está na condição de consumidor de crédito. Ao mesmo tempo, franquear a plataforma consumidor.gov.br para buscar soluções de conflitos”, disse em nota Moro.
Veja Mais

16/10 - FMI aumenta alerta sobre risco de dívidas feitas por empresas após cortes de juros no mundo
Segundo o fundo, se houver outra crise financeira global, 40% de toda a dívida corporativa nas principais economias do mundo poderá estar em risco, nível acima do observado em 2009. O Fundo Monetário Internacional (FMI) aumentou seus alertas para o mercado de dívida corporativa nesta quarta-feira (16), na medida em que investidores estão buscando por mais retorno em ativos de maior risco após cortes recentes nas taxas de juros por bancos centrais em todo o mundo. O FMI e outras autoridades econômicas manifestaram preocupação com os altos níveis de dívida corporativa no passado. Mas o grupo afirmou nesta quarta-feira que a redução das taxas de juros pelos bancos centrais de diversos países, na tentativa de reduzir de combater os riscos econômicos imediatos, exacerbaram a situação, levando a níveis "preocupantes" de dívida com baixa qualidade de crédito e aumentando as vulnerabilidades financeiras no médio prazo. "Com os juros permanecendo mais baixos por mais tempo, as condições financeiras diminuíram, ajudando a enfrentar os riscos negativos e apoiar o crescimento global por enquanto", disse o diretor de mercados de capitais do FMI, Tobias Adrian. "Mas condições financeiras frouxas incentivaram os investidores a assumir mais riscos." O FMI alertou que 40% de toda a dívida corporativa nas principais economias poderá ser considerada "em risco" em outra crise global, superando os níveis observados durante a crise financeira de 2008-2009. Os investidores podem estar "excessivamente complacentes" com os riscos negativos neste final do ciclo econômico, alertou o FMI. Na terça-feira, o FMI reduziu sua projeção de crescimento global de 2019 para o nível mais baixo desde a crise financeira, em grande parte devido a disputas comerciais em andamento. O FMI, cujas reuniões com o Banco Mundial começam em Washington nesta semana, também alertou que os principais fatores de risco de queda da economia global são as tensões comerciais e a incerteza política. 90% dos países terão desaceleração no crescimento em 2019, diz nova diretora do FMI Um grande evento geopolítico, como a saída do Reino Unido da União Europeia sem um novo acordo, poderá provocar um forte aperto nas condições financeiras, disse o FMI em seu relatório semestral Estabilidade Financeira Global.
Veja Mais

16/10 - Governo autoriza refinanciamento de dívidas rurais contratadas até dezembro de 2017
Ministério da Economia vai oferecer até R$ 1 bilhão com juros de 8% ao ano para que agropecuaristas quitem financiamentos contratados até 28 de dezembro de 2017. O Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou que produtores rurais e cooperativas que tiveram problemas climáticos ou de comercialização poderão ter acesso a uma nova linha de crédito para refinanciar empréstimos contratados até o dia 28 de dezembro de 2017, de acordo com comunicado do Ministério da Economia na terça-feira (15). Segundo o Ministério da Agricultura, a medida vai beneficiar especialmente os produtores de arroz. Essa modalidade, chamada de composição de dívidas, os bancos concedem novo crédito para a liquidação integral de débitos. Ao todo, o governo vai oferecer até R$ 1 bilhão para a composição de dívidas de empréstimos de custeio e investimento rural contratadas até 28 de dezembro de 2017. Cada produtor só poderá contrair até R$ 3 milhões para a composição de dívidas, com juros efetivos de 8% ao ano e prazo de pagamento de até 12 anos. O beneficiário terá 36 meses de carência, só começando a pagar a nova linha de crédito três anos depois da contratação. Em nota à Agência Brasil, o Ministério da Economia informou que a composição de dívidas pretende permitir que os produtores e as cooperativas alonguem os prazos financiamentos contratados anteriormente, cujo cronograma original de pagamento foi dificultado por imprevistos climáticos ou problemas na venda da produção.
Veja Mais

16/10 - Concurso da Emdec tem 12,5 mil candidatos e disputa chega a 4,4 mil por vaga; prova será no dia 20 de outubro
Prova objetiva no próximo domingo (20) acontece nos turnos da manhã, para nível superior, e à tarde, para níveis médio e técnico. Veja relação candidato/vaga por cargo abaixo. Empresa de trânsito de Campinas realiza provas de concurso público no próximo domingo (20). Reprodução/EPTV As provas do concurso público da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) acontecem no próximo domingo (20) com uma disputa acirrada pelas 18 vagas oferecidas em 15 cargos. Ao todo, 12.581 pessoas se inscreveram. A função de assistente administrativo jr. concentra a maior competitividade, são 4.490 pessoas disputando 1 única vaga. Consulte local, sala e horário de realização da prova Consulte o edital do concurso da Emdec A remuneração varia de R$ 2.127,67, para a função de oficial de manutenção jr., a R$ 6.325,30, para o cargo de analista da mobilidade urbana jr. Veja, abaixo, a relação candidato/vaga dividida entre os cargos oferecidos. Disputa por vagas no concurso público da Emdec Horários das provas Os candidatos farão as provas em dois turnos, sendo os de nível superior na parte da manhã e os níveis médio e técnico, à tarde. Quem organiza o processo seletivo é o Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC). Manhã (Nível Superior) Abertura dos portões: 8h Fechamento dos portões: 8h45 Início previsto das provas: 9h Tarde - (Nível Médio/Técnico) Abertura dos portões: 13h30 Fechamento dos portões: 14h15 Início previsto das provas: 14h30 Benefícios Os aprovados e convocados para atuar na Emdec receberão auxílio-refeição no valor de R$ 921,84, auxílio-alimentação de R$ 519,90, além das opções de vale-transporte, convênio médico e seguro de vida. Vaga para agente de mobilidade urbana está entre as opções do concurso. Lucas Jerônimo/G1 Veja mais notícias da região no G1 Campinas
Veja Mais

16/10 - Agricultor colhe abóbora gigante com mais de uma tonelada e vence festival na Alemanha
Fazendeiro belga ganhou a competição com um fruto que pesa 1.013 kg. Cidade da Alemanha organiza competição para premiar maior abóbora A cidade de Ludwigsburg, na Alemanha, reuniu 18 agricultores de 6 países, como Bélgica, Itália, Áustria e Romênia, em um festival que premia a maior abóbora (veja no vídeo acima). O vencedor foi o belga Mario van Geel com um fruto que pesa mais de uma tonelada (1.013 kg). Apesar da vitória, a abóbora de Van Gee não bateu o recorde mundial estabelecido em 2016 pelo agricultor belga Mathias Willemijns, cujo fruto pesava 1.190,5 kg. Ciente disso, o vencedor do festival ainda tem uma projeção cautelosa para 2020: chegar a 1.100 kg. Mario van Geel com a abóbora vencedora do festival Ruply/Reprodução Na segunda posição da competição feita no último domingo (13), ficaram os compatriotas Luc van Heuckelom, cuja abóbora pesava cerca de 979 kg e Jan Biermans com um fruto de 860 kg. A competição faz parte do tradicional Festival da Abóbora de Ludwigsburg. O tema deste ano é o "Mundo dos Contos de Fadas", que apresenta esculturas elaboradas de abóboras, incluindo um dragão, um unicórnio e desenhos animados (veja no vídeo acima). Escultura do Pokemon Pikachu no Festival da Abóbora de Ludwigsburg Reprodução/Ruply Atualmente, cerca de 450.000 abóboras estão em exibição e podem ser vistas até o início de novembro nos jardins barrocos floridos que cercam o Palácio Ludwigsburg.
Veja Mais

16/10 - Trump diz que não deve assinar acordo comercial com a China até se reunir com Xi Jinping
Dúvidas sobre medidas acertadas e em negociação para pôr fim à guerra comercial permanecem. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (16) que não deve assinar qualquer acordo comercial com a China até se reunir com o presidente chinês, Xi Jinping, no Fórum da Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico (Apec) no Chile. Falando a repórteres na Casa Branca, Trump afirmou que o acordo comercial parcial anunciado na semana passada está no processo de ser formalizado. Entenda as tensões entre China e EUA e as incertezas para a economia mundial As expectativas em torno de um acordo comercial concreto entre os dois países chegaram a melhorar após ambos os lados concordarem em trabalhar em um acordo limitado, mas voltaram a perder força. Após os governos dos EUA e da China acertarem um acordo parcial na última sexta-feira, notícias e declarações de autoridades de ambos os lados no sentido de que é necessário mais trabalho para finalizar o acerto trouxeram novas dúvidas sobre o que realmente foi alcançado. A Câmara dos Deputados dos EUA aprovou na terça-feira quatro atos legislativos, adotando uma postura dura contra a China devido ao movimento pró-democracia em Hong Kong e a disputa legal em torno da gigante de telecomunicações Huawei. EUA e China chegam a acordo preliminar que pode pôr fim à guerra comercial
Veja Mais

16/10 - Vendas para o Dia das Crianças têm crescimento, apontam Serasa e Boa Vista
Entidades apontam inflação baixa, saques do FGTS e melhora da renda como fatores. Comércio em Itapeva (SP) para o Dia das Crianças Reprodução/TV TEM As vendas para o Dia das Crianças tiveram crescimento em relação ao ano anterior, segundo dados da Serasa Experian e Boa Vista SCPC. De acordo com a Boa Vista, as vendas do comércio para o Dia das Crianças cresceram 3,1% em relação a 2018. O aumento foi maior do que o observado em 2018, quando as vendas para a data cresceram 2,2% na comparação com 2017. O Dia das Crianças também registrou o melhor desempenho do ano em relação às demais datas comemorativas. Dia das Mães, Dia dos Namorados e Dia dos Pais registraram crescimento das vendas de 1,7%, 1,4% e 1,2%, respectivamente, na comparação com 2018. O indicador de atividade do comércio Dia das Crianças da Serasa Experian mostrou que as vendas na semana de 5 a 11 de outubro tiveram alta de 1,7% com relação ao mesmo período do ano anterior. O desempenho superou o crescimento do Dia dos Pais, Dia dos Namorados e Dia das Mães. No fim de semana que antecedeu a data (4 a 6 de outubro), houve queda de 3,2% quando comparado com os dias equivalentes de 2018 (5 a 7 de outubro). Fatores Segundo a Boa Vista, "apesar do desemprego ainda elevado e do fraco crescimento da renda, a inflação em queda, o aumento das concessões de crédito e os resgastes dos recursos do FGTS são os principais fatores por trás do bom desempenho das vendas na data, e que devem colaborar para o aquecimento do movimento do comércio até o final do ano". Segundo os economistas da Serasa Experian, "o resultado reflete a melhora no setor varejista já apontada pelos dados de atividade de setembro. O comércio no Dia das Crianças ainda foi positivamente impactado pelo aumento na massa de rendimentos da população brasileira, ou a soma da renda das pessoas, que, aliada à queda dos juros e da inflação, acabam beneficiando o varejo".
Veja Mais