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17/08 - Ministro da Fazenda da Argentina deixa cargo
Nicolás Dujóvne, que era ministro desde janeiro de 2017, anunciou a renúncia neste sábado, 17. Segundo jornal 'La Nacion', seu substituto será o atual ministro da economia de Buenos Aires. Ministro argentino da Fazenda, Nicolás Dujovne, anuncia renúncia AP Foto / Natacha Pisarenko O ministro da Fazenda da Argentina, Nicolás Dujóvne, anunciou neste sábado (17) a renúncia do cargo que ocupava desde janeiro de 2017. Em carta direcionada ao presidente Mauricio Macri, e divulgada pelo jornal La Nacion, o agora ex-ministro Dujóvne afirma que "se convenceu de que, em virtude das circunstâncias, sua gestão necessita de uma renovação significativa na área econômica". Ministro da fazenda da Argentina apresenta renúncia De acordo com o jornal, o governo já escolheu o substituto de Dujóvne. O novo ministro da Fazenda deve ser Hermán Lacunza, que ocupa o cargo de ministro da Economia da província de Buenos Aires. Instabilidade política e econômica Além da crise econômica, a Argentina vive um cenário de turbulência política. No último domingo, o país realizou as prévias obrigatória. Nelas, Macri sofreu uma derrota considerável para a chapa liderada por Alberto Fernández, e que tem a ex-presidente Cristina Kirchner como vice. A dupla conseguiu 47,66% dos votos, contra 32,08% do atual presidente. Roberto Lavagna foi o 3º, com 8,23% dos votos. Presidente argentino Mauricio Macri durante entrevista coletiva em Buenos Aires, nesta segunda-feira (12) Natacha Pisarenko/AP Depois das prévias, Mauricio Macri anunciou um pacote de medidas econômicas. Dentre elas, estão: aumento do salário mínimo; congelamento do preço da gasolina; e pagamento de bônus adicionais aos trabalhadores. "As medidas que tomei e que vou compartilhar agora são porque os escutei. Escutei o que quiseram dizer no domingo. São medidas que vão trazer alívio a 17 milhões de trabalhadores e suas famílias. E a todas as pequenas e médias empresas, que sei que estão passando por um momento de muita incerteza", afirmou Macri em pronunciamento, na última quarta-feira. Na quinta, Macri ainda anunciou a redução de impostos para alimentos. Entre os produtos beneficiados, estão pão, leite, azeite, arroz, açúcar, entre outros. A medida, segundo Macri, será publicada nas próximas horas e vale até o fim do ano.
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17/08 - Instituto Federal do Piauí abre inscrição de concurso com vagas para tradutor de libras
São oferecidas 12 vagas para os campi de Teresina Zona Sul, Teresina Central, Floriano, Angical e Paulistana. IFPI Gil Oliveira/G1 O Instituto Federal do Piauí (IFPI) abriu as inscrições de processo seletivo para a contratação temporária de profissionais técnicos especializados em tradução e interpretação de Língua Brasileira de Sinais (Libras). São oferecidas 12 vagas para os campi de Teresina Zona Sul, Teresina Central, Floriano, Angical e Paulistana. As inscrições serão realizadas, exclusivamente, pelo site do IFPI, até dia 22 de agosto. Para se inscrever, o candidato deverá acessar o sistema de inscrição, preencher o requerimento de inscrição, conferir os dados e imprimir a Guia de Recolhimento da União (GRU), no valor de R$ 60. A seleção será feito em duas etapas: prova de títulos e prova prática, ambas de caráter eliminatório e classificatório. O resultado final será divulgado dia 24 de setembro. O concurso tem validade de 12 meses, podendo ser prorrogado por igual período.
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17/08 - Área de soja aumenta pouco mais de 2% na última safra em MT, segundo levantamento da Unemat
Mais de 10 milhões de hectares de soja foram cultivados na safra passada. Durante colheita de soja em MT Secom-MT/ Divulgação Um mapeamento realizado pela Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat) apontou que a área plantada de soja aumentou 2,1% na safra 2018/2019. O que representa 225.402 hectares a mais que a safra 2017/2018. No total, segundo o levantamento, este ano, foram cultivados 10.645.826 milhões de hectares de soja, em todo o estado. Ainda segundo a Unemat, o bioma Pantanal foi o que apresentou maior percentual de aumento de área plantada. Foram 10,7% a mais que na safra anterior. Entretanto, há um adendo, na safra 2016/2017, a área plantada no Pantanal foi maior do que na safra 2017/2018. No bioma Amazônia, o aumento foi de 3,4%. Já o Cerrado apresentou menor percentual de expansão de área, 1,2%. Área de soja aumenta 2,7% em duas safras, em MT TVCA/ Reprodução Os dados são resultados de um projeto de extensão desenvolvido na Unemat que, por meio da plataforma 'sojamps' e sensoriamento remoto, efetua um cálculo específico e chega-se as estes dados. O projeto é coordenado pelo professor pesquisador Carlos Antônio da Silva Júnior e tem a participação de diversos alunos dos cursos de graduação e pós-graduação. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) o mapeamento contribui com a estimativa de área e produtividade, além de oferecer informações precisas sobre a distribuição geográfica em cada estado. A Conab informou ainda que a estimativa de área e o resultado do mapeamento auxiliam na análise das informações repassadas pelos produtores. A plataforma 'sojamaps' permite o acompanhamento detalhado da safra e, consequentemente, influencia no resultado da produção. Além de contribuir para que as instituições consigam desenvolver estratégias para o desenvolvimento sustentável. Dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), são semelhantes, aos constatados pela Unemat, embora variando para menos. Segundo o Imea, em um ano, o percentual de aumento foi 1,6%. Ainda segundo o Imea do total de área plantada é 9,76 milhões de hectares.
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17/08 - Procurador do Trabalho vê risco a produtos brasileiros por falas de Bolsonaro sobre trabalho infantil
Em julho, presidente disse que 'trabalho dignifica o homem, não importa a idade' e criticou lei que pune com expropriação propriedade rural que explora trabalho análogo ao escravo. O procurador-geral do Trabalho, Ronaldo Fleury Edilson Rodrigues/Agência Senado Declarações recentes do presidente Jair Bolsonaro sobre trabalho infantil e trabalho análogo ao escravo podem levar empresas e governos estrangeiros a restringir a compra de produtos brasileiros, o que causaria prejuízo a empresas nacionais, segundo afirmou o procurador-geral do Trabalho, Ronaldo Curado Fleury, em entrevista ao G1. No início de julho, Bolsonaro disse que não defende o trabalho infantil, mas afirmou que "o trabalho dignifica o homem, a mulher, não importa a idade". O presidente chegou a citar o próprio exemplo, contou que começou a trabalhar aos oito anos "plantando milho, colhendo banana", e disse que isso "fez muito bem" a ele. No final de julho, Bolsonaro criticou a emenda constitucional que pune com expropriação a propriedade rural que pratica trabalho análogo ao escravo. Bolsonaro também defendeu uma definição clara do que é "trabalho análogo à escravidão" a fim de se dar mais "garantia" aos empregadores. Bolsonaro critica emenda que manda expropriar propriedade que explorar trabalho escravo Para o procurador-geral do Trabalho, que deixa o cargo na próxima semana, as falas do presidente preocupam. O risco, segundo ele, é que empresas estrangeiras e governos identifiquem nas falas de Bolsonaro indícios de que o governo brasileiro reduzirá esforços para combater o trabalho infantil e o análogo ao escravo. "As marcas lá fora vão querer ter o seu produto associado a um país onde há uma defesa pública do trabalho infantil?", questiona Fleury, se referindo à fala de Bolsonaro do começo de julho. O G1 procurou a assessoria de imprensa do Palácio do Planalto, que informou que não comentaria as declarações de Fleury. Bolsonaro volta a falar sobre trabalho infantil: "o trabalho enobrece todo mundo" O procurador citou o exemplo da empresa sueca Paradiset, maior rede supermercados da Escandinávia, que anunciou no começo de junho que deixaria de importar produtos do Brasil devido a notícias sobre a liberação de pesticidas e aumento do desmatamento. Em entrevista ao jornal "O Globo", o fundador da empresa, Johannes Cullberg, atribuiu os problemas ao presidente Jair Bolsonaro, a quem chamou de "maníaco". Durante participação no programa Painel, da GloboNews, que foi ao ar na semana passada, o presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Marcello Brito, disse que as notícias sobre desmatamento ilegal no país, "colam" no setor, geram uma "reverberação internacional extremamente negativa" e prejudicam as empresas que exportam produtos agrícolas. Lista suja Fleury afirmou que países como os EUA monitoram o combate ao trabalho análogo ao escravo e infantil por seus parceiros comerciais. E que o Brasil corre o risco de entrar na "lista suja" desses países. "Na hora que a gente deixar de combater [o trabalho infantil e o análogo ao escravo, a gente vai sair do azul e passar para o vermelho. Os produtos brasileiros poderão – e certamente irão – sofrer restrição de entrada nos EUA. Na Europa também tem essa lista suja", afirmou. "Interessa economicamente para os produtores brasileiros que o Brasil tenha esse carimbo?", declarou o procurador-geral do trabalho.
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16/08 - China disputa soja do Brasil com indústrias locais e compra 1 milhão de toneladas na semana
Procura atípica dos chineses em meio à guerra comercial com Estados Unidos fez os preços do grão subirem 10% no mês. Preço da soja no mercado brasileiro desde novembro de 2018 Secom SC/ Divulgação O mercado de soja do Brasil ganhou um ingrediente adicional nesta semana, com processadores locais disputando com chineses a compra dos grãos. A briga tem como cenário a guerra comercial entre Estados Unidos e China, que está evitando comprar a commodity dos americanos. O analista Luiz Pacheco, da T&F Agronômica disse em relatório que foram reportados negociações de 18 carregamentos entre quarta (14) e quinta-feira (15), totalizando mais de 1 milhão de toneladas do produto. "Isto é sinal do aumento da demanda chinesa sobre a soja da América do Sul, especialmente Brasil e Argentina", afirmou Pacheco. "No Brasil, houve vendas de origem de mais 120 mil toneladas. Na Argentina, os agricultores venderam mais 300 mil toneladas... fugindo dos eventuais problemas político-econômicos e aproveitando a alta do dólar, com boa participação dos exportadores", acrescentou o analista. Enquanto isso, os negócios entre produtores e processadores brasileiros foram fortes, especialmente nesta semana em que foi realizado um leilão para compra de biodiesel, cuja matéria-prima é em sua maioria óleo de soja. No mercado local, preço da soja no acumulado do mês atingiu R$ 85,40 por saca de 60 kg (base Paranaguá), também o maior valor desde meados de novembro, com alta de mais de 10% no mês, de acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP. "O acirramento da guerra comercial, desde a semana passada, gerou uma série de incertezas, e o ponto de inflexão foi a desvalorização da moeda chinesa em relação ao dólar, e o Brasil também teve desvalorização, e a Argentina nem se fale", disse o pesquisador do Cepea Lucilio Alves. Sem dependência dos EUA As principais compradoras de soja da China conseguem se manter sem os fornecimentos dos Estados Unidos no quarto trimestre e depender das importações provenientes da América do Sul, afirmou nesta sexta-feira (16) um analista chinês ligado ao governo. Os comentários de Zhang Liwei, analista sênior do Centro Nacional de Informação sobre Grãos e Oleaginosas da China, vêm após o Ministério do Comércio do país ter anunciado no início deste mês que as empresas chinesas pararam de comprar produtos agrícolas norte-americanos, na mais recente escalada na guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo. A China é a maior compradora mundial de soja, adquirindo cerca de 60% da oferta comercializada globalmente. Os EUA são, em geral, o segundo maior fornecedor do país asiático, representando a maior parte das importações pela China no quarto trimestre em todos os anos. Os processadores chineses interromperam as compras de soja dos EUA no ano passado, depois de Pequim impor tarifas de 25% sobre os grãos, em resposta às taxas norte-americanas. As companhias estatais, no entanto, adquiriram cerca de 14 milhões de toneladas de soja nos últimos meses, após uma trégua comercial temporária estabelecida no final do ano passado. Novas compras, porém, foram colocadas em risco depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, voltar a elevar as tensões entre os dois países com ameaças de tarifas, no início deste mês. Falando em uma conferência na cidade chinesa de Harbin, Zhang disse que mesmo que China e EUA não consigam chegar a um acordo comercial nas próximas semanas, "teremos oferta suficiente de soja, já que podemos comprá-la da América do Sul".
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16/08 - Preços dos combustíveis sobem nos postos na semana, diz ANP
O prelo médio da gasolina subiu 0,16%, e o diesel teve elevação de 0,03%. Os preços médios dos combustíveis avançaram nos postos nesta semana, com a gasolina e o diesel voltando a subir após terem interrompido uma série de recuos na semana anterior, mostraram dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) nesta sexta-feira (16). A cotação média do diesel, combustível mais utilizado do Brasil, fechou a semana a R$ 3,525 por litro, alta de 0,03%. Foi o segundo aumento consecutivo, depois de uma sequência anterior de três semanas de baixa. A gasolina ficou em média a R$ 4,326 por litro nas bombas, alta de 0,16% frente à semana anterior, quando o combustível havia quebrado uma série de 12 semanas seguidas de retração nos preços. O etanol hidratado, concorrente direto da gasolina nos postos, marcou a maior alta semanal, de 0,7%, para R$ 2,818 por litro. A Petrobras reduziu os preços da gasolina em suas refinarias nesta sexta-feira em R$ 0,10 por litro, ou quase 6% para o combustível "tipo A", enquanto o diesel não teve reajuste. Os repasses dos ajustes no preço dos combustíveis da Petrobras nas refinarias para ao consumidor final, nos postos, dependem de diversos fatores, como impostos, margens de distribuição e revenda e mistura de biocombustíveis. Posto de gasolina em São Paulo. Marcelo Brandt/G1
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16/08 - Petrobras reduz preço da gasolina nas refinarias em R$ 0,10 por litro
Combustível vai ficar 6% mais barato. Estatal deixou inalterado o preço do diesel. A Petrobras reduziu os preços da gasolina em suas refinarias em 10 centavos por litro, ou quase 6% para a gasolina "tipo A", e cerca de 5% para o produto "premium", segundo informações publicadas no site da estatal nesta sexta-feira (16). Refinaria da Petrobras em Paulínia (SP) Paulo Whitaker/Reuters O reajuste é o primeiro praticado pela companhia desde 1° de agosto, quando as cotações haviam sido elevadas em 4%, ocasião em que houve alta também no diesel, que não teve alterações nesta sexta-feira. Os preços do petróleo Brent, referência global, acumulam baixa de cerca de 3% desde o último reajuste da petroleira. Segundo a Petrobras, os preços da gasolina e do diesel vendidos às distribuidoras têm como base a paridade de importação, formada pelas cotações internacionais mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo, além de uma margem que cobre os riscos.
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16/08 - Questionário mais curto visa ampliar cobertura do Censo – mas não há garantia, diz diretor do IBGE
Segundo Eduardo Rios-Neto, responsável pelas pesquisas do instituto, redução do questionário não foi feita para cortar custos. O diretor de Pesquisas do IBGE, Eduardo Rios-Neto, disse nesta sexta-feira (16) que a redução do número de perguntas do Censo 2020 não foi motivada por corte de custos, mas para reduzir o tempo de aplicação e ampliar a base de cobertura do questionário. Questionado sobre se a medida seria eficaz para atingir esse objetivo, porém, ele disse não ter "evidências 100%". "Você tem evidências de que um número menor facilita isso [a cobertura]? 100%, não. Mas o que eu tenho evidência, como todo mundo de TI que você conversa, é que clareza no questionário, simplicidade do questionário, e questionário curto, para autoaplicação (...) é crucial. Então, pelo sim, pelo não, nós estamos cortando", afirmou. O questionário básico do Censo 2020, aplicado em todas os domicílios, terá 26 perguntas, contra 34 no último levantamento, realizado em 2010. Já o questionário mais detalhado, de amostra, terá 76 perguntas, contra 102. A prova piloto para o Censo do ano que vem chegou a ter 112 questões. "Claro, se fosse para cortar [questões] a um custo social muito grande, talvez não valesse a pena. Por isso é que tem toda essa discussão das perguntas [na prova piloto] e tudo." O diretor do IBGE afirmou que a demanda por privacidade é atualmente um importante obstáculo para a ampliação da cobertura. "Sem tecnologia, vai ser difícil a gente abrir domicílios de difícil acesso. E na tecnologia, tempo é crucial" disse. Rios-Neto destacou que, com a melhoria dos serviços e o envelhecimento populacional, contar precisamente os habitantes do país e saber a idade de cada um é essencial para traçar a política pública. E, de acordo com ele, as mudanças no questionário foram feitas para focar nessa coleta. Na visão dele, mais do que formar um retrato social, o censo é feito para "gerar o denominador da política pública", ou seja, fazer a contagem de pessoas. "O enxugamento do questionário básico não tem nada a ver com custo-benefício do orçamento", afirmou.
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16/08 - Empréstimo da casa própria corrigido pela inflação tem risco; entenda
Parcelas dos contratos de financiamentos tomados com recursos com FGTS poderão agora ser corrigidos pela variação do IPCA. Risco é inflação subir e encarecer o custo da parcela. Os financiamentos imobiliários tomados com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) terão uma nova opção de contrato: as parcelas poderão ser corrigidas pela inflação. A resolução que autoriza os bancos a oferecerem esse tipo de crédito foi aprovada nesta quarta-feira (14). De acordo com o Banco Central, além de ampliar as modalidades de financiamento imobiliário oferecidas, a medida vai possibilitar "o aumento da concorrência entre os agentes financeiros e a redução das taxas de juros". Hoje, em geral, os contratos de financiamento imobiliário têm um juro pré-fixado e são corrigidos também pela Taxa Referencial (TR), que atualmente está zerada. Segundo o presidente da Caixa – que deve lançar a modalidade na próxima semana – o novo financiamento vai trazer mais transparência ao tomador do crédito, uma vez que a TR "é um indicador que ninguém sabe". Mas especialistas consultados pelo G1 alertam para riscos para o consumidor e dizem que é preciso cuidado antes de optar por essa modalidade. O principal risco é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, índice que apura a inflação no país) subir, o que consequentemente vai aumentar o custo do financiamento. Prestações poderão ser corrigidas pela inflação Reprodução/JN Além disso, contratos imobiliários costumam ser de longo prazo, o que exige uma conjuntura macroeconômica estável por um bom período de tempo. Nos últimos anos, no entanto, esse não tem sido o cenário percorrido pelo Brasil. Em 2015, na esteira da crise econômica, o IPCA foi de 10,67%. "Se uma pessoa não se preocupava com inflação, vai ter de começar a olhar esse indicador", afirma o gerente de crédito da fintech Bcredi, Samir Reis. "Quanto melhor a situação da inflação, mas vantajoso vai ficar para o cliente, mas há sempre o risco de qualquer movimento para pior da inflação", afirma o diretor executivo da Bari Promotora, Luiz Pedro Albornoz. Neste ano, a expectativa dos analistas consultados pelo relatório Focus, do Banco Central é de que o IPCA fique em 3,76%. Em 2020, deve subir para 3,90%, e voltar a 3,75% em 2021. Mais recursos para o setor Para Daniele Akamine, diretora da Akamines Negócios Imobiliários, a modalidade tem uma única vantagem. A mudança de indexador dos contratos de financiamentos aproxima de práticas mais modernas do mercado de capital e pode aumentar os recursos disponíveis para financiar o setor. "Vai ter um título com mais interesse em ser negociado porque vai remunerar melhor o investidor. O banco vai poder emitir um Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI) lastreado ao financiamento", afirma Daniele. Se os recursos de fato aumentarem, o setor pode ficar menos dependente do dinheiro da poupança – que, atualmente, são responsáveis por financiar boa parte do sistema imobiliário do Brasil. Nos últimos anos, com a queda dos juros, a poupança se tornou um investimento cada vez menos atrativo e, portanto, atraiu menos aportes. Ela rende hoje 70% da taxa Selic, que está em 6% ao ano. "A gente sabe que o recurso da poupança uma hora vai acabar, e a Caixa já teve dificuldades", afirma Daniele.
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16/08 - Agência de classificação de risco rebaixa nota da Argentina
Nota de crédito de longo prazo do país foi reduzida para CCC; agência citou incerteza política após resultado das eleições primárias de domingo. A agência de classificação de risco Fitch Ratings rebaixou nesta sexta-feira (16) a nota de crédito de longo prazo da Argentina, citando a 'elevada incerteza política' após o resultado das eleições primárias do último domingo, que deram ampla vantagem ao candidato peronista Alberto Fernández sobre o atual presidente Mauricio Macri. Entenda o que fazem as agências de classificação de risco Entenda o que é grau de investimento e grau especulativo A nota de crédito do país foi reduzida em dois 'degraus', de B para CCC, considerada de risco alto de inadimplência e baixo interesse. Com isso, a classificação da dívida do país ficou a quatro degraus do default – quebra. Em comunicado sobre o rebaixamento, a Fitch apontou que a revisão negativa reflete também um aperto severo das condições de financiamento e uma deterioração inesperada do ambiente macroeconômico, "que aumentam a probabilidade de um default soberano ou de algum tipo de reestruturação". Educação financeira: o que é grau de investimento e grau especulativo Risco político Segundo a agência, os resultados das eleições primárias apontam para maiores riscos de descontinuidade das políticas econômicas, o que já gerou efeitos nos mercados financeiros do país, incluindo uma queda brusca na cotação do peso argentino frente ao dólar. "Esses desenvolvimentos adversos podem prejudicar a posição de liquidez soberana no curto prazo e amplificar os riscos de sustentabilidade da dívida". Classificação de risco As notas de crédito são dadas pelas agências de classificação de risco para, entre outros instrumentos, as dívidas soberanas dos países, isto é, os títulos emitidos pelos governos para pagar suas contas. Quanto maior a nota, menor o risco de que o país venha a dar calote nesses pagamentos. As agências têm diferentes escalas de classificação mas, em geral, os títulos com nota acima de um determinado patamar, consideradas mais confiáveis, recebem o chamado "grau de investimento". Já os que ficam abaixo, são chamados de grau especulativo, e oferecem mais riscos aos detentores dos títulos. Notas das agências internacionais de classificação de risco Arte G1
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16/08 - Corrigir financiamento da casa própria pela inflação traz transparência, aponta presidente da Caixa
Banco vai lançar nova modalidade de financiamento na próxima terça-feira (20), segundo Pedro Guimarães. O presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Pedro Guimarães, apontou nesta sexta-feira (16) que a correção pela inflação dos empréstimos para compra da casa própria com recursos da poupança vai trazer mais transparência para o tomador do crédito. "Ao ter um outro tipo de indexador que é a inflação, IPCA, você tem um indexador que todo mundo sabe o que é", disse Guimarães, que participou de evento do banco em Campinas (SP). "Hoje a única correção é a TR que é um indicador que ninguém sabe, ninguém consegue projetar". Na quinta-feira (15), o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou uma resolução que autoriza bancos a corrigirem pela inflação contratos de financiamento do Sistema Financeiro da Habitação (SFH). Essa metodologia já estava disponível para os bancos, mas fora do SFH – que é o sistema que permite usar os recursos da conta do FGTS. Segundo o executivo, a nova modalidade de crédito pelo banco será anunciada na próxima terça-feira (20), em cerimônia no Palácio do Planalto, e deverá estar disponível para contratação em seguida. "A gente tem que estar preparado para no dia seguinte oferecer isso nas agências", afirmou. De acordo com Guimarães, os juros cobrados serão "o IPCA mais alguma coisa". Esse 'alguma coisa', disse, já foi definido, mas ele não quis informar quanto será. "A gente tem que tomar muito cuidado com esse impacto e só pode anunciar na véspera que a gente vai disponibilizar para a população", afirmou. O presidente da Caixa reforçou que as demais modalidades de correção não deixarão de ser oferecidas. Hoje, há linhas de crédito com a correção atrelada à Taxa Referencial (TR, uma taxa de juros mensal definida pelo Banco Central, que hoje está em zero), com diferentes sistemas de amortização. Ainda segundo ele, haverá uma redução na taxa efetiva de juros cobrada: "nossa taxa mais baixa é TR + 8,5% (ao ano). Nós vamos ter o IPCA mais alguma coisa, que é bem menor do que 8,5%". O IPCA hoje está girando próximo aos 3,3% no acumulado em 12 meses. "Vai ter um ganho real e esse ganho real vai ser muito impactante. A gente vai mostrar as contas", disse. "A TR tem o mesmo risco da inflação. A diferença você acompanha mês a mês. Qual a fórmula da TR? Ninguém sabe. No mínimo fica uma coisa transparente", apontou o executivo. "Se a gente perceber que tem algum ajuste, a gente ajusta, mas a gente começou o jogo. Na pior das hipóteses, não deu certo? A gente para. Mas pelo menos a gente tentou . Eu tenho a confiança nesse modelo”. Veja mais notícias da região no G1 Campinas
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16/08 - Motorista de Uber é condenado por estuprar passageira nos EUA
Vítima estava embriagada e inconsciente, segundo promotores. Defesa diz que relação foi consensual. Uber Phil Noble/Reuters A Justiça dos Estados Unidos condenou nesta quinta-feira (15) um motorista de Uber que estuprou uma passageira embriagada após buscá-la em um cassino perto da Filadélfia em fevereiro. A sentença ainda não foi determinada. Ahmed Elgaafary, cidadão egípcio de 27 anos, buscou a passageira no cassino após ela chamá-la pelo aplicativo. A mulher, embriagada, passou mal e vomitou no carro. O motorista a estuprou em seguida. Segundo a agência Associated Press, a vítima disse que não se lembrava de nada desde que deixou o cassino. Ela notou o abuso no dia seguinte ao perceber hematomas nas coxas e procurou um hospital. "Ele sabia que ela estava em situação vulnerável. Ele sabia que ela estava sozinha", disse o promotor Vincent Robert Cocco. 'Foi traição, não estupro', diz defesa A advogada de Elgaafary, Melissa Berlot McCafferty sustentou que a mulher consentiu em ter relação sexual com o motorista. Na versão da defesa, a mulher "seduziu" o homem – que não admitiu ter feito sexo com a passageira por ser casado. "Ele traiu a mulher. Ele não é um estuprador, não é um criminoso", insistiu McCafferty. Preso em SP motorista da Uber suspeito de estuprar passageira Além da condenação, Elgaafary foi permanentemente removido da plataforma Uber. Pela lei norte-americana, o motorista também deve ser deportado ao Egito.
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16/08 - Sobra pouco? Veja como começar a investir com apenas R$ 10
É possível ter acesso a aplicações financeiras com valores baixos, via aplicativo da Neon. Chegar ao fim do mês com algum dinheiro nem sempre é fácil. Mas, muitas vezes, aquela nota de R$ 10 perdida no bolso acaba indo por impulso em um chocolate ou num refrigerante. E se você investisse esse dinheiro? Sim, é pouco, mas pode ser um começo para uma virada na sua vida financeira. Pouca gente sabe, mas hoje é possível ter acesso a produtos de investimento atrativos com pouco dinheiro. Os fundos de investimento já oferecem opções de entrada a partir de R$ 100. No Tesouro Direto, por exemplo, a partir de R$ 30 já é possível aplicar em títulos públicos. Na Neon, é ainda mais fácil. Com apenas R$ 10, você tem acesso ao CDB Neon. O CDB é um Certificado de Depósito Bancário emitido pelas instituições financeiras. Na prática, quando você investe em um CDB você está emprestando dinheiro e vai receber juros por isso. Na Neon, tudo é feito pelo aplicativo, com agilidade e transparência, sem a necessidade de ir a agências bancárias ou preencher papéis. O seu dinheiro será aplicado num CDB com possibilidade de rendimento acima da poupança. A rentabilidade pode ser vista diariamente. Claro, se você colocar só R$ 10 vai ver apenas centavos. Por isso, o recomendado é fazer aportes semanais ou mensais para o investimento ir crescendo. E não se preocupe: em caso de necessidade, o resgate dos valores pode ser feito a qualquer momento e você vai receber a rentabilidade proporcional. A qualquer momento mesmo, até mesmo nos fins de semana. Desafio inspira pessoas a pouparem Para motivar pessoas a pouparem, a Neon criou o Desafio das 52 Semanas. A iniciativa mostra como é possível criar o hábito de economizar mesmo começando com pouco dinheiro. Por isso, o desafio propõe que a pessoa guarde um valor semanal e vá aumentando gradativamente. Por exemplo, na primeira tabela para poupar dinheiro disponível no site da Neon, a economia começa com R$ 1. E vai aumentando R$ 1 por semana. Se você seguir à risca, no fim de um ano, terá poupado R$ 1.378, sem contar a rentabilidade se o dinheiro for aplicado. Para quem começa com R$ 5, no fim de um ano terá R$ 6.890, mais o que render em uma aplicação. O Desafio das 52 semanas da Neon tem um grupo fechado no Facebook que já conta com mais de 7,5 mil pessoas. Os participantes recebem dicas para reduzir as despesas e economizar. Além disso, trocam experiências e falam do que estão fazendo para juntar dinheiro. A Neon Pagamentos é uma fintech brasileira fundada em 2016, com objetivo de unir tecnologia e design para ajudar as pessoas a se organizarem financeiramente. A Neon oferece uma conta 100% digital sem mensalidade ou anuidade. Saiba mais sobre a Neon.
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16/08 - CAT de Santa Bárbara d'Oeste tem 76 vagas de emprego para diferentes níveis de formação
Vagas podem ser preenchidas no decorrer do dia, segundo a Prefeitura. Interessados devem ir ao CAT com a documentação necessária Prefeitura de Santa Bárbara/Divulgação A Prefeitura de Santa Bárbara d'Oeste (SP) informa que o Desenvolve Santa Bárbara está com 76 oportunidades de emprego disponíveis nesta sexta-feira (16). Há oportunidades para pessoas alfabetizadas, com ensino fundamental e médio, com cursos específicos ou profissionais com graduação completa. Parte das ocupações é exclusiva para pessoas com deficiência (PCD). De acordo a prefeitura, as vagas podem ser encerradas sem aviso prévio, e algumas delas deverão estar disponíveis na segunda (19). Como se candidatar Os candidatos interessados em uma das oportunidades disponíveis devem ir à Casa do Trabalhador com RG, CPF e Carteira de Trabalho. A unidade fica no Desenvolve Santa Bárbara, no VIC Center, localizado na Avenida Santa Bárbara. O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h30. O telefone é (19) 3499-1015. Confira os cargos disponíveis Candidatos alfabetizados Empregada doméstica Marceneiro Mecânico de motos Padeiro Vendedor Candidatos com ensino fundamental completo Açougueiro Cozinheira Encarregado de hortifrúti Operador e programador CNC Torneiro de lixa Vendedor Candidatos com ensino médio completo Assistente PCP Consultor de vendas Encarregado de frente de caixa Mecânico de suspensão Programador de manutenção Sinaleiro de grua Candidatos com cursos específicos Analista de qualidade: curso técnico em qualidade Banhista: curso de banho e tosa Brunidor: curso profissionalizante na área Eletrotécnico de manutenção: curso de NR10, NR33, NR35 e técnico em eletrotécnico Eletrotécnico de manutenção CNC: curso de NR10, NR33, NR35 e técnico em eletrotécnico Inspetor de qualidade: curso técnico de qualidade Líder de produção: curso técnico na área têxtil, mecânica e/ou elétrica Mecânico de manutenção: curso NR33, NR35 e técnico em mecânica Motorista Bitrem/Rodotrem: curso MOPP e habilitação categoria “E” Operador de guindaste: curso de op. de guindaste e op. Manipulador de guindaste Operador de polivalente: curso de empilhadeira e habilitação categoria “D” Porteiro: curso de informática Programador de torno CNC: curso de programador de torno CNC Técnico em eletrônica: curso técnico em eletrônica Candidatos com graduação Estagiário de marketing digital Gerente de Loja (autônomo) Operador de centrífuga Vagas exclusivas para pessoas com deficiência (PCD) Oficial de limpeza Repositor de mercearia Veja mais notícias da região no G1 Piracicaba
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16/08 - Receita das fazendas de algodão deve crescer 18% em 2019 no Brasil e chegar a R$ 41 bilhões
Algodão é fibra natural, é conforto. Algodão é agro. Algodão é agro O Brasil é o segundo maior exportador mundial de algodão, que gera emprego e renda no campo. Em 2019, a receita das fazendas deve crescer 18% e chegar a R$ 41 bilhões. As lavouras brasileiras estão equipadas com máquinas de última geração, permitindo uma colheita mais rápida e que mantém a qualidade da fibra. O algodão está em quase todas as atividades humanas: na moda, na mesa, na higiene, nas roupas esportivas, na medicina. Algodão é fibra natural, é conforto. Algodão é agro.
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16/08 - Mercados argentinos têm recuperação moderada em meio a crise
Diálogo entre presidente e candidato de oposição acalmou mercados. Mauricio Macri reconhecu resultado ruim em prévia da corrida presidencial neste domingo (11) Luisa Gonzalez/Reuters O peso argentino estava em alta e o risco-país caía nesta sexta-feira (16), após o colapso dos mercados financeiros locais no início desta semana devido à derrota esmagadora sofrida pelo atual presidente, Mauricio Macri, nas eleições primárias no domingo. A recuperação começou na quinta-feira, depois que um diálogo entre o presidente neoliberal Mauricio Macri e o líder da oposição de centro-esquerda, Alberto Fernández, acalmou os mercados, que temem problemas de governabilidade até dezembro, quando o novo mandato presidencial começa. Macri também anunciou nesta semana uma série de medidas para aliviar a situação de muitos argentinos, que já estão começando a sentir o impacto inflacionário da forte depreciação do peso. Em contrapartida, as medidas poderiam atingir os cofres do Estado, cujo déficit Macri tenta reverter desde que assumiu o poder em 2015. Depois de cair 21% esta semana, apesar da intervenção do banco central, o peso argentino subia 1,4% na sexta-feira, enquanto o risco país caiu 116 unidades, para 1,622 pontos base.
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16/08 - 'Exército vai entrar em meio expediente', diz Bolsonaro sobre falta de dinheiro no governo
Presidente afirmou que ministros estão 'apavorados' com falta de verba e que, neste ano, o governo está 'tentando sobreviver'. Há três semanas, governo anunciou bloqueio de R$ 1,44 bi no Orçamento. Bolsonaro afirmou que o 'Brasil todo está sem dinheiro' O presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira (16) que o “Brasil todo está sem dinheiro” e que o Exército vai trabalhar meio expediente para economizar. Bolsonaro comentou sobre as dificuldades de caixa do governo ao ser questionado pela imprensa a respeito da decisão do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) de, diante da falta de verba, suspender novas bolsas de pesquisa. Entenda o déficit orçamentário do CNPq Há três semanas, o governo anunciou um bloqueio de R$ 1,44 bilhão no Orçamento da União, como uma forma de compensar a frustração de receitas decorrente da queda na previsão do Produto Interno Bruto (PIB) para 2019. O contingenciamento afeta diversos ministérios. “O Exército vai entrar em meio expediente, porque não tem comida para dar para o recruta, que é o filho de pobre. A situação que nós encontramos é grave. Não há maldade da minha parte. Não tem dinheiro, só isso, mais nada”, afirmou Bolsonaro, após participar de uma cerimônia no Palácio do Planalto sobre o Dia Internacional da Juventude. Procurados pelo G1, o Exército e o Ministério da Defesa ainda não tinham se manifestado até a última atualização desta reportagem. O presidente acrescentou que “os ministros estão apavorados” com a falta de verba. Ele disse que que tem conversado com a equipe econômica sobre o que é possível fazer para "sobreviver” no ano de 2019. “O Brasil todo está sem dinheiro. Em casa que falta pão, todos brigam e ninguém tem razão. Os ministros estão apavorados, estamos aqui tentando sobreviver no corrente ano, não tem dinheiro”, completou Bolsonaro.
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16/08 - Confiança dos consumidores tem forte queda em agosto nos EUA
Indicador atingiu menor patamar desde o início do ano. A confiança dos consumidores americanos deteriorou-se acentuadamente em agosto, de acordo com a estimativa preliminar de uma pesquisa conduzida pela Universidade de Michigan, e publicada nesta sexta-feira (16). O índice de confiança situou-se em 92,1 pontos, mais de seis pontos abaixo de seu nível anterior e seu menor nível desde o início do ano. Os analistas esperavam uma queda muito mais moderada, para 97,7 pontos. Construção Dados do Departamento do Comércio dos Estados Unidos também mostraram que a construção de novos imóveis caiu em julho nos Estados Unidos mais do que o esperado, mas os pedidos de licenças de construção aumentaram. Os inícios das obras ficaram em 1,19 bilhão em ritmo anual e dados corrigidos pelas variações sazonais, uma queda de 4% em relação a junho. Os analistas esperavam que a queda fosse menor, de 1,245 bilhão. Em um ano, a construção de novas construções aumentou ligeiramente, em 0,6%.
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16/08 - Embraer mostra fotos do protótipo do 1º avião elétrico; veja
Modelo vai servir como demonstrador da tecnologia. Primeiro voo dele é previsto para o ano que vem. Fabricante de motores Weg e a Parker Aerospace são parceiras no projeto. Embraer apresenta primeiras imagens de avião elétrico Embraer/Divulgação A Embraer divulgou nesta sexta-feira (16) imagens do protótipo do avião elétrico que desenvolve por meio de uma parceria firmada com a fabricante de motores Weg. O projeto de aeronave, com propulsão integralmente elétrica, é desenvolvido desde o ano passado. Esse avião cujas fotos da fuselagem foram reveladas vai ser o demonstrador da tecnologia e, para isso, ainda vai receber os sistemas e componentes. O primeiro voo dele está previsto para o ano que vem. Na prática, quando lançado, o avião elétrico deve contribuir em um primeiro momento para a mobilidade aérea urbana regional, com uso em aeronaves de pequeno porte e voos de curta distância. O avião elétrico também é uma aposta para tornar mais sustentável as operações do setor aeronáutico. Segundo a Embraer, para o desenvolvimento da tecnologia, uma nova parceria para o projeto foi feita com a Parker Aerospace. A empresa vai fornecer o sistema de arrefecimento do avião demonstrador. Embraer apresenta primeiras imagens de avião elétrico Embraer/Divulgação Embraer apresenta primeiras imagens de avião elétrico Embraer/Divulgação
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16/08 - Bovespa fecha em alta, mas segue abaixo dos 100 mil pontos
Nesta sexta-feira, o Ibovespa subiu 0,76%, a 99.805 pontos. Na semana, bolsa acumulou queda de 4,04%. Painel da B3, antiga Bovespa, mostra cotações dos papeis negociados na bolsa Paulo Whitaker/Reuters O principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, a B3, fechou em alta nesta sexta-feira (16), mas permaneceu abaixo dos 100 mil pontos, embalado pelo alívio nos mercados no exterior. O Ibovespa subiu 0,76%, a 99.805 pontos. Veja mais cotações. Na véspera, a bolsa recuou 1,2%, para 99.056 pontos. Na semana, o Ibovespa acumulou queda de 4,04%. No ano, no entanto, já subiu 13,55%. Entenda a piora das tensões entre China e EUA Já o dólar subiu 0,33%, a R$ 4,0026, nesta sexta-feira. Na semana, acumulou alta de 1,59%. No exterior, uma trégua no rali recente no mercado de títulos da dívida norte-americana e expectativa de estímulos econômicos na China traziam alívio às bolsas no exterior, destacou a Reuters. Investidores também se animaram com a notícia de que o governo alemão está preparado para assumir novas dívidas para enfrentar uma possível recessão, além das declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, de que a guerra comercial com a China será relativamente curta. De acordo com o analista Jasper Lawler, chefe de pesquisa no London Capital Group, investidores seguem nervosos após a inversão da curva de juros 2-10 anos, um alerta de recessão difícil de ignorar. Do lado do embate comercial EUA-China, Lawler também observa que, por ora, as tensões recuaram da beira do abismo, ajudando a reduzir a aversão a ativos de risco, conforme nota a clientes.
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16/08 - CMN libera opção de empréstimos da casa própria com FGTS serem corrigidos pela inflação
Segundo o governo, medida vai possibilitar que bancos fiquem menos dependentes de recursos da poupança e do FGTS para oferecer os empréstimos. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou uma resolução que autoriza bancos a corrigirem pela inflação contratos de financiamento do Sistema Financeiro da Habitação (SFH). A medida foi aprovada na quarta-feira (14), mas divulgada somente na noite desta quinta-feira (15) pela área econômica. De acordo com o Banco Central, essa metodologia de empréstimo já havia sido autorizada para instituições financeiras mas, até o momento, ainda não englobava operações contratadas no âmbito do SFH, que permitem ao tomador utilizar os recursos de sua conta vinculada do FGTS para pagamento das prestações e a amortização do saldo devedor do financiamento. Ao usar os recursos da conta no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), os empréstimos do SFH contam com juros mais baixos. Nessa modalidade, o teto para financiamento de imóveis é de R$ 1,5 milhão. "A alteração promovida pelo CMN é mais um passo para tornar o mercado imobiliário menos dependente dos recursos dos depósitos de poupança e do FGTS, permitindo a contratação de operações que podem servir de lastro de instrumentos negociados no mercado de capitais, como os certificados de recebíveis imobiliários e as letras imobiliárias garantidas", informou o Banco Central. De acordo com a instituição, a medida deve favorecer a "ampliação das modalidades de financiamento imobiliário disponíveis aos consumidores, o aumento da concorrência entre os agentes financeiros e a redução das taxas de juros".
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16/08 - Dólar fecha em alta e volta ao patamar de R$ 4
Nesta sexta-feira, a moeda norte-americana subiu 0,33%, vendida a R$ 4,0026. Na semana, subiu 1,59%. Carlos Alberto Sardenberg comenta sobre a guerra comercial entre China e EUA O dólar fechou em alta nesta sexta-feira (16) e voltou a superar o patamar de R$ 4, em meio a incertezas no exterior dada a disputa comercial entre Estados Unidos e China. A moeda norte-americana subiu 0,33%, vendida a R$ 4,0026. Veja mais cotações. No dia anterior, o dólar caiu 1,21%, a R$ 3,9896 na venda. Na semana, o dólar acumulou alta de 1,59%. No mês e no ano, o avanço é de 4,82% e 3,31%, respectivamente. "Os investidores viram que exageraram na queda no dia anterior e agora estão ajustando as posições. Como o território doméstico está sob controle, o mercado passa a ter uma volatilidade de cautela pautada pelo exterior", afirmou à Reuters Reginaldo Galhardo, gerente de câmbio da Treviso Corretora. Na quinta-feira, a China prometeu retaliar as mais recentes tarifas impostas pelos EUA, sobre 300 bilhões de dólares em produtos chineses. Mais tarde, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aliviou o tom e afirmou estar mantendo boas discussões com o país asiáticos. "O mercado fica confuso com as mensagens divergentes que têm recebido lá de fora. Agora está tudo bem, mas basta uma publicação do Trump no Twitter para tudo desandar", completou Galhardo. A agência de planejamento estatal da China afirmou que adotará um plano para aumentar a renda disponível neste ano e em 2020, buscando alimentar o consumo no momento em que a economia desacelera. Na cena doméstica, as atenções permanecem voltadas para a tramitação da reforma da Previdência no Senado, onde terá primeiro de ser analisada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa para depois ir a plenário. Atuação do BC O Banco Central realizou nesta sessão leilão de até 11 mil contratos de swap cambial tradicional, correspondentes à venda futura de dólares, para rolagem do vencimento outubro de 2019. O BC anunciou nesta semana mudanças na forma de atuar no mercado de câmbio e vai passar a vender dólares à vista das reservas internacionais a partir da próxima quarta-feira (21). A operação será realizada até 29 de agosto. A autoridade monetária disse também que, de forma simultânea, fará leilões de swaps cambiais reversos, ou seja, venderá contratos em que prevê a recompra desses dólares no futuro. Essas operações também ocorrerão junto com as operações que vem realizando nos últimos tempos, de leilões de swaps cambiais tradicionais - nesse caso, o BC, ao contrário, compra dólares no mercado futuro. Os swaps são utilizados como instrumento para proteção para investidores.
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16/08 - Petrobras dá mais um passo para venda de empresa de termelétricas no AM
Petroleira detém fatia de 93,7% na Breitener Energética. A Petrobras informou nesta sexta-feira (16) que deu mais um passo para a venda da Breitener Energética, que possui duas unidades termelétricas em Manaus, totalizando 315 MW de capacidade instalada. Segundo a petroleira, teve início a fase vinculante da venda de sua participação na companhia, de 93,7%. Os interessados habilitados receberão uma carta-convite com instruções sobre o processo de venda da empresa. Nessa fase, o interessado que fizer uma proposta tem compromisso de compra caso ela seja escolhida. A venda da Breitener foi anunciada pela Petrobras em maio. As usinas possuem capacidade contratada de 120 MW até 2025 com a Amazonas Energia, distribuidora de energia do Amazonas, por meio de contrato exclusivo de compra e venda de energia (Power Purchase Agreement).
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16/08 - Na contramão dos passageiros, fluxo de cargas em Viracopos tem pior índice em dois anos
De acordo com dados da concessionária, foram movimentadas 126,3 mil toneladas no terminal neste ano, índice mais baixo desde 2017. Terminal de Cargas de Viracopos registrou queda na movimentação Reprodução/EPTV A movimentação de cargas no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), registrou o pior número dos últimos dois anos no acumulado de janeiro a julho. De acordo com dados da concessionária Aeroportos Brasil, que administra a estrutura, foram movimentadas 126,3 mil toneladas no terminal neste ano, índice mais baixo desde 2017, quando passaram pelo empreendimento 104,1 mil toneladas de mercadorias no período. O número dos setes meses de 2019 é 3% menor que as 130,6 mil toneladas do ano passado, quando o aeroporto teve o melhor ano da história da concessão na movimentação de cargas. Veja no gráfico abaixo todos os dados de carga de janeiro a julho desde 2013, primeiro ano completo de privatização e quando a concessionária começou a divulgar as estatísticas. Os índices correspondem a importação, exportação, cargas domésticas e remessas expressas. Segundo os dados da concessionária, o fluxo de cargas domésticas registrou aumento de 996% e passou de 1,9 mil toneladas para 21 mil toneladas. Já as movimentações internacionais, que reúnem exportações e importações, caíram de 128,6 mil para 105,2 mil, o que equivale a uma queda de 18%. A concessionária Aeroportos Brasil informou, em nota, que a diminuição do volume de cargas está diretamente ligada à queda do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. A economia brasileira registrou retração de 0,13% no segundo trimestre de 2019, segundo o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), uma espécie de "prévia" do PIB, divulgada na segunda-feira (12). "Outro fator para explicar esta queda é que ela reflete uma tendência apresentada em nível mundial, conforme estudo da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), a demanda global por transporte aéreo de carga (...) teve queda 4,8% em junho em relação a igual mês de 2018, configurando a oitava baixa consecutiva nessa base de comparação", diz o texto da nota. Veja mais notícias da região no G1 Campinas
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16/08 - Desigualdade de renda cresce há 17 trimestres consecutivos no país, aponta FGV
Segundo estudo, Brasil vive o mais longo aumento contínuo da concentração de renda já registrado. Desigualdade no Brasil chega ao maior nível dos últimos 30 anos A desigualdade de renda no Brasil aumentou no 2º trimestre de 2019 pelo 17º trimestre consecutivo, o que representa o ciclo mais longo já registrado no país, segundo pesquisa da FGV Social, a partir de dados da PNAD Contínua do IBGE. De acordo com o estudo "Escalada da Desigualdade", do economista Marcelo Neri, trata-se de um recorde de duração nas séries históricas brasileiras: 4 anos e 3 meses. "Nem mesmo em 1989 que constitui o pico do nosso piso histórico de desigualdade brasileira houve um movimento de concentração de renda por tantos períodos consecutivos", diz Neri. O chamado índice Gini, que mede a concentração de renda, passou de 0,6003 no 4º trimestre de 2014 para 0,6291 no 2º trimestre de 2019 (quando mais perto de 1, maior é a desigualdade). Segundo o estudo, o aumento de 0,0287 pontos no índice nesse período seguiu "um ritmo de aumento anual similar ao de queda observada no período histórico de marcada redução da desigualdade entre 2001 e 2014". De 2014 a 2019, a renda do trabalho da metade mais pobre da população caiu 17,1%, segundo o estudo. Já a renda dos 1% mais ricos subiu 10,11% nesse período. A renda da fatia da população considerada de classe média (posicionada entre os 40% intermediários) teve queda de 4,16%. A pesquisa mostra que a queda da renda média atingiu com mais intensidade os jovens com idade entre 20 e 24 anos (-17,16%), analfabetos (-15,16%), moradores das regiões Norte (-13,08%) e Nordeste (-7,55%) e pessoas de cor preta (-8,35%). Entre as principais causas apontadas para o aumento da desigualdade estão a desaceleração econômica e, principalmente, o desemprego. A pesquisa calcula que entre o final de 2014 até o fim de 2017, o número de brasileiros em situação de pobreza (renda de até R$ 233 por mês por pessoa) passou de 8,38% para 11,8% da população, atingindo 23,3 milhões, "um grupo maior do que a população chilena". Na véspera, o IBGE divulgou que 3,347 milhões de desempregados procuram emprego há pelo menos 2 anos. No 2º trimestre, a taxa de desemprego média no país recuou para 12%, ante 12,7% no 1º trimestre, atingindo 12,8 milhões de brasileiros. Brasil segue estagnado no 79° lugar em ranking de desenvolvimento humano da ONU Aumenta o número de pessoas com mais de 40 anos atuando no mercado de trabalho
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16/08 - Encontro reúne apicultores e meliponicultores em São Joaquim
A 34º edição do evento irá discutir o desenvolvimento socioeconômico e ambiental da área. Encontro Catarinense de Apicultores começa nesta sexta-feira (16) em São Joaquim A partir desta sexta-feira (16), começa em São Joaquim, na Serra catarinense, o 34º Encontro Catarinense de Apicultores e Meliponicultores. A programação segue até sábado (17) no Parque Nacional da Maçã. A expectativa da organização é receber mais de 600 pessoas na programação técnica, que inclui palestras, cursos, mesas redondas, com profissionais do Uruguai, da Bahia, Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O tema deste ano será "Apicultura: Desenvolvimento Socioeconômico e Ambiental". O cronograma das atividades está disponível no site do evento. Segundo o presidente da Federação das Associações de Apicultores e Meliponicultores (FAASC) Ênio Cesconeto um dos assuntos debatidos será o processo de polinização, em que as abelhas são as principais protagonistas. "As abelhas como insetos polinizadores são responsáveis pela biodiversidade e principalmente pela melhoria da quantidade e da qualidade dos frutos produzidos. Então o nosso encontro catarinense está focado principalmente neste viés da polinização que traz pra esse evento a oportunidade para que os produtores de maçã conversar com os apicultores e meliponicultores e articular um trabalho para que se obtenha uma maior produtividade nos dois negócios”, disse. Além do destaque na produção do mel, a região da Serra catarinense tem como principal atividade no campo a fruticultura de clima temperado, especialmente com a produção de maçãs. Paralelamente vai ocorrer a Expofeira, que tem entrada gratuita, que traz inovações da área da tecnologia para o setor. Veja mais notícias do estado no G1 SC Encontro de apicultores e meliponicultores vai discutir desenvolvimento socioeconômico e ambiental Divulgação/ Api-Levy
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16/08 - Empresa de tecnologia abre 50 vagas de trainee e estágio em Campinas com seleção 'às cegas'; veja como concorrer
Oportunidades contemplam universitários e profissionais formados nos últimos três anos. Interessados em trabalhar na Movile podem se candidatar até dia 7 de setembro Daniel Gomes O Grupo Movile, que detém ações de diversas empresas de tecnologia, oferece 50 vagas para trainee e estágio em Campinas (SP). Os interessados podem se inscrever até 7 de setembro no site do programa de seleção. A avaliação dos candidatos ocorrerá virtualmente e às cegas, ou seja, informações como foto, idade e gênero serão omitidas dos avaliadores, com objetivo de focar apenas na capacidade dos interessados. Os candidatos devem ter mais de 18 anos e, para o programa de trainee, ter se formado no ensino superior há até três anos. Já para o programa de estágio, é necessário estar cursando a faculdade. As inscrições e os primeiros testes realizados com os inscritos serão realizados por "chatbots", uma espécie de robô que conversará de maneira virtual com os candidatos. Eles irão coletar histórias, experiências e aplicarão testes de lógica. O objetivo principal, segundo a empresa, é descobrir profissionais talentosos que, no decorrer dos anos, integrem cargos de destaque e ocupem posições de liderança dentro da instituição. Serviço Vagas para trainee e estágio no Grupo Movile em Campinas Inscrições: gratuitas através do site do programa. Prazo: até 7 de setembro. Veja mais oportunidades para a região no G1 Campinas
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16/08 - Redes sociais não fazem mal, desde que não substituam atividades mais saudáveis, diz estudo
Pesquisa entrevistou milhares de adolescentes em escolas inglesas e também revelou que meninas são mais vulneráveis a 'cyberbullying'. Especialistas recomendam que celulares sejam deixados longe dos quartos depois das 22h TV Globo As redes sociais fazem mal para os adolescentes? A pergunta que tira o sono de pais, educadores e cientistas em todo o mundo recebeu, por ora, uma nova resposta. E ela é: as redes não prejudicam diretamente os mais jovens, mas podem tirar o tempo que eles gastam em atividades vitais e saudáveis, como dormir e se exercitar. O alerta vem de pesquisadores do Reino Unido, que recomendam a proibição de celulares depois das 22h e incentivos a atividades físicas. Segundo o estudo, as meninas são especialmente vulneráveis ​​ao cyberbullying, o que pode levar a problemas psicológicos. No Reino Unido, nove em cada dez adolescentes usam redes sociais e há uma crescente preocupação com o seu impacto na saúde mental dos mais jovens. Até agora, as conclusões das pesquisas são contraditórias devido à falta de estudos de longo prazo. Neste estudo recente, publicado no na revista médica especializada "The Lancet Child & Adolescent Health", mais de 12 mil adolescentes em idade escolar na Inglaterra foram entrevistados durante três anos, dos 13 aos 16. Eles cursavam os anos 9, 10 e 11 (equivalentes ao 9º ano do ensino fundamental e 1º e 2º do ensino médio no Brasil) do sistema de ensino britânico. O que o estudo fez? Os adolescentes informaram com que frequência checavam redes como Instagram, Facebook, WhatsApp e Twitter diariamente, mas não quanto tempo gastavam usando-as. No ano 9, a maioria (51%) das meninas e 43% dos meninos entraram em redes sociais mais de três vezes por dia; no ano 11, a frequência subiu para 69% entre os meninos e 75% entre as meninas. Já no ano 10, os mesmos jovens preencheram um questionário sobre sua saúde mental e relataram experiências de cyberbullying, sono e atividade física. No ano 11, os adolescentes avaliaram seus níveis de felicidade e ansiedade. Na pesquisa, meninas disseram usar redes sociais com mais frequência que meninos AJ PHOTO/BSIP/AFP O que a pesquisa encontrou? Os meninos e meninas que verificavam suas redes mais de três vezes por dia tinham pior saúde mental e maior sofrimento psicológico. As meninas também parecem mais propensas a dizer que são menos felizes e mais ansiosas à medida que os anos avançaram, ao contrário dos meninos. Os pesquisadores dizem que há indícios de um vínculo forte entre o uso de redes sociais e saúde mental. Nas meninas, os efeitos negativos são revelados principalmente em perturbações do sono, ciberbullying e, em menor medida, falta de exercício. Nos meninos, os fatores também têm um impacto, mas muito menor. Os pais devem se preocupar? O coordenador do estudo, Russell Viner, professor de saúde do adolescente do University College London, diz: "Os pais andam em círculos quando o assunto é o tempo que seus filhos passam nas redes sociais todos os dias." "Mas eles deveriam se preocupar com a quantidade de atividade física e sono dos filhos, porque as mídias sociais estão substituindo outras coisas." As redes sociais também podem ter um efeito positivo nos adolescentes e "desempenham um papel central na vida de nossos filhos", acrescentou. Também envolvida no estudo, a professora de psiquiatria infantil, Dasha Nicholls, da universidade Imperial College London, completa: "Não é o tempo na rede social em si, a questão é quando ela desloca os contatos e atividades da vida real." "A questão é encontrar um equilíbrio." É diferente para meninos? A equipe de especialistas diz que, embora tenha observado diferenças no uso de redes sociais entre garotas e garotos, elas ainda não são bem compreendidas. Também são necessários outros estudos para descobrir de que forma o uso das redes sociaiso pode influenciar o sofrimento psicológico dos meninos. E quanto ao cyberbullying? Nicholls diz que os pais devem monitorar as atividades de seus filhos para ter certeza de que não estão acessando conteúdo prejudicial, principalmente à noite. "Com o cyberbullying, nem a nossa cama é um lugar seguro. Mas, se o seu celular estiver em outro cômodo da casa, você não pode ser intimidado em sua cama." Louise Theodosiou, do corpo docente sobre crianças e adolescentes do Royal College of Psychiatrists (organização profissional de psiquiatras do Reino Unido), diz: "Mais estudos são necessários para entender como podemos evitar os impactos mais negativos das redes sociais, particularmente em crianças e jovens vulneráveis." "É justo que as empresas de redes sociais contribuam para financiar esses estudos e façam mais para apoiar os jovens a usar a internet com segurança."
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16/08 - Bolsas da China terminam semana em alta com expectativa de impulso de consumo
Agência estatal disse que adotará um plano para ampliar a renda disponível neste ano e em 2020 para alimentar o consumo no momento em que a economia desacelera. Notas de iuan Getty Images Os índices acionários da China fecharam em alta nesta sexta-feira e encerraram a semana com ganhos, ajudados pelo avanço das empresas de consumo no momento em que o governo age para aumentar mais o consumo visando lidar com a desaceleração do crescimento econômico. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, subiu 0,45%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 0,29%. Na semana, o CSI300 subiu 2,1%, enquanto o SSEC ganhou 1,8%. A agência de planejamento estatal da China informou nesta sexta-feira (16) que adotará um plano para ampliar a renda disponível neste ano e em 2020 para alimentar o consumo conforme a economia desacelera, mas deu poucos detalhes. Dados nesta semana mostraram que a economia da China perdeu mais força do que o esperado em julho, com as vendas no varejo indicando cautela do consumo conforme a intensificação da guerra comercial com os Estados Unidos pesa sobre as empresas e os consumidores. No segundo trimestre, o crescimento desacelerou para perto da mínima de 30 anos. Guerra comercial: entenda a piora das tensões entre China e EUA e as incertezas para a economia mundial Liderando os ganhos no mercado, o índice de consumo do CSI300 subiu 1,3% na sexta-feira. Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 0,06%, a 20.418 pontos. Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 0,94%, a 25.734 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 0,29%, a 2.823 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 0,45%, a 3.710 pontos. Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 0,58%, a 1.927 pontos. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 0,91%, a 10.420 pontos. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 0,35%, a 3.115 pontos. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 0,04%, a 6.405 pontos.
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16/08 - Guerra comercial: entenda a piora das tensões entre China e EUA e as incertezas para a economia mundial
Preocupações sobre os efeitos da disputa entre as duas maiores economias do mundo sobre outros países seguem afetando mercados, inclusive no Brasil. Donald Trump e Xi Jinping se encontraram em Osaka, no Japão. Kevin Lamarque / Reuters A disputa comercial entre China e Estados Unidos vem causando preocupações em todo o mundo desde o começo de 2018, quando o presidente norte-americano, Donald Trump, fez o primeiro anúncio de tarifas impostas sobre produtos chineses. Desde então, foram feitas algumas tentativas de acordo, mas os rompimentos de tréguas com novos anúncios e ameaças de retaliações frustraram expectativas de solução. Em agosto, as tensões pioraram. A disputa passou dos anúncios e ameaças de tarifas sobre produtos importados para o campo cambial. Em reação a uma nova rodada de tarifas dos EUA, a China desvalorizou fortemente sua moeda, o iuan, e foi acusada de manipulação cambial. Veja abaixo perguntas e respostas para entender o que é a guerra comercial e quais são seus possíveis impactos: O que é a guerra comercial? Com o argumento de que busca proteger os produtores norte-americanos e reverter o déficit comercial que os Estados Unidos tem com a China, Trump vem anunciando desde 2018 tarifas sobre produtos importados do país asiático. O objetivo é dificultar a chegada de produtos chineses aos Estados Unidos, o que estimularia a produção interna. O governo da China, por sua vez, tem reagido a esses anúncios com retaliações, chegando a impor também tarifas sobre produtos norte-americanos. Quando começou a atual guerra comercial entre China e Estados Unidos? É difícil dizer ao certo quando a disputa, nos moldes em que se encontra agora, foi iniciada, mas algumas datas podem ser consideradas marcantes. Durante a campanha eleitoral, os discursos de Donald Trump já apontavam para uma tendência protecionista, com críticas ao déficit comercial dos Estados Unidos em relação à China. Já como presidente, Trump fez o primeiro anúncio de taxas sobre produtos chineses em março de 2018. Desde então, já anunciou outras medidas e ameaçou adotar outras. A China tem respondido também com barreiras comerciais aos produtos norte-americanos e ameaças. OMC diz que sobretaxas americanas a produtos chineses violam as regras de livre comércio Por que a guerra comercial é motivo de preocupação? Os Estados Unidos têm a maior economia do mundo e a China, a segunda. Por isso, se os dois países sofrerem consequências negativas dessa disputa, o temor é que outros países e a economia global como um todo possa ser impactada, em uma reação em cadeia, prejudicando o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) global. Em seu relatório de julho, o Fundo Monetário Internacional (FMI) apontou que o crescimento mundial segue em ritmo moderado diante da piora das relações entre China e Estados Unidos. A preocupação é com o comércio global. Segundo o FMI, no primeiro trimestre de 2019, as tensões comerciais ajudaram a puxar uma desaceleração acentuada nas economias emergentes da Ásia. "Cadeias de fornecimento de tecnologia global foram ameaçadas pela possibilidade de os Estados Unidos imporem sanções." As tensões geopolíticas foram citadas no documento em que o Fundo reduziu sua estimativa de crescimento para 3,2% em 2019 e 3,5% em 2020 (0,1 ponto percentual a menos que no relatório anterior, de abril). Com essas incertezas, notícias sobre a guerra comercial costumam influenciar o mercado financeiro. Quando o cenário piora com novas ameaças e quebras de acordo, por exemplo, a tendência é que investidores busquem alternativas mais seguras para seu dinheiro, fazendo com que os índices das bolsas em todo o mundo recuem. Diversos órgãos vêm demonstrando preocupação sobre a guerra comercial. O Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos), por exemplo, diz que segue monitorando com cuidado os impactos da guerra comercial para decidir o rumo da taxa de juros. BC dos EUA diz que empresários estão preocupados com guerra comercial; economia cresce modestamente No Brasil, o mesmo ocorre com o Banco Central, que tem apontado em seus relatórios que os rumos das disputas estão entre os fatores que determinam as decisões sobre o futuro dos juros. Quais as perspectivas de solução? Os últimos desdobramentos não indicam uma solução rápida para o conflito. Trump afirmou no começo de agosto que não está pronto para finalizar um acordo comercial com a China e apontou que pode cancelar as próximas reuniões marcadas com o governo do país asiático. A declaração foi feita poucos dias depois de uma piora na relação entre os dois países, com Trump rompendo a trégua acertada após o encontro no G20 com o presidente da China, Xi Jinping. O rompimento se deu com o anúncio de mais tarifas sobre produtos chineses – medida que foi retaliada pela China com a suspensão da compra de produtos agrícolas dos Estados Unidos. Houve ainda acusação dos EUA de que a China estaria usando de manipulação cambial, após o país asiático deixar o iuan cair a seu menor nível em relação ao dólar em quase uma década. Carlos Gustavo Poggio, professor do curso de Relações Internacionais da FAAP, diz que a recente sequência de episódios “claramente é uma piora” da situação. “Mostra que essa guerra comercial pode sair do controle e ter um impacto maior do que a gente imagina. Essas coisas não são facilmente controláveis.” Para Carlos Eduardo Lins da Silva, professor do Insper, a passagem da disputa para o campo do câmbio “é um episódio bem importante, porque até agora a disputa estava limitada a taxações". "Agora, entra num novo capítulo que pode ter consequências muito mais sérias”, diz. As tensões são apenas comerciais? Notas iuan e dólar - Washington acusa Pequim de 'manipular capitais' Getty Images Para especialistas, não. “Essa é uma disputa que está além da questão econômica, é uma questão geopolítica”, diz Poggio. “Estamos diante da primeira grande disputa geopolítica do século 21, entre duas superpotências.” O professor aponta que a disputa é resultado do crescimento rápido da China nas últimas décadas, que reordenou a lógica dos mercados consumidores e da produção em todo o mundo. “Uma potência que está emergindo incomoda a potência que está estabelecida. Esse é um problema clássico das relações internacionais: como acomodar uma potência em ascensão em um sistema internacional com potências já estabelecidas?”, explica Poggio. Silva comenta que o “estilo belicoso” de Trump é o que explica o surgimento dessa disputa comercial declarada, mas que “a China e os Estados Unidos têm diferenças econômicas há muitas décadas”. Mesmo com os ataques diretos de Trump à China, os especialistas dizem que essa parece não ser uma questão individual do presidente nos Estados Unidos. Isso porque, nos discursos de políticos democratas (ou seja, adversários ao republicano Trump) que estão precedendo o período eleitoral, não há promessas sólidas de encerrar a guerra comercial. “Não se vê críticas dos democratas. Parece então que está se consolidando na sociedade americana a ideia de que tem que enfrentar a China de alguma forma”, analisa Poggio. “Existe uma tendência de se manter alguma dureza com a China – afinal, esse discurso elegeu Trump e 40% dos americanos ainda o aprovam. Esse eleitorado não pode ser desprezado”, complementa Silva. “De qualquer maneira, seja quem for o candidato eleito nas próximas eleições, vai demorar um tempo para que as relações com a China sejam refeitas”. Os EUA deram início à disputa, mas podem ser prejudicados? Container com produtos chineses em terminal de Boston, em Massachusetts. Brian Snyder/Reuters Apesar das preocupações de especialistas sobre os impactos da guerra comercial, os últimos indicadores econômicos divulgados pelos EUA têm mostrado um cenário positivo. No entanto, analistas ainda apontam incertezas sobre a solidez da boa situação econômica, especialmente porque já há sinais de desaceleração. Economia dos EUA: melhor do que nunca ou em risco de recessão? “Todos os efeitos positivos da economia americana nos últimos dois anos são resultado da reforma tributária que o Trump conseguiu passar pelo Congresso. Foi a grande vitória dele como presidente, e deriva dela todo o sucesso da economia americana. Isso vai durar mais uns dois anos e meio”, prevê Silva. “Só que o resultado da reforma tributária vai ser um rombo no orçamento americano sem precedentes, e em algum momento ele vai ter que ser coberto. E a guerra comercial só faz aumentar esses problemas, por exemplo, com subsídios para os produtores agrícolas poderem compensar prejuízos com a queda de suas exportações de seus produtos para a China”, diz Silva. Sobre a guerra comercial, Poggio diz que “tem sim uma preocupação porque mexe totalmente com a cadeia produtiva agrícola, desde a produção do maquinário. Afeta um setor que é importante para a economia americana, que é o rural”. Silva aponta que as perspectivas são preocupantes especialmente pelo temperamento de Trump. “O que parece mais grave é que Trump dá cada vez mais sinais de que age basicamente seguindo seus instintos. Tem ouvido cada vez menos seus assessores, anuncia decisões pelo Twitter às vezes pegando de surpresa assessores próximos. E, como todos sabemos, o nível de conhecimento dele da história e da geografia da região asiática é muito pequena. Ele é ignorante nesses assuntos, então a probabilidade de tomar decisões erradas é muito grande.” Quais podem ser os impactos da guerra comercial para o Brasil? China é o mercado número 1 da soja brasileira, um dos nossos principais produtos de exportação Anderson Viegas/G1 MS É difícil mensurar exatamente o efeito que o agravamento da disputa entre China e Estados Unidos deve ter para o comércio exterior do Brasil. A China é um dos parceiros comerciais mais importantes para o Brasil. O mercado chinês é o destino número 1 dos nossos principais produtos exportados: soja, petróleo e minério de ferro. Os EUA eram o segundo maior fornecedor de soja da China antes da guerra comercial, mas as importações caíram bastante após o governo chinês ter adotado tarifas de 25% sobre as cargas norte-americanas. Se a China passar a comprar menos soja dos Estados Unidos, por exemplo, pode haver um aumento da procura pelo grão brasileiro. Por outro lado, se a desaceleração da economia chinesa se tornar ainda maior por conta da disputa com os EUA, sua demanda por petróleo e minério se tornaria menor, o que poderia prejudicar as exportações brasileiras. No entanto, analistas apontam que ainda é cedo para tirar conclusões. “Essa questão é complexa, porque pode ter benefícios de um lado e prejuízos de outro”, diz Poggio. “O setor agrário brasileiro pode se aproveitar, mas isso é pontual”, diz ele, destacando especialmente o risco de a disputa comercial estar “descambando” para uma “guerra cambial”. “Se descambar para a guerra cambial, pode ter queda de bolsas e uma recessão mais aguda. E isso afetaria não só o Brasil, como outros países.” Pilhas de minério de ferro na China, em imagem de arquivo. Stringer/Reuters
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16/08 - Brasil tem 45 milhões de desbancarizados, aponta instituto
Segundo o levantamento, 86% dos desbancarizados pertencem às classe C, D e E. Há 45 milhões de desbancarizados no Brasil que movimentam R$ 817 bilhões por ano mesmo sem acesso a crédito e outros serviços financeiros de instituições. Os dados fazem parte de uma pesquisa do Instituto Locomotiva, especializado em economia popular. Segundo o levantamento, 86% dos desbancarizados pertencem às classe C, D e E. A maior parte está na região Nordeste, que responde por 39% do total. Sudeste e Sul contam com 15% e 11% da população sem acesso a produtos de instituições financeiras. Em termos de perfil, 60% são mulheres e 70% negros ou pardos. Uma das formas utilizadas para driblar a falta de acesso aos serviços financeiros é emprestar o cartão de crédito de amigos ou parentes, artifício usado por 51% dos desbancarizados. Uma consumidora segura notas de dinheiro em uma feira no Rio de Janeiro Pilar Olivares/Reuters
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15/08 - Guedes diz que Bolsonaro está sintonizado com agenda de privatização e brinca: 'já, já chega na Petrobras'
Guedes contou que em uma conversa, Bolsonaro “cobrou” maior eficiência nas privatizações do secretário especial de Desestatização, Desenvolvimento e Mercados do Ministério da Economia, Salim Mattar. O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quinta-feira (15) que o presidente da República, Jair Bolsonaro, está “cada vez mais sintonizado com a agenda de privatização”. Durante evento no Rio de Janeiro, ele disse que, em uma brincadeira, alertou o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, que as privatizações logo devem atingir a petroleira. “Eu fiz uma brincadeira com o Castello. Falei para ficar alerta porque, na velocidade que o presidente está indo, pela prensa que ele está dando no Salim, eu acho que já, já chega na Petrobras", disse o ministro. Guedes contou que, em uma conversa, Bolsonaro “cobrou” maior eficiência nas privatizações do secretário especial de Desestatização, Desenvolvimento e Mercados do Ministério da Economia, Salim Mattar. “O presidente está cada vez mais sintonizado com a agenda de privatização. O presidente, dois dias atrás, ele fez uma brincadeira com o Salim Mattar na minha frente. Presidente disse: ‘Ô, Salim, você tinha que estar vendendo uma por semana. Você está dormindo? O que você está fazendo no governo? Você está super animado, corre de um lado para o outro, mas eu quero uma por semana’”, disse Guedes sobre o suposto diálogo entre Bolsonaro e Mattar. “‘Por que você não fechou a Valec ainda? Por que você não fechou a EPL? E os Correios, quando é que você vai vender? Vamos vender, vamos privatizar’", prosseguiu Guedes, descrevendo o diálogo. "O Salim agora fala que o maior apoiador dele no governo não é o ministro Paulo Guedes, é o presidente Jair Bolsonaro”, completou o ministro sobre o episódio. A agenda de privatizações segue um modelo que fora anunciado em campanha. No último dia 24 de julho, a Petrobras vendeu o controle da BR Distribuidora por R$ 9,6 bilhões. “Durante a campanha, eu falei ‘vamos privatizar todas’. A minha obrigação é recompor as finanças da União e estou convencido de que as empresas estatais elas foram perdendo sua capacidade de investimento. Para crescer, precisamos de investimento privado muito forte”, completou.
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15/08 - Caixa deve devolver R$ 20 bilhões emprestados pelo governo até o fim do ano
Pagamentos serão feitos com recursos de venda de ativos e uso de lucros acumulados. A Caixa Econômica Federal vai devolver até dezembro metade dos R$ 40 bilhões que recebeu do governo federal nos últimos anos via Instrumentos Híbridos de Capital e Dívida (IHCD), disse o presidente-executivo do banco, Pedro Guimarães. Fachada da Caixa Econômica Federal, no Centro do Rio Henrique Coelho/ G1 Segundo o executivo, o conselho de administração do banco estatal aprovou nesta quinta-feira (15) a devolução de R$ 7,35 bilhões, o que deve acontecer nas próximas semanas após aprovações regulatórias. Isso soma-se a outros R$ 3 bilhões já devolvidos neste ano. Os pagamentos serão feitos com o uso de lucros acumulados e excedente de capital. "É muito importante esse pagamento porque gera uma economia sensível de despesa financeira para gente", disse Guimarães durante entrevista coletiva. Outros R$ 10 bilhões serão pagos até o final do ano, usando tanto lucros acumulados quanto o dinheiro levantado com a venda de ativos, disse à Reuters o vice-presidente de Riscos da Caixa, Alexandre Ywata. "Essas devoluções correspondem aos empréstimos cujos custos são os mais elevados, porque estão atrelados ao lucro do banco, que tem crescido", explicou o executivo.
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15/08 - Empresa deixou dados de reconhecimento facial e de digitais expostos na web, diz site
Fornecedora de travas eletrônicas com sistemas biométricos deixou banco de dados com informações de clientes expostas, segundo especialistas. Banco de dados armazenava digitais na íntegra, permitindo falsificação. REUTERS/Thomas Peter O site vpnMentor encontrou um servidor de banco de dados exposto na internet contendo 27,8 milhões de registros, entre os quais estavam as informações referentes ao reconhecimento de digitais de mais de um milhão de pessoas. O site também trazia informações pessoais, e-mails e credenciais de acesso, inclusive senhas desprotegidas. A descoberta ocorreu em colaboração com os especialistas Noam Rotem e Ran Locar. O servidor era de responsabilidade da Suprema, uma empresa especializada em sistemas de segurança e controle de acesso com travas eletrônicas. Segundo dados da própria empresa, seus sistemas foram instalados em mais de 1,5 milhão de locais no mundo. Os dados vazados pertenciam ao sistema BioStar 2. A tecnologia da Suprema é utilizada por várias organizações e entidades do governo, como a Polícia Metropolitana do Reino Unido e empresas da indústria da saúde. Procurada, a Suprema não enviou posição oficial sobre o caso. A Suprema informou ao jornal "The Guardian" que conduziu uma avaliação aprofundada do caso e que notificaria seus consumidores caso encontrasse uma "ameaça clara". Segundo a vpnMentor, a empresa inicialmente não demonstrou interesse em resolver o problema e foram necessários diversos contatos, com escritórios em vários países, até a companhia fechar o acesso aos dados expostos. No total ficaram expostos 23 gigabytes de dados. No total, ficaram expostos 23 gigabytes de informações, incluindo senhas, dados de permissões de acessos, registros de entrada e saída dos ambientes, informações sobre funcionários e dados de autenticação, incluindo fotos e dados referentes a reconhecimento facial e de digital. O vpnMentor informou que as digitais eram armazenadas na íntegra, sem nenhum tipo de proteção ou representação matemática, o que permite duplicar ou falsificar essas digitais. Os especialistas lembram que, diferente das senhas, não é possível modificar uma digital roubada, o que a torna permanentemente insegura. O vpnMentor recomendou que clientes da Suprema troquem suas senhas e entrem em contato com a companhia para ter mais informações. Embora o banco de dados tenha sido descoberto por especialistas que relataram o problema à empresa, é possível que as informações tenham sido copiadas por criminosos antes do acesso ser fechado. Dados podiam ser modificados Os dados estavam presentes em um servidor de "Elastic Search", uma tecnologia que fornece um canal para consultas em bancos de dados. Duas camadas de acesso ao banco de dados — o Elastic Search em si e o Kibana, que é um software que cria uma tela mais amigável para o próprio Elastic Search — estavam expostas. Quando configurado corretamente, essas telas deveriam ficar bloqueadas e inacessíveis sem uma senha ou outra forma de proteção. De acordo com o vpnMentor, o banco de dados da Suprema também permitia alterações. Em teoria, seria possível modificar as senhas ou inserir novos dados de autenticação para conceder acesso a pessoas que não deveriam ter autorização para tal. O vazamento de dados referentes a 190 milhões de números do CPF e mais 35 milhões de do CNPJ, relatado pelo G1 em janeiro, também ocorreu por conta de um servidor de Elastic Search exposto na internet. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para g1seguranca@globomail.com Selo Altieres Rohr Ilustração: G1
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15/08 - Macri elimina imposto sobre alimentos
Derrotado nas prévias eleitorais de domingo, presidente da Argentina voltou a anunciar medidas econômicas nesta quinta-feira. Mauricio Macri dá entrevista coletiva depois de derrota em eleições primárias Agustin Marcarian/Reuters O presidente da Argentina, Maurício Macri, anunciou nesta quinta-feira (15) novas medidas econômicas, depois da derrota sofrida nas prévias eleitorais de domingo. Dessa vez, Macri reduziu e eliminou o IVA (imposto sobre valor agregado) de vários alimentos. Entre os produtos beneficiados, estão pão, leite, azeite, arroz, açúcar, entre outros. A medida, segundo Macri, será publicada nas próximas horas e vale até o fim do ano. "Confio (que esta medida) será um alivio para o bolso de milhões de argentinos", afirmou Macri. "Vamos controlar que essa norma se cumpra em todo o país", disse. Na quarta-feira, a Macri já havia anunciado uma série de medidas destinadas aos trabalhadores e às pequenas e médias empresas. O governo argentino aumentou o salário mínimo, congelou o preço da gasolina e propôs um pagamento de bônus adicional aos trabalhadores. A Argentina enfrenta um quadro difícil na economia. O país está em recessão, lida com uma inflação elevada e teve de recorrer ao Fundo Monetário Internacional (FMI) no último ano. Macri anuncia pacote para tentar recuperar popularidade Tensão no mercado A vitória do opositor Alberto Fernández - que tem a ex-presidente Cristina Kirchner como vice - nas prévias do domingo provocou tensão no mercado financeiro nos últimos dias. A bolsa de valores chegou a despencar mais de 30% e o peso se desvalorizou. Na leitura do mercado, a derrota do presidente Macri coloca em risco a agenda de reformas da Argentina. Nesta quinta-feira, a moeda argentina freou seu ritmo de queda desta semana, fechando com o câmbio de 59,72 pesos por dólar - uma alta de 4,12% em relação à véspera. O índice Merval da bolsa de Buenos Aires também fechou em alta, de 3,74%, a 31.039 pontos. O alívio para o peso ocorre após Macri e o Fernández lançarem mensagens conciliadoras para acalmar os mercados.
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15/08 - GE desaba na bolsa após denunciante de esquema de pirâmide de Madoff acusar empresa de fraude
Queda de mais de 11% seguiu declarações de investigador de que a empresa está escondendo profundos problemas financeiros. As ações da General Electric despencaram mais de 11% nesta quinta-feira (15), após o investigador de fraudes Harry Markopolos, que denunciou o esquema de pirâmide de Bernard Madoff, dizer que o conglomerado industrial está escondendo profundos problemas financeiros, algo que foi rapidamente rejeitado pelo novo presidente-executivo da companhia. O presidente-executivo da GE, Larry Culp, afirmou que o relatório de 175 páginas de Markopolos tem erros factuais e constitui "manipulação de mercado, pura e simples", porque Markopolos lucrou com uma posição de venda a descoberto vinculada à divulgação do documento. As vendas a descoberto, ou apostas de que o preço de uma ação vai cair, subiram 17% no caso da GE no mês passado, disse Matthew Unterman, diretor na S3 Partners, uma companhia de análise financeira em Nova York. No levantamento, Markopolos acusa a GE de esconder US$ 38 bilhões em perdas potenciais e afirma que as posições de caixa e de dívida da empresa são muito piores do que as divulgadas pelo grupo. "A relação de dívida total da GE é de 17 para 1, não de 3 para 1, o que vai prejudicar sua situação de crédito", disse Markopolos. O documento também afirma que a GE é insolvente e sustenta que suas unidades industriais têm um déficit de capital de giro de US$ 20 bilhões. "Ele está divulgando seletivamente processos regulatórios largamente divulgados e investigações rigorosas sem o benefício de qualquer acesso aos livros e registros da GE", disse Leslie Seidmanm, membro do conselho da GE e presidente da comissão de auditoria, referindo-se a Markopolos. O relatório ecoa afirmações de alguns do analistas mais céticos de Wall Street, que há muito tempo dispararam alarmes sobre o baixo fluxo de caixa da GE, frequentes mudanças e baixas contábeis, o que descrevem como balanços financeiros opacos. Culp, primeiro executivo de fora da GE a assumir o comando da companhia, não tem feito segredo sobre os problemas da empresa. Ele assumiu o comando do grupo em outubro. Os negócios industriais viram uma saída de US$ 2,2 bilhões de caixa até agora neste ano e Culp afirmou no mês passado que a GE poderá incorrer em custos de caixa de US$ 1,4 bilhão neste ano devido à suspensão dos voos do Boeing 737 MAX. A GE produz as turbinas do avião por meio de uma joint venture com a francesa Safran. O relatório afirma que a GE enfrenta US$ 38 bilhões em despesas futuras não divulgadas anteriormente. "Os US$ 38 bilhões em fraude contábil da GE são equivalentes a mais de 40% do valor de mercado da empresa, o que torna isso muito mais sério que as fraudes da Enron e da WorldCom", diz o documento. Em comunicado, a GE afirmou: "Continuamos focados em tocar nossos negócios ... não vamos nos distrair por este tipo de especulação sem mérito e enganosa." A GE afirmou que "garante seus números financeiros" e que opera "no mais alto nível de integridade" na divulgação de seus dados financeiros. A companhia também afirmou que Markopolos é conhecido por trabalhar para fundos de hedge anônomos que tipicamente se beneficiam de posições a descoberto em ações de empresas. Falando à CNBC nesta quinta-feira, Markopolos afirmou que vai receber um percentual de qualquer lucro gerado pelo relatório. Ele não deu detalhes sobre a compensação ou indicou o nome do fundo envolvido, descrito por ele como "um fundo de hedge de médio porte dos Estados Unidos". Nos últimos dois anos, a GE anunciou mais de US$ 40 bilhões em baixas e encargos contábeis. A companhia também afirmou que sua contabilidade está sendo investigada pela SEC e pelo Departamento de Justiça dos EUA. Markopolos é mais conhecido por ter alertado reguladores no início dos anos 2000 sobre sinais de que a gestora de recursos de Madoff era um esquema de pirâmide financeira. Madoff foi preso em 2008 e condenado a 150 anos de cadeia. John Hempton, co-fundador do fundo de hedge australiano Bronte Capital, publicou num post nesta quinta-feira que a margem de lucro média da GE nos últimos anos, de 14,7%, está em linha com retornos de seus pares industriais e não "boa demais para ser verdade" como Markopolos alega.
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15/08 - Como aproveitar os R$ 500 do FGTS para começar a investir
Valor pode ser o início de uma virada financeira. Veja outras dicas para aplicar com pouco dinheiro. Você também ficou decepcionado com o anúncio do governo federal de liberar o saque de somente R$ 500 do FGTS? Parece pouco, mas que tal usar esse dinheiro para começar a investir? Sim, para iniciar uma aplicação não é preciso grandes quantias, como muita gente pensa. Então, esses R$ 500 (ou até menos) podem ser um ótimo empurrão para uma virada financeira na sua vida. Veja, abaixo, as dicas: O que faço com o dinheiro? Se você tem dívidas, primeiro use esse dinheiro FGTS para pagá-las. Se não tem ou se sobrou alguma coisa, tente não cair na tentação de sair gastando. O importante é começar a investir, mesmo que seja pouco. No CDB Neon você pode começar a aplicar qualquer valor a partir de R$ 10, tudo pelo aplicativo. O dinheiro fica rendendo e você pode colocar mais quando quiser. Em caso de emergência, você pode sacar a qualquer momento com os juros proporcionais. Pode sacar até mesmo nos fins de semana. Preciso fazer aportes mensais nos investimentos? Nenhum investimento "obriga" você fazer aportes mensais. Mas os educadores financeiros recomendam aplicar sempre algum valor, preferencialmente criar uma rotina de valor mínimo. Portanto, depois do aporte inicial tente estipular um valor mensal. Para isso, você pode usar o Objetivos da Neon. Você não precisa entender de investimentos, basta colocar o nome do Objetivo no aplicativo e o quanto você quer aplicar para que seu objetivo saia do papel. Depois você define se essa aplicação vai ser diária ou mensal e pronto! Como economizar? Aproveite essa largada com o dinheiro do FGTS para mudar hábitos e, assim, economizar. O primeiro passo é dar um jeito de sobrar um dinheiro mensal. Pode ser pouco, R$ 30 por mês, por exemplo. Mas para sobrar é preciso saber exatamente quanto você ganha. Se você tem renda variável, anote tudo que entra. Depois, é fundamental monitorar seus gastos. Anote tudo, sejam as despesas fixas, como aluguel, faculdade e conta de telefone, sejam as despesas variáveis, como um passeio no fim de semana ou aquele conserto do carro. Só assim você poderá ver com clareza onde pode economizar para juntar dinheiro. E se não sobrar nada do FGTS? Se o dinheiro do FGTS correr para outros compromissos, uma dica é pensar em estratégias para poupar. Que tal começar com R$ 1 por semana? No Desafio das 52 Semanas Neon, você começa com R$ 1 semanal e vai aumentando em R$ 1 a cada semana. Sabe quanto isso dá no fim de um ano? R$ 1.378, sem contar a rentabilidade se você aplicar. Por isso, não espere ter muito dinheiro sobrando para começar a investir. A Neon Pagamentos é uma fintech brasileira fundada em 2016 com objetivo de unir tecnologia e design para ajudar você a dominar o seu dinheiro e se organizar financeiramente. A Neon oferece uma conta 100% digital sem mensalidade ou anuidade. Além disso, você pode investir no CDB Neon, que oferece a mesma segurança da poupança, mas uma rentabilidade melhor. Saiba mais sobre a Neon.
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15/08 - MP da liberdade econômica cria marco regulatório para fundos de investimento
Regras foram criadas para agilizar a emissão do produto e reduzir os custos da operação. A chamada MP da liberdade econômica criou um marco regulatório para os fundos de investimento, com objetivo de agilizar sua emissão e reduzir o custo das operações. Os fundos são um produto em que cada investidor coloca uma quantia (é dono de uma cota) e o dinheiro é aplicado de forma coletiva. Entenda as demais mudanças que a MP traz O texto original da MP, encaminhado pelo Executivo ao Congresso, está em vigor desde que foi publicada no Diário Oficial da União, em 30 de abril. No entanto, como se trata de uma medida provisória, precisa ter a aprovação concluída até 27 de agosto no Congresso, que tem feito alterações à proposta inicial. A MP foi aprovada pela Câmara, com mudanças, na quarta-feira (14), e segue agora para análise no Senado (veja vídeo abaixo). MP da Liberdade Econômica segue para o Senado após votação na Câmara A medida provisória categoriza os fundos como "uma comunhão de recursos constituído sob a forma de condomínio, destinado à aplicação em ativos financeiros" e determina que competirá à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) disciplinar a regulação desses produtos. O texto permite que os fundos limitem a responsabilidade de cada cotista "ao valor de suas cotas", ou seja, cada investidor terá direitos e obrigações condizentes com sua parcela do patrimônio do fundo. Além disso, autoriza a limitação das obrigações dos prestadores de serviços (administradores, gestores) perante ao fundo e entre si, excluindo a "responsabilidade solidária" – questão relevante quando o fundo tem prejuízo. A MP também possibilita que os fundos sejam registrados diretamente na CVM, sem necessidade de passar por cartório, o que reduz os custos de abertura, segundo a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Outro ponto é que, segundo o texto, além dos credores e cotistas, a CVM também poderá requerer a insolvência de fundos devedores. Essas regras já existem no Código Civil e valem para os fundos de investimento com responsabilidade limitada, ainda de acordo com a Anbima. Initial plugin text
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15/08 - Conselho Regional de Farmácia em Sergipe está com inscrições abertas para concurso
Os salários variam entre R$ 2.500 e R$ 5.828,94. Os salários variam entre R$ 2.500 e R$ 5.828,94 Divulgação/Arquivo O Conselho Regional de Farmácia em Sergipe (CRF-SE) está com inscrições abertas para concurso na área de fiscalização em Aracaju. O edital tem vagas imediatas e formação de cadastro de reserva do conselho, para os cargos de nível superior em administração e farmácia, para ocupar os cargos de administrador e farmacêutico fiscal júnior. As inscrições podem ser realizadas até o dia 23 de setembro às 23:59h, exclusivamente pela internet. Os valores das taxas de inscrição são de R$50 para o cargo de administrador, e de R$ 60 para o cargo de farmacêutico fiscal júnior. Os salários variam entre R$ 2.500 e R$ 5.828,94, respectivamente. Há ainda a previsão de benefícios. A prova será realizada em Aracaju no dia 20 de outubro, às 14h, em local a ser definido. O edital e a ficha de inscrição podem ser acessados através do link.
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15/08 - Votação final da reforma da Previdência no Senado é adiada em uma semana
Novo calendário prevê votação em segundo turno, no plenário, dia 10 de outubro, não mais dia 2. Oposição pressionou para não haver sessão deliberativa nas segundas e sextas. A previsão de votação em segundo turno da reforma da previdência no Senado foi adiada em uma semana. A data inicial divulgada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa era 2 de outubro. Nesta quinta-feira (15), o colegiado anunciou um novo calendário com a votação prevista para 10 de outubro. O adiamento foi feito após pressão da oposição para que o prazo regimental fosse cumprido, desconsiderando segundas e sextas-feiras para a realização das discussões em plenário. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), chegou a dizer que a promulgação da matéria poderia acontecer entre os dias 8 e 10 de outubro. “A oposição nunca concordou com um calendário que subvertesse os prazos regimentais”, disse o líder da oposição, senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP). Saiba o que diz o texto da reforma Segundo ele, pelo regimento, só seria possível a realização de discussões às segundas e sextas-feiras, contabilizadas para a votação de uma emenda constitucional, se todos os líderes concordassem, o que não aconteceu. O novo calendário programa a votação em primeiro turno para o dia 24 de setembro e, em segundo turno, no dia 10 de outubro. A presidente da CCJ, Simone Tebet (MDB-MS), disse que o relator da matéria, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), entregará o relatório na próxima sexta-feira (23), para que o texto possa sofrer alterações até o dia de sua leitura, em 28 de agosto. Tasso Jereissati e a reforma da Previdência no Senado Audiências públicas Na próxima semana, a CCJ realizará uma série de debates sobre a reforma da previdência. A presidente da comissão afirmou que, tirando os convites duplicados, 76 autoridades foram convidadas. Porém, com convites a várias pessoas das mesmas entidades, esse número será enxugado. A expectativa era de que os debates na CCJ começassem já na segunda-feira (19). Porém, pelo baixo número de parlamentares em Brasília neste dia da semana, a presidente do colegiado decidiu adiar as discussões. Assim, as audiências começarão na terça-feira (20). Entre os convidados do dia está o secretário especial do Trabalho e da Previdência, Rogério Marinho. Nota No fim da noite desta quinta-feira, a assessoria do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), divulgou a seguinte nota sobre o assunto: A presidência do Senado esclarece: - A proposta seguirá a tramitação estabelecida em calendário acordado com os líderes partidários, em conjunto com a presidente da comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), senadora Simone Tebet e com o relator da proposta, senador Tasso Jereissati; - O calendário construído com todos os partidos do Senado Federal respeita os prazos regimentais; - O Senado Federal criou uma comissão especial de acompanhamento da reforma da Previdência, em 10 de abril, quando estava em análise na Câmara dos Deputados. O colegiado atuou por mais de cem dias antes do início da sua tramitação no Senado, e contou com a participação de senadores de todas as bancadas; - Esta presidência entende que o calendário respeita os prazos necessários para a análise da proposta na CCJ e no Plenário, pois os senadores, também, tiveram oportunidade de debater a PEC na comissão especial; - De acordo com o calendário, a PEC poderá ser promulgada até 10 de outubro.
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